Bizarro

Veja as incríveis ilustrações Bizarras de John Keen, que criou seu próprio universo...

10:38



O artista dinamarquês Don Kenn não tem muito tempo livre para sua arte, por isso mesmo ele aproveita seus poucos momentos menos atarefados para desenhar em post-its (aqueles blocos de anotação autocolantes) os quais ele pode carregar consigo para qualquer lugar e utilizar para seus fazer desenhos quando estiver inspirado. Nascido em 1978, além de ilustrador, Kenn é escritor, diretor de televisão e também pai de gêmeos, o que talvez possa explicar sua constante inspiração relacionada a medos infantis, os quais são expressos em muitas de suas ilustrações.



Ele já publicou um romance em setembro de 2014 chamado De Ultipassede, o qual é ilustrado com a própria arte de Kenn, além de um livro de arte repleto de ilustrações assustadoras chamado Sticky Monsters.
As ilustrações de Don Kenn (ou John Kenn) retratam criaturas que talvez lembrem os monstros dos seus piores pesadelos quando criança (ou até mesmo quando adulto). Com muita freqüência essas criaturas apavorantes estão vigiando ou rondando humanos que nem percebem a presença delas ou que talvez percebam, mas não parecem tomar qualquer atitude em relação a isso, o que pode funcionar como uma espécie de metáfora para problemas psicológicos ou sociais. Já em algumas ilustrações, não há presença alguma de humanos, e somente os monstros são retratados em seu ambiente próprio.
Veja abaixo ilustrações um tanto sombrias e acesse o site do artista para ver mais obras!





























Cinema

ENTENDA 7 DOS CONCEITOS ASTROFÍSICOS DO FILME “INTERESTELAR”

01:06

Quando um filme de ficção científica envolve viagem espacial você já pode se preparar para duas coisas: a primeira é, obviamente, ficar fascinado com essa coisa de espaço; a segunda é que, por mais que você preste atenção no filme ou o assista várias vezes vai sempre ter aquele assunto que não ficou explicado. É para isso que o Mega Curioso existe, querido viajante espacial, para deixar as coisas mais claras para você.
O filme do momento é “Interestelar”, de Christopher Nolan. O longa envolve alguns temas polêmicos e cheios de complexidade: viagem espacial, fim do mundo e o assustador buraco da minhoca. Antes de continuar, um alerta: este texto contém spoilers. Depois não vale reclamar.
Se em “A Origem” Nolan mergulhou de cabeça no mundo dos sonhos, em “Interestelar” a coisa foi ainda mais além e a imersão foi em um universo maluco conhecido como astrofísica. Para dar vida à narrativa complexa, Nolan recorreu à Física, aquela área da Ciência que nos causa arrepios. “Interestelar” é a prova de que Física pode ser uma coisa muito bacana, no final das contas.

Resumindo




Entre os personagens principais do enredo estão o agricultor Coop, vivido por Matthew McConaughey; Murph, a filha de Coop, interpretada por Mackenzie Fox na infância e por Ellen Burstyn na sequência. Quem também faz parte do elenco é Anne Hathaway, que dá vida a Amelia Brand.
O filme mostra o planeta Terra entrando em colapso em um futuro próximo, quando nem mesmo toda a tecnologia existente é capaz de salvar a humanidade. O caos se instaura em todo o mundo: tempestades de areia, falta de alimento, falência de universidades e por aí vai. Quem se propõe a descobrir uma maneira de ajudar o planeta é a NASA, que espera conseguir colonizar outros lugares. É mais ou menos nessa altura da trama que a sua cabeça começa a dar diversos nós consecutivos.
Coop, o agricultor que, na verdade, é um astronauta não atuante, aceita participar de um projeto maluco e tentar viajar para outra galáxia. Para essa proeza gigantesca, somente conseguindo passar pelo buraco de minhoca, que nada mais é do que uma espécie de portal que, no filme, está aberto nas proximidades de Saturno. Deixando a história do filme de lado, fica a pergunta: será que esse tipo de coisa seria possível mesmo? 

Algumas questões de astrofísica




Vamos lá: se você ainda não viu o filme, é bom ficar atento a alguns termos que vão fazer com que você acabe saindo da sala do cinema meio atordoado. Não é preciso ser um grande gênio para saber que não há gravidade no espaço e que, por isso, os astronautas ficam flutuando, certo?
A questão é que ficar em um ambiente sem gravidade por muito tempo – anos, no caso do filme – é extremamente prejudicial ao corpo humano e, por isso, fala-se em um conceito chamado “gravidade artificial”, que foi criado por cientistas para lidar com o problema. Essa gravidade artificial é produzida por um movimento de rotação da nave, causando uma sensação de gravidade “normal”.
Outro assunto abordado no filme é a questão dos buracos negros giratórios, cuja existência já foi comprovada cientificamente pelo astrofísico Kip Thorne, que deu uma assessoria a Nolan na hora da produção do roteiro. Esses buracos conseguem mudar a forma do espaço ao redor deles, em um processo chamado “frame dragging”. Essa deformação de espaço acaba afetando outros fatores também, como a noção de espaço-tempo das regiões próximas.
No caso do filme, em que o personagem consegue fazer a transição pelo buraco negro, fisicamente falando, ele possivelmente seria destruído pela gravidade.
Fique atento também aos conceitos de “wormhole” ou “buraco de minhoca”, tanto faz o nome – a complexidade é a mesma. Se você quiser entender o que é isso, imagine uma espécie de portal mágico, pois, ainda que a questão não seja mística, dá para visualizar melhor.
Na verdade, a astrofísica ainda não comprovou a existência factual de buracos de minhoca, então esse é o único fenômeno do filme que não poderia ser cientificamente viável. Ainda assim, o conceito é tão incrível que foi brilhantemente explorado no roteiro. Outro filme que fala sobre o fenômeno é Donnie Darko, mas de maneira diferente. 

Um buraco de minhoca, teoricamente, é o ponto de interseção entre duas regiões do espaço que estão distantes. Essa região acaba facilitando a passagem de um ponto até o outro – no caso do filme, de uma galáxia a outra. Para entender melhor, dobre uma folha de papel ao meio e passe uma caneta através dela. A folha é o espaço. Um ponto de um dos lados dela é a Terra; um ponto do outro lado é uma galáxia distante. O furo que você fez com a caneta é o buraco de minhoca.


Outro conceito explorado no filme é o de “dilatação gravitacional do tempo”, que é um fenômeno verdadeiro e que está diretamente associado à relatividade do tempo. Funciona assim: em regiões de forte influência da gravidade, o tempo passa de maneira mais lenta em comparação com regiões de menor atração gravitacional, como é o caso da Terra.
Uma vez que buracos negros têm maior atração da gravidade, dá para entender por que o tempo lá é mais devagar do que em nosso planeta. Por isso, a pessoa próxima a um buraco negro acaba envelhecendo mais lentamente do que quem está na Terra. Outro fato curioso: cada região cósmica tem uma relação temporal única.
Agora, para explicar qual é a maluquice envolvendo a tal “realidade de cinco dimensões”, precisamos recorrer ao físico mais querido da garotada: Albert Einstein. Ele passou três décadas estudando a teoria do campo unificado, que mistura a forma matemática entender a gravidade com as três forças fundamentais da natureza: a forte, a fraca e a eletromagnética.
Ainda que três décadas de estudo pareçam muito tempo para você, voltamos à relatividade do tempo, mas de uma maneira diferente: no quesito científico da coisa, 30 anos de estudos não é nada e, por isso, o gênio acabou não concluindo suas pesquisas. Até hoje, há muitos físicos e astrofísicos pelo mundo buscando formas de chegar a alguma conclusão para os estudos iniciados por Einstein.
Há quem diga que a solução para a teoria do campo unificado seja uma revisão das dimensões do universo: em vez de pensarmos nele dentro das quatro dimensões propostas por Einstein – que inclui espaço-tempo –, o ideal seria imaginar um espaço com cinco dimensões. Eis outra ideia presente no filme e cientificamente coerenteEsta imagem está em inglês e, para quem precisa de um empurrãozinho visual na hora de entender algumas questões mais complicadas, ela pode ser bastante útil.

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Natureza

Como Surgiu A Lua?

21:26


Provavelmente, a Lua nasceu de uma pancada que a Terra levou. Há mais de 4 bilhões de anos, nosso planeta teria sofrido o maior impacto de sua existência: bateu de frente com outro planeta, um colosso do tamanho de Marte que atravessou a sua órbita. Como o astro desavisado era menor, ele acabou em estilhaços. A Terra, claro, também não escapou ilesa: boa parte da sua superfície foi literalmente para o espaço. Depois de alguns anos, os restos da explosão se juntaram para compor a Lua. Esse fenômeno assustador só aconteceu porque o sistema solar estava em formação naquela época. Poucos milhões de anos antes da grande trombada, só havia poeira microscópica em volta do Sol.
Os grãos, com o tempo, foram se juntando para formar rochas mais volumosas, que se chocavam umas com as outras, criando corpos ainda maiores. As rochas que se tornaram grandes e fortes sobreviveram como planetas – entre elas, a que chamamos hoje de Terra. Embora ainda não existam provas definitivas de que a colisão espacial tenha realmente acontecido, essa é, de longe, a teoria mais aceita sobre o surgimento da Lua. Um fortíssimo argumento a seu favor é o fato de a concentração de 2% de ferro do centro do satélite ser praticamente igual à encontrada nas camadas mais superficiais da Terra – justamente as que teriam sido atingidas pela pancada. “Além disso, a composição das pedras lunares é bastante parecida com a das rochas do manto terrestre, a camada que fica logo abaixo da superfície do planeta. É mais um ponto em comum entre os dois astros”, diz o geofísico Lon Hood, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

Impacto profundo
Uma megatrombada espacial há 4,5 bilhões de anos deu origem ao nosso satélite
UM PLANETA SECO
A Terra de 4,5 bilhões de anos atrás era o próprio inferno. Na sua superfície, só rochas e muita lava. A água líquida, base para a vida, só surgiria após centenas de milhões de anos. A fina atmosfera de então, formada por metano e amônia, seria fatal para os seres humanos. Um pedaço desse planeta ainda inóspito daria origem à Lua
1. Nessa época da Terra infernal, o sistema solar era jovem e instável, por isso aconteciam muitas colisões entre astros enormes, como planetas em formação. Um deles, que tinha cerca de metade do tamanho do globo terrestre, chocou-se contra a massa rochosa do nosso planeta. Com a batida, o astro intruso se espatifou e a Terra perdeu parte de sua superfície
2. A explosão formou uma quantidade de estilhaços com pelo menos o dobro da massa da Lua atual. Os pedaços do planeta intruso que estavam mais distantes da órbita terrestre escaparam para o espaço. Mesmo assim, metade dos estilhaços ainda sobrou como matéria-prima para formar o novo satélite
3. Os estilhaços que estavam mais próximos da Terra foram atraídos pela gravidade e caíram no planeta, ajudando a reconstruir a camada externa do globo. Os restos rochosos que dariam origem à Lua se juntaram como uma espécie de anel em torno do Equador terrestre. Por lá, a velocidade de rotação do planeta é mais rápida, o que fez com que as partículas se aglutinassem naquela região
4. Alinhados junto ao Equador, os estilhaços se uniram pela força de gravidade, formando a Lua. Os astrônomos estimam que esse processo de parto lunar deve ter sido bem rápido, levando no máximo 100 anos. Logo após seu nascimento, o satélite estava a apenas 25 mil quilômetros de distância da Terra. Hoje, a distância média gira em torno de 380 mil quilômetros.

COMPANHEIRA INFLUENTE
Desde sua formação, a Lua gera efeitos importantes na vida da Terra. Na época de sua criação, o satélite exercia uma atração gravitacional tão grande sobre a rotação do planeta que fazia os nossos dias durarem apenas cinco horas. Em alguns bilhões de anos, quando a órbita lunar se estabilizar, os dias durarão um mês. A Lua ainda é o grande astro responsável pelas marés oceânicas e pela variação do nível do mar na Terra

curiosidades

5 lendas urbanas coreanas mais assustadoras que as japonesas

21:09


Lendas urbanas são coisas que nos assustam e nos encantam ao mesmo tempo. As histórias variam de cultura para cultura e se transformam em algo diferente a cada boato espalhado. Existem algumas lendas bastante similares em diversas localidades do planeta mas, cada cultura apresenta pequenos detalhes arrepiantes de cada lenda urbana.
Apesar do nome, uma lenda urbana não necessariamente tem origem em uma área urbana. O termo é usado para diferenciar lendas modernas do tradicional folclore da época pré-industrial. Por esta razão, muitos preferem o termo “lenda contemporânea”.
Muitas pessoas frequentemente alegam que tais contos aconteceram com um “amigo de um amigo”, frase que tornou-se comum ao narrar este tipo de história. Conheça as 5 lendas urbanas coreanas mais assustadoras que as japonesas:

Fantasmas de familiares mortos



Diversos programa de TV coreanos falam sobre assombrações e encontros com o paranormal. (Este tipos de assunto é extremamente popular durante o verão coreano). Existem diversas lendas que afirmam que quando uma pessoa morre, ela não deixa seus entes queridos imediatamente.
Um caso famoso na mídia de lá foi o de uma família a matriarca da família havia falecido. O neto da mulher morta disse que ele sonhou que sua avó estava chamando-o enquanto ela estava cercada de água até a cintura. Por alguma razão, ele não foi ao encontro de sua avó no sonho.
De acordo com as tradições coreanas, quando um morto chama um vivo em seus sonhos, é um sinal claro de que sua alma está sendo roubada. O neto disse que ele continuava a ter o mesmo sonho noite após noite. Para encerrar os pesadelos, a família se livrou de todos os pertences da velhinha e prestaram uma homenagem para ela. Assim, os sonhos cessaram.

O fantasma da virgem



Histórias de fantasmas virgens estão espalhados por todo o mundo. Na Coreia, eles são chamados de Cho-Nyo-Gwishin (처녀 귀신). Esses fantasmas frustrados são encontrados em prédios abandonados, especialmente em hospitais, escolas, casas de banho, cemitérios e áreas arborizadas.
Esses fantasmas quase sempre têm cabelos longos cobrindo seus rostos. Eles também são carrancudos e geralmente vestem trajes brancos. Você vai saber quando você está na presença de um fantasma quando sentir uma mudança brusca de temperatura, o vento muda de direção repentinamente e sentir arrepios repentinos.
Uma história que ficou marcada na Coreia foi a de um homem que viveu no mais alto andar de um prédio de apartamentos. (Na Coreia, não há elevador em prédios de apartamentos mais velhos, assim, você teria que descer todos os andares de escada). O homem acordou uma noite com alguém batendo na sua porta.
Ele perguntou quem era e uma voz disse que ele deveria fechar os olhos e contar mentalmente até 100 e não fazer nenhum som. Ele abriu a porta e não havia ninguém lá. Sendo um homem supersticioso, ele fechou os olhos e começou a contar até 100 em sua cabeça. Quando ele chegou a 49, o homem abriu os olhos por curiosidade. Na frente dele estava um Cho-Nyo-Gwishin olhando para ele.

O banheiro assombrado



Por alguma razão, os coreanos têm um monte de histórias sobre escolas assombradas, principalmente banheiros. As escolas coreanas mais antigas são definitivamente assustadoras. Elas tem longos corredores com escadas escuras, muitas vezes iluminados pela metade com luzes fluorescentes estéreis.
Os banheiros são mais propensos a serem decrépitos, velhos e escuros. Diversas pessoas usam esses locais para se matarem. Assim, as crianças e jovens coreanos que estudam nessas instituições afirmam que são escutados susurros e portas e janelas se fecham. As lendas também falam de um fantasma que emerge do banheiro e pergunta se você vai usar papel higiênico vermelho ou azul. Se você escolher vermelho, o fantasma vai cortá-lo você. Se você escolher azul, o fantasma vai sufocar você.

Caneta vermelha



Muitos supersticiosos coreanos proíbem canetas vermelhas em suas residências. Os coreanos dizem que se você escrever seu próprio nome em vermelho significa má sorte, ou até mesmo a morte. Tinta vermelha é usada para escrever o nome do falecido, não dos vivos.

Mercado negro de órgãos




Outra lenda urbana que circula com frequência na Coreia é a de que motoristas de táxi sedavam seus clientes, tiravam o seu rim e despejavam o corpo inconsciente no meio de um campo. A polícia minimizou a questão, explicando que é tudo uma farsa, mas muitas pessoas ainda permanecem desconfiadas.

curiosidades

4 dos desaparecimentos mais bizarros da história que jamais foram explicados

17:27

Quando uma pessoa morre, seus familiares sofrem e, dependendo da situação, entram em choque. Depois do enterro, no entanto, tentam seguir suas vidas da melhor forma possível, lidando sempre com a dor da perda. Mas e quando a família passa anos sem saber o que aconteceu com uma pessoa desaparecida?
Por mais que a gente acredite que não existam formas de sumir do mapa, há casos por aí muito misteriosos, que relatam o desaparecimento de indivíduos há anos e que nunca puderam ser encontrados. O sofrimento de amigos e familiares nesses casos, com certeza, é muito maior, porque não se sabe se a esperança do reencontro deve ou não ser alimentada, além de existir a angústia de continuar as buscas por uma pessoa que pode estar morta.
Complicado não? Mesmo parecendo apenas enredo de filmes de Hollywood, existem histórias reais que nunca receberam um desfecho, nas quais as pessoas simplesmente sumiram sem deixar vestígios. Confira, na lista que preparamos, 4 desses casos mais misteriosos que jamais puderam ser solucionados:

1. O sumiço dos Sodder


Na véspera de Natal de 1945, a família Sodder – imigrantes italianos que viviam na Virgínia do Oeste, nos Estados Unidos – passou por uma tragédia que mudou para sempre suas vidas. Eles estavam dormindo quando um incêndio terrível atingiu a residência. Acontece que, além das perdas materiais, 5 das 10 crianças da família acabou desaparecendo por completo.
Todos eles, segundo os pais, estavam no andar de cima, que foi completamente bloqueado pelo fogo. O mais impressionante, no entanto, aconteceu depois que os bombeiros contolaram o incêndio: não havia corpos carbonizados, ossos ou quaisquer outros vestígios das 5 crianças.
Dizem que antes e durante esse episódio, coisas estranhas aconteceram na casa dos Sodder. Primeiro, eles não conseguiram ligar para os bombeiros, porque o telefone não estava funcionando. Depois, o Sr. Sodder tentou aproximar o caminhão da casa, para chegar até o segundo andar, mas o veículo não dava partida.

Além disso, uma semana antes do incêndio, dois corretores de seguros muito estranhos estiveram no local e acabaram ameaçando a família devido aos comentários antifascistas que ouviram na residência. Aliás, um desses caras chegou a vistoriar a casa depois do ocorrido e foi quem determinou que a causa do fogo foi acidental.
Algumas pessoas chegaram a comunicar a polícia de terem visto 5 crianças, acompanhadas de dois italianos em um restaurante de beira de estrada, nas proximidades da cidade de Fayetteville, onde a família residia. Mas nenhuma pista do paradeiro dos garotos foi encontrada.
A única coisa que a família Sodder conseguiu, depois de 20 anos, foi uma foto de um de seus filhos já adulto. Mas, como a entrega foi anônima, eles não puderam confirmar se a fotografia era real ou não. O mistério desse desaparecimento nunca foi resolvido.

2. A tragédia do dirigível



Em plena Segunda Guerra Mundial, no ano de 1942, os militares Ernest Cody e Charles Adams sumiram depois de um misterioso acidente com dirigível. Eles estavam patrulhando a região de São Francisco quando avisaram, por rádio, que checariam um vazamento de óleo nas Ilhas Farallon.
A última vez que o dirigível L-8 foi visto, no entanto, estava sobrevoando a cidade de Daly, depois de passar rasante aos telhados das casas. Depois disso, caiu e se espatifou todo.
Mas a tragédia ficou ainda mais estranha, quando a equipe de buscas vasculhou os destroços do dirigível e não encontrou qualquer indício dos militares. A marinha concluiu que nenhum paraquedas ou bote salva-vidas estava faltando e apenas alguns coletes haviam desaparecido. Da mesma forma, não foi identificado qualquer dano na parte motora do dirigível.

Como não havia sinal de luta no que sobrou do dirigível e somente sua porta estava aberta, a investigação do caso nunca foi concluída. Até hoje não se sabe dizer se Cody e Adams foram abduzidos, se saltaram do L-8 ou se foram raptados pelos japoneses.

3. O desaparecimento de Ben Padilla



Esse é outro caso que permanece sem qualquer explicação até hoje. Aliás, a história aconteceu em 2003, quando Ben Padilla, um mecânico americano de aviões, simplesmente desapareceu com um Boeing 727!
Apesar do tamanho do avião, o FBI nunca encontrou seus vestígios e nem o mecânico, nem um outro cara que estava na aeronave quando ela decolou foram encontrados. Aliás, contam que o avião estava sendo reformado na Angola, onde Padilla foi para supervisionar os reparos e simplesmente levantou voo com o Boeing, que deveria apenas taxiar na pista.
Contam que o americano tinha licença de piloto, mas não contava com experiência suficiente para controlar uma aeronave daquele porte. Além disso, quem estava observando o suposto teste disse que, antes de decolar, o avião ziguezagueou, sugerindo que havia acontecido algum tipo de luta em sua cabine.

Várias agências de segurança chegaram a investigar o caso de Padilla e, durante um tempo, até mesmo um atentado terrorista foi considerado. Mas três anos depois do sumiço do avião, o FBI simplesmente deu o caso por encerrado, mesmo sem conclusões; e o mecânico nunca mais foi visto.

4. O mistério do farol das Ilhas Flannan



No ano de 1900, na Escócia, Thomas Marshall, James Ducat e Donald MacArthur foram encarregados de cuidar do farol das Ilhas Flannan durante 14 dias. Segundo as ordens que receberam, eles deveriam permanecer na torre e não poderiam deixar o farol sozinho em qualquer situação.
O trio, então, partiu para cumprir a tarefa, mas não demorou muito para que as embarcações que passavam pelo local percebessem que o farol não estava funcionando. Uma equipe foi enviada às ilhas de imediato e uma situação muito estranha foi vista no local: a torre estava completamente vazia, havia uma refeição pronta e intocada sobre a mesa e a porta do local estava trancada.

Ninguém, até hoje, sabe dizer o que aconteceu com os homens. Alguns chegaram a cogitar que eles haviam sido levados por uma forte tempestade que havia castigado a região alguns dias antes, mas os caras eram experientes demais para isso e foram encontradas anotações no livro de controle nas datas seguintes à forte chuva.
Fonte: BBC

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