Musica

As incríveis Personas do David Bowie

10:24


Durante os anos 70, David Bowie criou várias personagens que interpretava em palco. Estes alter-egos tinham uma personalidade diferente da do próprio músico e eram eles que interpretavam as músicas para o público. Com o seu estilo provocador, Bowie interpretava essas personas com tudo aquilo que elas exigiam, incluindo roupa e maquilhagem elaboradas. Estas são as mais conhecidas.

Major Tom

É, possivelmente, a personagem mais famosa e mais reinterpretada de David Bowie. Major Tom é um astronauta que vai numa missão sozinho e perde o contacto com a Terra. Pede ao “ground control” que diga à mulher que ele a ama. “Space Oddity” foi uma das músicas escolhidas pela BBC para acompanhar a aterragem do Apolo 11 na lua.

Ziggy Stardust

Surge com o álbum The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars. Esta é uma personagem andrógina, bissexual e não se sabe bem se é da Terra ou de Marte. Aparece como uma espécie de mensageiro de extraterrestres.

Aladdin Sane

Como Ziggy Stardust teve tanto sucesso, Bowie receou que a personagem se tornasse maior que o criador, por isso o matou no ultimo show de sua turnê. Surgiu então Aladdin Sane e um álbum com o mesmo nome. Criado durante uma tournée pelos Estados Unidos.

Halloween Jack

A personagem Halloween Jack aparece no álbum Diamond Dogs e é descrito como um gato muito descontraído que vive em Manhattan. Foi a personagem usada por Bowie na tournée seguinte. David Bowie nunca o considerou como uma verdadeira persona.

Pierrot

É a personagem que surge na música “Ashes to Ashes”. A interpretação deste Pierrot tornou-se também uma referência da cultura pop. Só a maquilhagem demorava uma hora e meia a ficar pronta.


The Thin White Duke

Esta a é sua personagem mais “pesada”, apesar de parecer mais “normal”. É totalmente decadente, sem coração e viciado em cocaína. É um europeu que se debate para compreender vários conceitos como o amor e Deus. Muito desta persona reflete o próprio David Bowie.








Interessante

Gaslighting 15 sinais de que você é vitima de abuso psicológico

14:39


VOCÊ SÓ PODE ESTAR LOUCA, ISSO NUNCA ACONTECEU
CUIDADO, VOCÊ ESTÁ DESCONTROLADA
ISSO É COISA DA SUA CABEÇA
Se o seu companheiro fala com frequência uma dessas frases ou coisas semelhantes, se você duvida da sua percepção diante dos fatos e da sua sanidade mental, cuidado, você pode estar sendo vítima de abuso emocional, também conhecido como gaslighting.
Gaslighting é uma forma de abuso psicológico no qual informações são distorcidas, seletivamente omitidas para favorecer o abusador ou simplesmente inventadas com a intenção de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade. O termo vem de 1938, da peça Gas Light, em que um marido tenta deixar sua mulher louca diminuindo todas as luzes (que funcionavam a gás) da sua casa e então negando que a luz tenha mudado quando a sua esposa aponta a diferença. É uma forma muito eficaz de abuso emocional que faz com que a vítima questione seus próprios sentimentos, instintos e sanidade, o que dá ao parceiro abusivo muito poder. Uma vez que o parceiro abusivo tenha conseguido fazer a vítima perder a habilidade de confiar em suas próprias percepções, passa a ser muito mais provável que ela permaneça no relacionamento abusivo.
Geralmente, o abuso emocional acontece de forma gradual e sem que a vítima perceba. Com o passar do tempo, esses padrões abusivos aumentam, fazendo com que a vítima se torne cada vez mais dependente da relação e muitas vezes se isole de amigos e familiares. O abusador utiliza de técnicas que vão desde a negação dos fatos, como “eu não quero ouvir de novo” ou “nada disso aconteceu”, passando pela banalização dos sentimentos da vítima “nossa, como você é exagerada” e “não é motivo para tanto”. O gaslighting tem consequências desastrosas na vida da pessoa abusada e podem gerar problemas sérios como depressão, isolamento, ansiedade e confusão mental.
Segundo o grupo Livre de Abuso – criado para ajudar, orientar e acolher vítimas de vários tipos de abuso – para superar o gaslighting, é importante começar a reconhecer os sinais e eventualmente aprender a confiar em si mesma de novo. De acordo com o autor e psicanalista Robin Stern, os sinais de que você está sendo vítima de gaslighting incluem:
1- Você duvida de você mesmo constantemente.
2- Eu sou sensível demais? 
3- Você sempre se sente confusa ou até mesmo maluca.
4- Você está sempre pedindo desculpas ao seu parceiro.
5- Você não entende o porque, mesmo com tantas coisas boas na sua vida, você não se sente mais feliz.
6- Você frequentemente cria desculpas para justificar o comportamento do sue parceiro pra sua família e amigos. (ou até para si mesmo.)
7- Você tende a esconder informações de seus amigos e familiares para que não tenha que explica-las ou cobri-las com desculpas. 
8- Você começa a mentir pra evitar as distorções da realidade.
9- Você sabe que tem algo muito errado, mas não consegue expressar isso, nem pra si mesmo. 
10- Você tem dificuldade pra tomar decisões fáceis.
11- Você se sente desesperançoso e desanimado.
12- Você sente que não pode fazer nada corretamente ou bem feito.
13- Está sempre pra baixo e pensativa, mantendo seus pensamentos para fora da realidade. 
14- Você sente que costumava ser uma pessoa mais divertida, confiante. E possuiu boas lembranças, mas que por alguma razão apenas faz disso recordações. 
15- Você chega ao ponto de se perguntar: "eu sou mesmo uma boa parceira"

Cultura

CITY POP: (RE)DESCOBRINDO O EXCELENTE GÊNERO MUSICAL JAPONÊS DOS ANOS 80

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O City Pop representa uma feliz e madura mistura de Smooth Jazz, Synthwave e AOR, muitas vezes com elementos adicionais de Jazz Fusion, Jazz-Funk ou Boogie. Comumente citado como uma faceta da próspera “bolha econômica” japonesa, o City Pop representa, essencialmente, um gênero de estilo de vida, que fez apelo a um público japonês mais velho e financeiramente ascendente nas décadas de 1970 e 80. Tematicamente, o City Pop reflete uma vida de luxo em um ambiente sofisticado e urbano. E tem voltado com tudo agora com o movimento Vaporwave.



O City Pop é um gênero de música japonesa que foi muito popular nas décadas 1970 e 80, apresentando uma imagem cosmopolita direcionada àqueles que se beneficiavam do chamado "milagre econômico" do pós-guerra, um "boom" econômico ocorrido no Japão entre o fim da Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria. Época esta que facilitou o acesso a bens de consumo e tecnologias, influenciando não somente a economia como também a moda, comportamento e música.
O City Pop soa como uma mistura de AOR (que pode ser traduzido como “álbum orientado para o rock”), com elementos de Boogie e Disco. Alguns álbuns de City Pop apresentam uma mistura de diversos gêneros musicais, como Jazz, Blues, Synthwave e Pop. No geral, as músicas possuem uma considerável gama de instrumentos e sintetizadores, misturando saxofone com guitarras aliadas a batidas eletrônicas. A estética do City Pop também impressiona, com temas tropicais e retrofuturistas, este último fortemente influenciado pelas trilhas sonoras de filmes "cult" de ficção científica como "Blade Runner", "The Exterminator" e "Back to the Future".



É um gênero estabelecido dentro do contexto musical japonês. Os registros de City Pop foram compilados em muitos guias de livros publicados para colecionadores. Fora do Japão, o estilo pode ser visto como a “música japonesa dos anos 1980”, porém atualmente, com a propagação e modernização da música japonesa, o City Pop começou a ser (re)descoberto e até reeditado pelo grande público.
Selecionamos os cinco melhores álbuns, ao nosso ver, para que você possa ouvir e obter uma melhor compreensão do City Pop e de como este gênero musical tem íntima relação com o contexto social da época, porém aos amantes da boa música soa como algo agradável, requintado e contemporâneo. Atemporal.











Disney

10 FRASES DOS DESENHOS DISNEY QUE ENTRARAM PARA A HISTÓRIA!

10:12

Os filmes Disney são sempre uma grande experiência, seja por seus personagens, pela história, pelas músicas, mas muitas vezes o filme solta algum diálogo que fica gravado na história do cinema. Vamos relembrar algumas? 





Espelho, Espelho meu
primeira animação Disney é responsável por eternizar na história e na cabeça das pessoas uma frase que seria levada quase como um bordão normal das pessoas.
"Espelho, Espelho Meu. Existe alguém mais bela do que eu?"


Vida Longa ao Rei
Hora de reviver alguns traumas de infância aqui. Em Rei Leão, nós vimos a ambição do vilanesco Scar aumentar e se transformar em um plano para matar o próprio irmão, e então ele finalmente executa o seu plano, vendo seu irmão pedir ajuda e dizendo as ultimas palavras:
"Vida longa ao Rei..."





Bibbidi-Bobbidi-Boo
Em Cinderella, nós conhecemos a Fada Madrinha, que faz com que Cinderella tenha a sua noite de princesa. Mas antes disso ela diz as palavras mágicas que ficaram gravadas na história - e até serviram de inspiração para a criação de vilões de Dragon Ball Z.
"Bibbidi-Bobbidi-Boo"


Ao Infinito e Além
Em Toy Story nós conhecemos Woody e seu rival como boneco preferido do Andy, Buzz Lightyear. Buzz não sabia que era um brinquedo, e agia como "Buzz" de verdade.
E nesse momento nós fomos apresentados ao bordão do Patrulheiro:
"Ao Infinito, e além!"


Cortem as Cabeças!
A prova de que esta frase entrou para a história, é que você conseguiu ler com o tom de voz da Rainha de Copas, com os gritos e os desesperos, até o "R" puxado, enquanto a monarca do País das Maravilhas esbravejava:
"Cortem-lhe as cabeças!!"


Ohana quer dizer Família
Eu realmente não sei até hoje se essa frase é fofa ou triste. Os sentimentos mistos que a gente fica ao ouvir durante o filme Lilo e Stitch, tanto da criança terráquea, quanto do alienígena, fazem que a gente realmente não consiga decidir muito bem.
Mas é uma frase com um significado muito profundo, que as pessoas usam até hoje:
"Ohana quer dizer família, e família significa nunca abandonar ou esquecer"


Desonra pra tu, desonra pra tua vaca!
Mulan tem uma das histórias mais lindas das animações da Disney, sendo o filme favorito de muitas pessoas. Mas uma frase do filme que acabou virando história, porque já virou meme de várias maneiras diferentes, eventualmente, foi a piada de Mushu:
"Pode anotar aí, desonra pra tu, desonra pra tua vaca!"


Se você não pode dizer nada de bom
Quando uma frase de filme fica tão gravada que vira até conselho de mãe. Digo isso, porque eu cresci sempre ouvindo esse conselho da senhora minha mãe, que obviamente ela viu em Bambi, quando o coelho Tambor sempre dava esse sábio dizer:
"Se não tem nada de bom para dizer, não diga nada..."




O passado pode machucar
Provavelmetne Rei Leão é o desenho que mais deixou frases marcadas na história. Uma delas é realmente algo que você pode tomar como uma lião de vida, sempre que você ficar preso demais no passado, quando Rafiki bate seu cajado na cabeça de simba, ele lembra que:
"Sim, o passado pode machucar. Mas do modo como vejo, você pode fugir dele ou aprender com ele."


Hakuna Matata
Eu disse, Rei Leão é uma fonte de frases. E para finalizar nós temos uma frase que por pouco não entrou pra lista, pois está muito associada à música, mas nós temos também a parte que não se trata de música, e sim Timão e Pumba ensinando seu jeito de vida para Simba:
"Hakuna Matata, significa: Sem Problemas"

Cinema

10 FILMES DE FANTASIA QUE VOCÊ PRECISA ASSISTIR!

23:27

Bruxos, unicórnios, dragões. São coisas que fazem parte do imaginário popular e exercem um papel transcendental dos contos para o cinema. Falando em cinema, preparamos uma lista com 10 filmes de fantasia que servem como uma boa introdução ao tema. Confira:
Vale lembrar que esses filmes não estão listados em ordem alguma, e são filmes de leve entendimento para os que querem iniciar no gênero da fantasia e aventura. Alguns já são conhecidos do público, e merecem destaque nessa lista por terem feito um estrondoso sucesso de crítica e público ao redor do mundo.
Por não caberem nessa lista, não podemos deixar de citar várias menções honrosas, dentre as quais já destaco Conan, o Bárbaro, A Sétima Viagem de Simbad, Jasão e os Argonautas, Asas do Desejo, Labirinto, A Espada Era a Lei, Caldeirão Negro e Fantasia.

A Lenda
É um filme um tanto quanto controverso. Apesar das críticas razoáveis, conseguiu exercer um enorme papel para o gênero. A história gira em torno de Jack, um camponês que leva uma amiga para conhecer uma floresta encantada, repleta de unicórnios, elfos e fadas. Enquanto isso, o Senhor das Trevas pretende emergir o mundo em trevas e gelo, para que possa governá-lo a seu bel-prazer, e para isso, precisa matar todos os unicórnios, fazendo com que Jack tenha de impedi-lo. Dirigido por Ridley Scott e com atuações de Tom Cruise, Mia Sara e Tim Curry (em um de seus papeis mais sinistros e interessantes), o filme foi indicado pelos seus efeitos e maquiagem em diversas premiações, incluindo o Oscar.

A Bela e a Fera
Antes da Disney fazer sua versão animada e prestigiada, chegava aos cinemas, no ano de 1946 o filme La Belle et La Bête, dirigido por Jean Cocteau. A história é aquela que todos conhecem... talvez com algumas modificações: Belle, Adélaide, Felice e Ludovic são irmãos de uma família à beira da ruína. Um dia, o pai dos quatro encontra refúgio em um castelo onde vive uma fera horrenda. Quando ele rouba uma rosa do jardim do castelo, sua filha Bela é condenada a viver com a Fera. Destaque para a atuação de Jean Marais (Fera).

A Companhia dos Lobos
Uma adaptação da fábula da Chapeuzinho Vermelho, com David Warner, Angela Lansbury, Stephen Rea, Jim Carter e Terence Stamp. A direção é de Neil Jordan.


A Viagem de Chihiro
Um verdadeiro clássico moderno. Chihiro é uma pequena garota prestes a se mudar. Na viagem, Chihiro e a família se perdem, indo parar em uma cidade misteriosa. Enquanto os pais de Chihiro ficam em uma das casas, a menina sai e conhece um menino chamado Haku, que a alerta para fugir o mais rápido possível. É o início de uma perigosa jornada de auto-conhecimento e aprendizagem. A direção é do mestre japonês Hayao Miyazaki.

Senhor dos Anéis/O Hobbit

Uma das franquias mais bem aceitas por público e crítica, baseados em uma série de livros do grande J. R. R. Tolkien, a trilogia O Senhor dos Anéis (e O Hobbit) conta a história da luta pelo Um Anel, objeto de extremo poder que pode condenar a Terra-Média. Frodo Bolseiro, um Hobbit (espécie de homem pequeno) precisa destruir o anel, adquirido por seu tio Bilbo em uma jornada. No meio do caminho, elfos, magos, dragões e diversas outras criaturas fantásticas. As duas trilogias são dirigidas por Peter Jackson e vencedoras de inúmeros Oscars.

Harry Potter

Essa é uma franquia que dispensa apresentações. Basta dizer que a jornada do bruxo e sua história pela Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts é atualmente a franquia mais lucrativa do cinema, com quase 8 bilhões de dólares arrecadados mundialmente, e ainda mais filmes por vir nesse universo.

O Sétimo Selo

Ingmar Bergman é um gênio. Tendo dito isso, O Sétimo Selo, uma de suas maiores obras, narra a história de um cavaleiro e seu escudeiro, que retornam de uma Cruzada. Em uma praia, o cavaleiro conhece a Morte, e lança um desafio para escapar de seus braços: devem jogar Xadrez, e enquanto estiver ganhando, permanece vivo. Excelente recomendação.

O Labirinto do Fauno

Dirigido por Guillermo Del Toro, o filme já foi considerado pela crítica como “o melhor filme de fantasia desde O Mágico de Oz”. E não é um exagero. Ofélia, uma menina dócil e inocente, é levada para morar com o novo marido da mãe, Vidal, oficial fascista do exército do General Franco. Na nova casa, ela descobre um labirinto, onde mora um fauno que a convence de que ela é a princesa de um reino mágico. Destaque pela forma como a realidade e a fantasia se entrelaçam, e pelo caráter frio e sombrio desenvolvido ao longo da história.
Branca de Neve e os Sete Anões

O motivo é simples: Além de ser um dos mais respeitados – e lembrados – filmes de fantasia, é também o primeiro longa-metragem em cores, lançado pela Walt Disney em 1937. Apesar de bem diferente do conto original (que é um tanto quanto macabro), o filme encantou gerações e preparou o terreno para uma infinidade de outras animações.
O Mágico de Oz

“Over the Rainbow” é a primeira coisa a ser lembrada quando o assunto é esse clássico de 1939. Porém, mais além do arco-íris ainda foi o legado construído pelo filme, baseado no livro homônimo de L. Frank Baum. Dorothy é levada por um furacão ao país de Oz, um local mágico ameaçado por duas bruxas malignas... ou melhor dizendo, apenas uma. Ela deve se aliar a seres incríveis e enfrentar um grande desafio para que o grande e poderoso Mágico de Oz conceda seu desejo de voltar para seu lar. Destaque para a trilha sonora incomparável e pelas decisões estéticas (desde a abertura em tons de sépia até as filmagens dentro de estúdio).

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