Alguns artistas e bandas gostam de fazer clipes pra deixar todo mundo chorando. Aqui estão os cinco melhores.
Sabe aquela música que faz um certo sucesso, mas não o suficiente pela qualidade? Aqui vão cinco delas.
Vou confessar: esse post seria com as piores capas. Mas vamos celebrar a positividade e mostrar a beleza, né? Ah, e embora este seja um Top 5, as capas não estão em ordem de preferência.
“MDNA”
É até difícil escolher entre as últimas capas da rainha Madonna porque são quase todas lindas, mesmo as dos álbuns menos bons. Desde “American Life”, passando por “Confessions on a Dancefloor”, pulando a horrorosa de “Hard Candy” e chegando ao “MDNA”. Mas me obriguei a ser objetivo, e o “MDNA” tem sim a melhor capa. É simples, bonita e de bom gosto, além de valorizar a ideia mais eletrônica do álbum. É rainha, né.
“Prism”
Eu confesso que demorei a gostar da capa de “Prism”. Essa mania atual de colocar tudo numa moldura não me agrada muito, mas a Katy está seguindo uma linha visual bem característica com seus singles nessa fase e isso é interessante. Além disso, a capa do álbum será ainda mais linda na versão holográfica, ilustrando o nome do álbum com as cores do prisma.
“Unapologetic”
Rihanna tem seus momentos bons e ruins com capas, assim como costuma fazer álbuns alternadamente bons e ruins. O “Unapologetic” é um dos bons, e tem, para acompanhar, uma das capas mais bonitas da cantora, ainda que seja meio difícil de captar a princípio. A capa dialoga tanto com o lado mais vulnerável e íntimo do álbum quanto com as músicas mais agitadas.
“Bionic”
Outra que não costuma errar nas capas, mesmo quando estava mais gordinha, é a Christina Aguilera. Desde o “Stripped” foi uma capa atrás da outra cheias de conceito e visualmente bem bonitas, tirando a estranhíssima capa do greatest hits “Keeps Getting Better”. Mas a capa do “Bionic” é excepcionalmente chamativa e criativa: o rosto dividido entre um lado máquina de música e outro humano já prediz que o álbum está dividido da mesma forma: a primeira metade mais dançante e a segunda com músicas mais intimistas.
“In The Zone”
Que o “In The Zone” é o melhor álbum da Britney é um fato discutível entre os fãs. Mas que é uma das raras capas realmente bonitas e visualmente limpas da carreira da cantora, não tem muito como negar. Ao contrário da festa visual (ainda que bonita) de “Circus” peculiar mais interessante gosto do “Blackout”, a capa do “In The Zone” é sóbria, mas bonita e simples que todas as outras. Assim como o álbum, é totalmente diferente do resto da carreira de Britney: A jogada de focar apenas o rosto (muito usada por ela) deu muito certo nesta era. O tom de azul deu uma beleza ímpar para a capa.
Depois de ouvir a versão que o Bastille fez para “Rhythm of the Night”, da Corona, nesta semana, fiquei nostálgica e quis ouvir novamente alguns hits dos anos 1990. Junte a isso o fato de hoje ser dia da criança e talvez seja legal relembrar a infância.
A década de 1990 viveu uma profusão de de bandas dedicadas à dance music, destacando nomes do Eurodance (pessoal da Europa que fazia música eletrônica na época), mistura de scat com dance (Scatman John), house com reggae (Real 2 Real), entre outros.
A Europa estava tão em voga no momento, que nas pistas de dança quase não se ouvia música americana. Para exemplificar, os grupos mais lembrados da dance music noventista são La Bouche (francês), Ace of Base (sueco), Corona (italiano), Haddaway (alemão), Me & My (dinamarquês), e por aí vai.
Selecionamos dez hits que vão fazer você chacoalhar o esqueleto e se lembrar de como eram engraçadas as “baladas” nesta época. Vamos lá:
1 – Whigfield – “Sexy Eyes”, 1996
A cantora dinamarquesa Sannie Charlotte Carlson era conhecida como Whigfield e adorava “na na nas” e “da da das”. Aqui vamos ouvir “Sexy Eyes”, mas procure por “Saturday Night”, outro hit estrondoso da moça.
O grupo alemão Culture Beat surgiu com o single “Mr. Vain” e alcançou o primeiro lugar nas paradas de 13 países! Infelizmente, um dos fundadores do grupo, Torsten Fenslau, faleceu em um acidente no mesmo ano de lançamento do single.
“Rhythm is a Dancer” foi gravada pela banda alemã Snap! e, quando lançada, ultrapassou as vendas de “I Will Always Love You”, da Whitney Houston! Dá para imaginar?
A banda Corona, que existe até hoje, é italiana, embora a vocalista seja brasileira. Sim, minha gente, Olga Souza é brasileirísisma. “Rhythm of the Night” estreou no topo da parada italiana e ficou por lá durante oito semanas. A música chegou à Billboard em 1995. Dá para imaginar o quanto a gente ouviu este single, né?
Só agora em 2013, reescutando a música foi que eu percebi o quanto ela é engraçada! Gente, scat com dance music… Este cara é um gênio!
O duo dinamarquês Me & My fez enorme sucesso nos anos 1990. O disco de estreia das meninas vendeu mais de dois milhões de cópias no mundo inteiro.
O La Bouche foi um grupo germânico-americano responsável por “Be My Lover” e “Sweet Dreams”, dois hits estratosféricos na época. “Be My Lover” ainda foi trilha da novela badaladíssima na época, “A Próxima Vítima”.
Nestor Alexandre Haddaway, conhecido como Haddaway, é um cantor alemão que misturava dance com rap. Seu hit “What is Love” foi primeiro lugar nas paradas de treze países.
Reel 2 Real foi um duo norte-americano de house e ragga composto por Erick Morillo e The Mad Stuntman. A música teve um “revival” em 2005, por uma cena inesquecível no filme “Madagascar”.
A banda sueca dos irmãos Berggren teve três hits de sucesso seguidos: “All That She Wants”, “The Sign” e “Don’t Turn Around”. O primeiro disco do grupo é o álbum de estreia que mais vendeu na história. Louco, né? Eles tentaram um retorno no final de 2005, que foi meio #fail. O Ace of Base pertence aos anos 1990, não é? Fique com “The Sign”:
Quando você pensa em Freddie Mercury, qual a primeira palavra que vem à sua mente? Voz? Queen? Carisma? Hedonismo? Atemporal? Seja lá o que for, todos concordamos que Freddie não passou despercebido durante sua “passagem” aqui pelo planeta Terra. Há exatos 22 anos, a voz do Queen nos disse adeus. Venha conhecer alguns detalhes interessantes sobre a vida do cantor.
- Seu verdadeiro nome
Embora todos o conheçam por Freddie Mercury, seu nome de batismo é Farrokh Bulsara. Ele nasceu em Zanzibar, na República Unida da Tanzânia. O país fica na África Oriental e sua língua oficial é suaíli. Os pais de Freddie eram Parsis (grupo étnico-religioso da Índia), e ainda criança, o cantor se mudou para a Índia. Freddie só se mudou para a Inglaterra aos dezoito anos de idade.
- O “aquecimento” pré-show
Freddie achava que cantava melhor depois de uma boa briga. Os conflitos emocionais o deixavam “à flor da pele”, o que conferia às performances sentimentos mais verdadeiros. Certa vez, ele brigou com seu então namorado Bill Reid, que ficou tão nervoso que mordeu a mão de Freddie forte a ponto de deixar marcas de dentes. Em outra ocasião, uma briga entre os dois deixou um quarto de hotel com o chão forrado e vidro e gesso. Conta-se também um caso em que os dois gritaram tanto e por tanto tempo que Freddie subiu ao palco no dia seguinte completamente rouco.
- Caneta e papel ao alcance
As inspirações para as músicas que Freddie compunha vinham quase sempre do nada. Os assistentes do vocalista tinham que andar com papel e caneta a todo momento, pois Freddie poderia ter uma ideia de repente para uma canção. Reza a lenda que a letra de “Life is Real” foi escrita de forma repentina, dentro de um avião.
- Vingancinha amorosa
Enquanto estava em turnê pelos EUA, Freddie ficou sabendo que seu então namorado, Tony Bastin, o estava traindo. Ele então pagou uma passagem para Tony vir visitá-lo, com o pretexto de que estava com saudades. Assim que Tony desembarcou, Freddie terminou com ele, falou que ia ficar com o seu carro, e botou o ex-namorado no próximo vôo de volta pra Londres, até nunca mais.
- O brasão do Queen
Foi o Freddie mesmo quem desenhou o símbolo do Queen, este brasão todo intrincado, com fênix, leões e tal. Mercury estudou arte e design gráfico na Faculdade de Artes Ealing. O símbolo reúne os signos zodiacais de todos os membros da banda (John Deacon e Roger Taylor – leão, Brian May – câncer e Freddie – virgem). A fênix veio no topo só como um símbolo de proteção aos integrantes.