Mitos

Maria Pisadeira, Quem é Ela?

08:33


"Esta é ua muié muito magra, que tem os dedos cumprido e seco cum cada unhão! Tem as perna curta, cabelo desgadeiado, quexo revirado pra riba e nari magro munto arcado; sombranceia cerrado e zóio aceso... Quando a gente caba de ciá e vai durmi logo, deitado de costa, ele desce do teiado e senta no peito da gente, arcano... arcano... a boca do estámo... Purisso nunca se deve dexá as criança durmi de costa."

(Cornélio Pires. Conversas ao pé do fogo)

Ela vive pelos telhados, sempre à espreita. Quando se janta e vai dormir com a barriga ainda cheia, deitando-se de barriga para cima, é chegada a hora da pisadeira entrar em ação. Ela desce de seu esconderijo e senta-se ou pisa sobre o peito da pessoa adormecida. E pisa, que pisa, com um peso infernal. Não há o que se possa fazer e o pior é que, na verdade, a vítima tem consciência de tudo o que está ocorrendo, pois entra em um estado letárgico onde não está nem totalmente adormecida, nem acordada a ponto de se mover e despertar.

A pisadeira é uma mulher muito magra -- Alceu Maynard Araújo a descreve como uma negra gorda, muito pesada, -- que tem os dedos compridos e secos, com unhas enormes, sujas e amareladas. As pernas são curtas e o cabelo desgrenhado. Um narigão, magro e muito arcado como um gavião. Os olhos são vermelho fogo, malignos e arregalados. O queixo é revirado para cima e a boca sempre escancarada, com dentes esverdeados e à mostra. Nunca ri, gargalha. Uma gargalhada estridente e horripilante.

É mito de origem portuguesa que ocorre em São Paulo e parte de Minas Gerais. Entretanto, a crença que uma intervenção maléfica de um fantasma ou demônio seja a causa do pesadelo é comum a quase todos os povos do planeta desde os tempos da Antigüidade. Em Portugal, é o fradinho da mão furada. No Nordeste brasileiro, os sertanejos acreditam numa velha ou num velho de barba branca que vem lhes arranhar o rosto durante o sono.

Moda

guarda roupa retro:

07:45

Moda: Rococó, Barroco , Era Vitoriana , romantismo e muito mais


Rococó






Babados, babados, exagero, volume. Isso lembra o Rococó, e esse, mais para a característica masculina, em tal o salto (Salto 15 - Titio Luis XV), e os moveis. Tons pastéis, muito babado e laços.
A palavra Rococó, vem de Rococaille, um modo de enfeitar os jardins. image
"O vestido era composto por uma saia, uma sobresaia e um pedaço de tecido triangular que cobria o peito e o estômago e era encaixado numa abertura frontal do vestido. Essas peças iam por cima de um corselet ou corpete e uma armação lateral, as ancas, que davam forma à silhueta. Os extravagantes tecidos de seda produzidos em Lyon eram essenciais para a moda rococó. O busto podia ser adornado com fitas, o que acentuava suas formas. Ele era ainda levantado e moldado pelo corselet de uma forma muito sedutora. Os vestidos em sua totalidade eram enriquecidos com babados, amarrações, fitas e flores artificiais. Ainda que se possa dizer que a ornamentação é excessiva, os elementos conservam um equilíbrio harmonioso e representam o espírito mais sofisticado e delicado do rococó."



Rococó lembra principalmente a minha diva inspiradora para o Lolita e qualquer outro estilo: Queen Marie Antoniette, ou para ser mais clara: Rainha Maria Antonieta. image















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Barroco






Renascimento e a Morte andavam juntos, a arte da luz sobre a sombra, a primeira escola de Moda e a extrema vaidade do Rei, são características que marcam essa época.

Decote, Manga, Saia, Saia sobre saia, fitas, bordados, babados, plumas,

"O traje feminino tinha volume nos ombros e mangas bufantes que terminavam abaixo do cotovelo, as folas eram caídas com bordas de renda. A roupa era composta de: camisa de linho; espartilho com decote baixo e ombros expostos. O Corpete era em formato de V decorado desde o decote até a cintura; manto; saia aberta no meio deixando exposta uma anágua decorada com laços e fitas. Eram usadas até oito anáguas, sustentadas pelo farthingale (aros de ferro que ampliavam e elevavam a saia); sapatos de salto. O cabelo era repartido ao meio possuía cachos até o ombro, só por 1690, os cachos passaram a ser sob a testa. Usava-se também o fontage, uma espécie de chapéu estruturado com arame enfeitado com babados de gaze e rendas na vertical." (Fonte)





Era Vitoriana






Reinado da Titia Vitória no Reino Unido, se divide em duas partes, logo no início e do meio para o final.

Logo no início as mulheres eram mais recatadas, preferiam cores mais leves, e o uso do corpete era praticamente obrigatório, sendo que crianças de 3 anos já usavam, e quando mais velhas, até 3 espartilhos eram usados. Braços cobertos, mangas bufantes e saia extremamente volumosa.

Tanto é que a criolina foi inventada nessa época.


ideal feminino que passa a ser seguido é:

  • A crinolina, com muitas anáguas, gerando vestidos extremamente volumosos;
  • O espartilho, evoluído do corset, agora mais ajustado à cintura, chegando inclusive a deformá-la;
  • As mangas extremamente justas e compridas, enfatizando os ombros caídos;
  • Cabelos cacheados;
  • Xales e chapéu grandes decorados eram os acessórios preferidos;
  • Maquiagem pálida com boca e olhos extremamente marcados;




Foi aí que as mulheres começaram a reclamar das restrições das roupas, e foi então que o Blommer foi feito, que era para as mulheres usarem em passeios de Bicicleta e atos do tipo, mas não foi muito bem aceito.

E na segunda parte a roupa já muda, a silhueta diminui, existe bastante o uso de chapéis, as cores se tornam mais escuras. Porém a silhueta mais fina fazia com que o modelo do corpo feminino fosse mais visto, e assim, causou certos problemas na sociedade rígida.

"Ainda em 1880, a anca desapareceu das roupas femininas, as saias passaram a ter formato de sino, as blusas tinham gola alta babados de renda ou rule. A renda também passou a ser usada em vestidos e em anáguas, que eram agora um símbolo erótico, já que para atravessar a rua, as mulheres tinham que levantar o vestido e deixavam propositadamente a anágua redada aparecer. Ainda se usavam luvas compridas à noite e leques imensos, as jóias eram extremamente coloridas.

Com a popilarização das bicicletas, os bloomers, antes rejeitados, eram agora usados apesar de causarem escândalos."

À mulher vitoriana foi dada a condição de ser frágil, puro, tímida, inocente e sensível. Qualquer característica que fosse de encontro a essas características era considerado vulgar. Por isso as roupas eram criadas para evidenciar esse perfil



1º Parte da Era Vitoriana:







2º Parte:


Somente no final do período vitoriano é que vamos ter uma diminuição do volume dos vestidos, que passam a ser mais retos na frente e mais volumosos atrás, com o uso das famosas anquinhas





romantismo
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O romantismo foi o segundo período mais marcante do século XIX (entre 1820 e 1840). Esta época chamada também de restauração não teve muita importância para a moda feminina, foi mais um processo de transição da moda do império para a era romântica. Falando agora de pormenores acerca do vestuário as mulheres usavam vestidos ate as canelas e era mais adornados, brilhantes e embelezados do que os que vimos no império, a forma cilíndrica passou agora para uma forma mais cónica mas sempre com o objectivo de esconder a silhueta das senhoras, os ombro e os decotes eram mais altos e as mangas tornaram-se compridas e justas ao pulso. Ao contrário das senhoras a moda masculina evoluiu bastante embora não tenha mudado totalmente pois este processo de mudança já se tem vindo a fazer desde o império tendo maior visibilidade na Inglaterra Que punha as regras da moda masculina enquanto paris da moda feminina.

mantlegrn1830s Romantismo Romantismo   Uma visão de mundo que dominou a cultura européia durante o século XIX

Anquinha Romantismo   Uma visão de mundo que dominou a cultura européia durante o século XIX





  • Silhueta fluida, porém mais ornamentada;
  • Formato cônico, com uso de anáguas;
  • Diminuição do comprimento dos vestidos;
  • Mangas bufantes, que iniciam-se curtas e aumentam de volume depois (manga pernil);
  • Penteados anelados;
  • Maquiagem discreta, quase natural, com rosáceas nas maçãs do rosto;



  • Joiás como complemento dos decotes, sempre rebaixados e com obros caídos;
  • Cintura volta para seu lugar, com uso do corpete;
  • Chápeu boneca;
  • Leques;

  • Sapatos de salto baixo e ponta arredondada;
Neste período, o uso os tecidos estampados (principalmente com flores) e tanto o uso de cores como o preto faziam parte do vestuário feminino e partir de 1820 os vestidos voltaram a ter cintura junta ao corpo não deixando de exaltar o uso de corpete seguido de um volume cónico nas saias…em 1830 as saias começaram a ser usadas mais subidas e as manga com uma grande simetria já para não falar nos decotes acentuados em forma de V que realçava todo o colo do peito e eram principalmente usados a noite, fazia também parte da moda feminina nesta época um xale de cashemire asado principalmente para cobrir os ombros que devido ao decote acentuado ficaram descobertos, os sapatos tinham um salto baixo e o leque tornou-se fundamental… em relação aos acessórios voltaram a ser usadas todo os tipo de jóias desde pulseiras a colares, tudo o que pode-se adornar a mulher. Adelaide dOrleans Romantismo 1838 Romantismo   Uma visão de mundo que dominou a cultura européia durante o século XIXO romantismo já vinha a marcar as suas diferenças desde o fim do século XIX e trouxeram o regresso do homem emotivo, natural e intelectual. A moda nesta época deu um grande avanço também devido a revolução industrial que trocou o homem pela máquina e como sinal de insatisfação o homem foi influenciado para um processo criativo. Paris e Londres foram as grandes capitais europeias desta época






neoclasico


No Período Neo-Clássico, a moda, assim como a arquitetura e as artes, buscam as referências nas linhas Gregas. Foi um “limpar” o Excesso do Excesso levado às últimas consequências do Rococó dentro e pós do Barroco. O governo de Napoleão também comungou deste ideal e na simplicidade feminina, divulga o estilo Império como um retorno à simplicidade da mulher grega. Napoleão decretou como idade legal para o casamento dezoito anos para as moças e vinte e um para os rapazes. Foi a partir de então que se tornou obrigatória à celebração da cerimônia civil do matrimônio. Josefina, esposa de Napoleão, foi a grande divulgadora da moda Império. A partir da Revolução Francesa, o traje nupcial passou a ser quase sempre claro e com a tendência ao estilo neo-clássico que se seguiu, tornou-se mais simples como uma tendência ao estilo grego. (1790 /1800- França- Período Neoclássico/ Josephine Bonaparte





LA BELLE ÉPOQUE (1890-1914)
A Belle Époque, iniciada no fim do século XIX e teve duração até 1914, início da Primeira Guerra Mundial. Conhecida como Bela Época (do francês) , o período caracterizado na Europa refletia as mudanças sociais e culturais, nos pensamentos, na arte, arquitetura e, é claro, na indumentária.O período da Belle Époque era considerado um momento de paz entre os países da Europa e uma época de evidenciar a beleza. Outra caracterização da Belle Époque era o luxo e ostentação demonstrada pela classe alta. As senhoras Vitorianas e Edwardianas ricas e de posição viviam em um mundo isolado, quase aparte do mundo real, com uma série de regras complicadas e rituais prescritos para aqueles em Sociedade. Rodeadas de criados, em intermináveis ciclos de movimentações sociais, de passeios de carruagem, chás, recepções, jantares, óperas e bailes.


Não podemos esquecer a maior parte das árduas tarefas: organizar e tramar adequadamente um bom casamento de uma filha. Não só estas atividades proporcionavam a moça sua razão de ser, elas mantinham um exército de costureiros, chapeleiros, joalheiros, bem como confeccionadores de leques, luvas e guarda-sol mantidos em uma atmosfera para manter cada senhora e suas filhas adequadamente trajadas para todas as ocasiões da época.
Algumas invenções surgiam para facilitar o cotidiano das pessoas. O cinema começava a aparecer, além do cabaré, cancan, e algumas formas de esporte como andar de bicicleta, andar a cavalo e hábitos de lazer como tomar banho de mar, o que influenciou a moda da Belle Époque.O ideal de beleza desse momento histórico eram as formas curvas, estilo orgânico e ornamental e todas essas características influenciaram na área da moda. A Belle Époque é associada ao bem-viver e ao estado de espírito das pessoas na Europa durante esse período


A moda feminina no período da Belle Époque recebeu as modificações com características específicas de acordo com as mudanças que ocorriam na sociedade.O exagero e a ostentação reinavam e eram representadas pelo volume excessivo, pelas penas, rendas e pérolas, além de babados, plissados, bordados, lantejoulas, rufos e outros ornamentos nos trajes femininos. O ideal de beleza eram as formas arredondas, estas foram ressaltadas nas curvas femininas: o espartilho era exageradamente apertado, o que deixava o corpo feminino em formato de “S”.A moda da época era ter cerca de 40 cm de cintura, para isso muitas mulheres, não satisfeitas com o exagerado espartilho, operavam para a retirada das costelas flutuantes. Além disso, a Belle Époque trouxe uma indumentária feminina que deixava todas as partes do corpo das mulheres cobertas por tecidos, apenas a face aparecia, até mesmo as mãos eram cobertas por luvas.As golas altas e trabalhadas tinham a função de cobrir totalmente o pescoço das mulheres. As anquinhas que sustentavam os volumes das saias desapareceram, porém as saias continuavam com volume, por meio do exagero de tecidos e uma forma de sino.




O formato era muito estreito, o que atrapalhava até mesmo nos passos das mulheres da época. O uso de bota era comum para esconder totalmente as canelas. Chapéus e flores faziam parte dos acessórios que adornavam as cabeças, usados com coques.Alguns anos se passavam na Belle Époque e surgia o hábito da prática esportiva, o que influenciou nitidamente na moda feminina, inclusive com o surgimento da bicicleta, o resultado foi um visual masculinizado nas roupas femininas.Devido a essas mudanças, surgiu a saia-calção, um modelo bufante de peça inferior.Outra inovação da moda feminina foi o aparecimento do tailleur, composto pela saia justa e longa e o casaco do mesmo tecido.
Como lazer, o banho de mar tornou-se comum entre as pessoas. Para essa prática, os trajes usados eram feitos de malha (em sua maioria fios de lã), além de uma capa protetora. Normalmente as mulheres usavam meias e sapatos durante o banho de mar.Além de tudo, essa prática influenciou profundamente a moda infantil: além de uma cópia da moda adulta, após um tempo surge a moda feita especialmente para crianças, evidenciando a roupa de marinheiro infantil, um clássico nesse segmento.



Para diferenciar as classes, a alta costura fazia sucesso com a classe alta. O nome que se destacava era o de Worth. A Maison parisiense WORTH era a mais prestigiada do momento.Outros nomes surgiam com o passar do tempo. Os criadores de alta costura adaptavam os trajes de acordo com as necessidades da época, misturando a estética e a buscava por novas soluções. Essas características na indumentária feminina permanecerem por muito tempo, evidenciando um consumo de luxo. Após um tempo, com o desenvolvimento do comércio e surgimento da burguesia define-se realmente o conceito de moda: um ciclo de imitação da burguesia em relação à nobreza e novas criações desta classe para evitar as copias dos burgueses. A alta costura, por meio dos grandes costureiros determinava uma moda diferenciada para homens e mulheres: clássica e prática para a moda masculina e pesada para a feminina.A Belle Époque no Brasil teve influência direta pela Europa. Os teares fabricavam somente tecidos grossos. Assim, a moda do Brasil copiava a européia. As mulheres usavam as roupas que chegavam de Paris, inclusive no verão, desde espartilhos, luvas, meias e chapéus, além do predomínio da forma corporal em S. Desse modo, é possível notar as mudanças que ocorreram na moda feminina no decorrer das épocas. A indumentária feminina sempre passou por modificações que podem ser analisadas nos períodos históricos e varias adaptações que evoluíam com as distintas épocas nas sociedades históricas.
medieval

O vestuário era muitas vezes feito de lã das ovelhas da família, fiada e tecida em casa. Para as pessoas mais ricas, as roupas eram mais complicadas, e nos séculos XIV e XV as modas mudavam bastante depressa. Mas havia regras. As saias nunca eram acima do tornozelo, embora os decotes pudessem ser bastante grandes.

Em geral as mulheres usavam o cabelo coberto. Os homens podiam exibir as suas pernas, com meias e casacos curtos.
Os camponeses usavam tamancos feitos em casa ou andavam descalços. Alguns usavam grossas solas de madeira ou de cortiça para não andarem com os pés na lama. Também se podia comprar meias com solas de madeira ligadas (os sapatos com saltos apareceram mais tarde

 O Século XIX - Império (1804-1815)

"Nenhuma pessoa, de qualquer sexo, poderá obrigar nenhum cidadão a vestir-se de uma maneira determinada, sob a pena de ser considerada e tratada como suspeita e perseguida como perturbadora da ordem pública: cada um é livre para usar a roupa e adorno de seu sexo que deseje"


Trecho do Decreto do Governo Revolucionário, 1793, França


O trecho acima representa muito bem um dos ideais que faziam parte da Revolução Francesa.




Ela culminou na transformação radical da sociedade daquele período. Após uma época de luxos e excessos, associar esta ostentação ao visual e às roupas era agora indesejável.


Com isso vamos ter um período em que a França cederá seu posto de referência de moda para a Inglaterra.




O início do século XIX será marcado por uma silhueta no mínimo curiosa e com inspiração na Antiguidade Clássica, extremamente confortável e totalmente contrastante com o que se vinha usando até então.




O visual feminino poderia ser assim definido:
  • Vestidos de musseline ou cambraia, muito fluidos (espécie de camisolas);
  • Cintura abaixo dos seios;
  • Penteados simples e naturais;
  • As retícules ou ridicules;
  • O xale, de Caxemira;






Já o masculino adquiriu as seguintes características:
  • Alfaitaria tipo inglesa (xadrezes e casacas);
  • Calças de casimira;
  • Botas de montaria;
  • Lenços volumosos no pescoço;
  • Penteados simples e naturais;








De maneira geral o que teremos pelo restante do século XIX pode ser baseado na cronologia abaixo:



Bem pessoal, esse é o post de hoje, é, ficou meio grande, mas eu achei bem interessante, eu dei uma super resumida, e espero que vocês tenham gostado, é isso!

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Moda

casquetes e fascinators

07:34

Casquetes uma realidade possível!



 



A casquete é um pequeno chapéu que pode ser usado de ladinho e preso por grampos ou em novas versões, fixo sobre um arco bem fininho. É uma das peças mais emblemáticas dos anos 40. Mas não se preocupe o pequeno chapéu pode ser usado hoje em dia, o resultado é muito bacana e estiloso! Minha história com as casquetes começou há uns 02 anos, fui atrás de uma, mas os preços eram pouco convidativos de 50 á 120 pilas, então acabei comprando tiaras com a mesma proposta, pois eram mais baratinhas, mas que não tinham tanto volume. Eis que eu estava passeando no shopping e achei esta linda casquete, bem invernal, com uma proposta elegante... Só que nem tudo são flores, ela veio originalmente, com um tope cheio de strass, não era feio, mas não combinava com o meu estilo. Então, retirei o tope e colei um botão e pronto! Fica a lição de ver o potencial do produto e de ter coragem de fazer alguma modificação, para que se encaixe na nossa personalidade. Acho ela perfeita para os dias de inverno, pois além de ficar alegante ajuda a esquentar. Além disso, podemos pegar o molde e faze-la em outras cores.


Mais umas fotinhos de outros ângulos, para quem sabe, inspira-las!





Olha ela ai sem efeitos...



Aqui neste blog tem dicas para fazer a sua.
 
 
Após o boom de notícias sobre o Casamento Real, recebemos muitas dúvidas sobre os Fascinators e hoje vamos esclarecer esses nominhos de acessórios de cabeça que estão pipocando por aí.
Mas o quê vem a ser um Fascinator?
Bom, para chegar no Fascinator, vamos começar falando sobre chapéus.
Na verdade não tem nem muito o que explicar sobre chapéu, né gente? Acho que todo mundo consegue saber que um chapéu é um Chapéu quando vê um, certo? É aquele acessório que, basicamente, esconde mais o rosto e protege o rosto dos raios solares. Em eventos sociais, devem ser combinados com a cor da roupa, que por sua vez devem ser mais sóbrias e discretas, pois a atenção estará voltada para o enfeite.
Sobre o Voilette, não sei se muita gente já ouviu falar, mas creio já terem visto. É um véu que cobre o rosto, enfeitado com penas e pedrarias. Atualmente ele pode ser visto em eventos como casamentos.
Já a Casquete, que tem mais jeitiho de chapéu, é um acessório usado na lateral e preso com grampos e hoje em dia também aparece em tiaras, podendo ou não, ter um véu.
E o tão falado Fascinator nada mais é do que um enfeite com todo o tipo de penas, pedrarias, flores e o que mais o designer conseguir imaginar. Algumas fascinators já vem com uma presilha para fixá-la nos cabelos ou até mesmo uma tiara estreita. Inicialmente o nome Fascinator era usado para denominar enfeites de cabeça feitos exclusivamente de renda ou lã (muito comum na Inglaterra), mas que agora está mais abrangente.
Agora conhecendo a diferença fica a dica. Chapéu tem função protetora, como falamos. Então, não é pra ser usado a noite. Já as casquetes e outros acessórios de cabeça estão liberadas desde de que você tenha estilo para usar e não pareça fantasiada

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