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COMO AS CORES DE GAME OF THRONES MUDARAM AO LONGO DAS 7 TEMPORADAS

22:43



Segundo a análise da equipe visual da Vox, a paleta de cores de Game Of Thrones mudou lentamente ao longo das 7 temporadas.
Ao analisar todos os 67 episódios, a equipe chegou a conclusão de que os tons quentes e vibrantes foram gradativamente substituídos por tons muito mais frios e escuros.
Apesar das matizes serem apenas uma parte da estória, o declínio constante do calor e saturação são um aparente presságio para o longo inverno que a série promete desde o começo.

Os episódios mais claros e mais escuros

O episódio mais escuro até agora é “Blackwater”, o penúltimo da segunda temporada. Quando houve a batalha de Blackwater Bay durante a noite, entre a frota de Stannis Baratheon e as tropas dos Lannisters. As únicas cores brilhantes aparecem na chama verde fluorescente do incêndio que destrói o exército do Stannis.

Em contrapartida, o mais claro foi o primeiro exibido da série. E faz total sentido, logo no começo ainda é verão e há muitas cenas durante o dia e ao ar livre, que contribuem para o brilho geral do capítulo.
No vídeo abaixo você confere o resultado da análise, e pode conferir aqui os espectros de cores interativos e com anotações sobre cada capítulo.

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E Se Prety Little Liars Fosse Brasileira? (Versão Globo)

14:50

Já fizemos esse post aqui, porém no modo SBT (isso é, usando atores jovens do SBT) agora vamos fazer usando os da Globo.inc. Você já pensou? E se PLL fosse BR?

+ E SE PLL FOSSE BRASILEIRA (VERSÃO SBT)

Isabella Santoni Seria Alisson

Isabelle Drummond Seria Aria

Bruno Gissoni seria Caleb 

Grazi Massafera seria Cece Drake

Bruna Marquezine seria Emily

Marco Pigossi seria Ezra

Marina Ruy Barbosa seria Hanna

Kleber Toledo seria Jason

Cecília Dassi seria Jenna

Sophia Abrão seria Kate

Johnny Massaro seria Lucas

Aline Dias Seria Maya

Julia Davila seria Mona

Alice Wegman seria Paige

Tammy di Calafiori seria Sara

Camila Queiroz seria Spencer

Guilherme Leicam seria Toby

curiosidades

Os 4 momentos mais House of Cards da história do Brasil

16:19

A política brasileira não deu trégua nos últimos dois ou três anos – entre disputas ideológicas, manifestações de rua, investigações, prisões e delações, quem nasceu nas últimas décadas não se lembra de ter passado por um período de tensão tão duradouro em Brasília.
O que não significa que esses períodos não tenham ocorrido, é claro. Para refrescar a memória, eu selecionou alguns momentos do poder brasileiro que também renderiam boas temporadas de House of Cards.

Período regencial

A política brasileira já dava sinais de sua vocação para enlouquecer jornalistas desde o século 19. Às três da manhã do dia 7 de abril de 1831 – menos de dez anos após declarar a independência do Brasil – D. Pedro I largou o trono do país recém-fundado e voltou para Portugal.
Ele pensou bem antes de tomar a decisão. Em 1826, sete anos antes, morreu D. João VI, pai do monarca brasileiro e rei do país europeu. Foi uma virada irônica do destino – D. Pedro I se tornou, ao mesmo tempo, líder da ex-colônia e da ex-metrópole.
Não seria muito coerente de sua parte aceitar o comando da terra dos pastéis de Belém quatro anos depois de bradar “independência ou morte!” às margens do Ipiranga, então ele deixou Portugal nas mãos de sua filha, D. Maria II, e ficou aqui entre palmeiras e sabiás. Ã‰ claro que “palmeiras e sabiás” só eram uma boa descrição do Brasil Imperial na cabeça romântica do poeta Gonçalves Dias. Na época – qualquer semelhança com a atualidade é mera coincidência –, o país era palco de uma ferrenha cisão política, e vários grupos estavam insatisfeitos com a Constituição autoritária que D. Pedro I havia outorgado em 1824. 
A pressão chegou ao ápice com o assassinato do jornalista liberal Libero Badaró no final de 1830. O assassino nunca foi encontrado, mas as suspeitas recaíram sobre o governo. Revoltas regionais e agressões à comunidade portuguesa que vivia no Rio de Janeiro pioraram a situação, e D. Pedro I, sob pressão, deixou o trono e voltou para a Europa. 
Na época, seu filho e sucessor, D. Pedro II, era um menino de cinco anos e quatro meses de idade, e precisaria aguardar a maioridade para assumir o poder. Resultado? O destino do Brasil, ficava, pela primeira vez, nas mãos do poder Legislativo. O Senado, ciente do caos que a abdicação podia gerar na nação jovem, elegeu três políticos – um liberal, um conservador e um militar – para comandar o país com algum equilíbrio. 
Em 10 anos, o Brasil passou pela mão de quatro governos – depois da regência provisória original, veio outra, permanente, também com três políticos. A essas se seguiram dois governos individuais, que ficaram conhecidos como as regências unas de Feijó e Araújo Lima. Para o terror desse poder instável – e dos vestibulandos de Humanas – o período foi marcado por insurgência popular em todos os cantos. Revolta dos Malês, a Cabanagem, a Sabinada, a Balaiada e a Revolução Farroupilha foram só algumas das revoltas e conflitos regionais que eclodiram até D. Pedro II assumir o comando.

República da espada

Os primeiros anos democráticos do Brasil mais pareciam os últimos. Após a proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, o país não passou imediatamente às mãos da elite do café com leite – a transição envolveu cinco anos de ditadura militar. Marechal Deodoro da Fonseca e sua turma, inspirados nos ideais do francês Auguste Comte, pegaram o lema do filósofo positivista – “amor, ordem e progresso”–, tiraram a parte do “amor” e estamparam o resto em uma faixa branca no centro da bandeira nacional – que está lá até hoje. 
No início, os cafeicultores acharam esse governo de transição um ótimo negócio – sem a mão de ferro das forças armadas, eles não seriam capazes de consolidar o poder após o golpe de Estado. Após o fim do período provisório, porém, Deodoro se manteve no poder, e conforme o regime democrático ganhava estabilidade, a pressão sobre seu governo de exceção aumentou. Em uma tentativa de aumentar a própria popularidade, o marechal indicou ao cargo de ministro da Fazenda o intelectual Rui Barbosa. A manobra foi um tiro no pé, e jogou o país em uma crise econômica.
Com pouco apoio político, Deodoro renunciou em 23 de novembro de 1891 – não sem antes, sob pressão, declarar estado de sítio em um ato autoritário desesperado e bater o último prego do próprio caixão. Segundo a nova constituição que havia passado a valer em seu governo, se um presidente renunciasse antes de completar dois anos de mandato, novas eleições deveriam ser organizadas para eleger o próximo. Acontece que o marechal Floriano Peixoto preferiu simplesmente assumir o poder – sem a parte das eleições.
Ele comandou o país com violência e sufocou diversas revoltas, mas após um governo popular, organizou o processo eleitoral que daria a vitória ao civil Prudente de Morais em 1894 – e não tentou prolongar o domínio das forças armadas. 

Jânio e Jango

Pena que não existia internet em 1961 – ela teria vindo abaixo. O presidente eleito Jânio Quadros, com os ombros cheios de caspa falsa, sanduíches de mortadela nos bolsos e um português de fazer tremer até a mais exótica das mesóclises, largou o cargo em 25 de agosto de 1961, meros oito meses após tomar posse.  
O anúncio veio em forma de um bilhete lacônico, escrito na pior caligrafia possível e entregue em mãos ao congressista Auro Soares de Moura Andrade – hoje nome de uma avenida no bairro da Barra Funda, em São Paulo, mas na época um influente político conservador, disposto a jogar do lado dos militares.
O Brasil prendeu a respiração. Quem tinha que assumir o poder era o vice, João Goulart – que estava na China, em uma viagem oficial, e não fazia a menor ideia da renúncia. Acontece que a intenção de Jânio nunca foi sair de vez da presidência – ele só tinha um plano ousado demais para o próprio bem.  
A maior parte dos historiadores concorda que o bilhete foi só um blefe mal-sucedido. Bom ator que era, Jânios Quadros afirmou se sentir pressionado por “forças terríveis”. Ao se fazer de vítima, esperava voltar blindado – e aclamado pelo povo – à liderança.
Deu errado. Ninguém fez questão de mantê-lo no poder, e Goulart, a opção disponível, não era bem uma opção: sua fama de comunista passava longe dos interesses das forças armadas e da parcela da sociedade que, três anos depois, bateria ponto na Marcha da Família com Deus pela Liberdade.
Para acalmar os ânimos conservadores, já dispostos a tomar o poder à força, a solução do legislativo foi cortar as asas do vice: começou uma breve república parlamentarista, com Tancredo Neves (que será citado abaixo) de primeiro-ministro. Haja fôlego para acompanhar o noticiário – após Tancredo, o cargo criado a toque de caixa mudaria de mãos mais duas vezes em menos de dois anos.
Em 1963, um plebiscito tornou o Brasil de novo presidencialista, e Goulart, agora de fato com o poder em mãos, governou de acordo com seus princípios ideológicos e sob muita pressão até ser deposto pelos militares em 1964.

Tancredo Neves e a volta à democracia

A cidade mineira de São João del-Rei, terra natal de Tancredo Neves, virou notícia de tablóide hoje mais cedo. Uma estátua do político, que foi personagem essencial da redemocratização do Brasil após a Ditadura Militar, amanheceu com uma placa de papel em que se lia “que vergonha dos meus netinhos!”
Os netinhos em questão são, é claro, Aécio Neves e sua irmã (e principal assessora) Andrea – presa ontem (18) após pedir dinheiro ao empresário Joesley Batista em nome do irmão. Prova de que, quando a assunto é crise política, a influente família Neves gosta mais é de ficar no olho do furacão.
Tancredo Neves foi um dos únicos políticos que se mantiveram fiéis a João Goulart até o último dia de seu governo em 1964. Apesar de se opor ao regime, usou sua capacidade de conciliação para passar incólume pelos 21 anos de governo autoritário, e chegou a 1983 como símbolo de uma transição suave de volta para a democracia. Em 1984, os desejos das Diretas Já! não foram atendidos, e Tancredo foi disputar as eleições indiretas com Paulo Maluf. No ano seguinte, o colégio eleitoral deu 480 votos ao mineiro, contra os 180 que recebeu o candidato do PDS.
O político, aclamado pela população e aceito pelos generais, morreu em abril de 1985 aos 75 anos após passar um longo período internado em um hospital paulistano – e nunca chegou a tomar posse. José Sarney, seu vice, assumiu a Presidência em seu lugar em 15 de março de 1985, e liderou um governo marcado por problemas econômicos. Depois dele, nas primeiras eleições diretas em quase três décadas, o season finale veio com a vitória do caçador de marajás Fernando Collor de Mello, que confiscou poupanças, foi incapaz de controlar inflação e renunciou antes de sofrer um impeachment por denúncias de corrupção.

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As Melhores Séries Originais da NetFlix

13:16

Desde que a Netflix chegou no mercado ela veio lucrando cada vez mais, seja distribuindo séries ou criando as suas próprias séries, ninguém imaginava que isso poderia ir tão longe né pessoal? (Eu sim) conseguindo quase sempre notas altas no IMDB, mas tendo lá os seus deslizes a marca vem conquistando cada vez mais espaço, e então eu resolvi listar 08 Séries da qual eu considero as melhores (baseando também nas suas críticas e e notas)


01 - Stranger Things 




Stranger Things se passa na década de 1980 em Hawkins, Indiana, e conta a história da busca por um garoto que desapareceu sem deixar rastros e em circunstâncias suspeitas. Sua mãe (Winona Ryder) pede às autoridades locais o início das investigações do desaparecimento, que vai revelar uma série de mistérios envolvendo experimentos ultrassecretos do governo, forças sobrenaturais aterrorizantes e uma garotinha muito estranha. Uma homenagem aos clássicos cult dos anos 80, Stranger Things é uma história de formação de três garotos que levam essa pacata comunidade a um mundo onde mistérios estão à espreita de todos. O elenco conta com Winona Ryder, Matthew Modine, David Harbour, Charlie Heaton, Natalia Dyer e Millie Brown. Na produção executiva de Stranger Things: os irmãos Duffer (Wayward Pines), Shawn Levy (Uma Noite no Museu) e Dan Cohen (Story of Your Life)


02 - The Get Down




Criada por Baz Luhrmann, a nova série original Netflix é uma história que tem como pano de fundo a música dos anos 70 em Nova York ; uma crônica do surgimento do hip-hop e dos últimos dias da disco music. A trama é contada por garotos do South Bronx, cujos personagens, músicas e vidas mudariam o mundo para sempre. O elenco conta com nomes como Shameik Moore, Justice Smith, Herizen Guardiola, Yahya Abdul-Mateen II, Skylan Brooks, Tremaine Brown Jr., Mamoudou Athie, Jimmy Smits, Giancarlo Esposito e Jaden Smith.


03  - Narcos




Narcos narra as histórias reais e conturbadas dos chefões do narcotráfico no final dos anos 1980 e os enormes esforços dos agentes da lei para detê-los em conflitos brutais e sangrentos. Seu roteiro cativante detalha os vários lados que compõem estas forças conflitantes – agentes da lei, políticos, policiais, militares e civis – que se chocam no esforço para controlar a cocaína, uma das mercadorias mais valiosas do mundo. A série é estrelada por Wagner Moura (Tropa de Elite, Elysium) como Pablo Escobar, junto a Boyd Holbrook (Garota Exemplar) e Pedro Pascal (Game of Thrones) como os agentes do DEA, Steve Murphy e Javier Peña. José Padilha (Tropa de Elite, RoboCop) e Eric Newman (Filhos da Esperança) são os produtores executivos da série.



04 - House Of Cards




House Of Cards se passa em Washington e gira em torno de Frank Underwood, um importante congressista americano que recebe muito mal a notícia de que não será Secretário do Estado do governo de Garret Walker, presidente eleito dos Estados Unidos.


05 - Orange Is The New Black




Da mesma criadora de "Weeds", "Orange Is The New Black" é uma das séries mais queridas da Netflix - e os diversos Emmy que recebeu estão aí para provar. A história é sobre uma privilegiada garota de Nova York que acaba na prisão por um crime cometido anos atrás.


06 - 13 Reasons Why


  

A série é baseada no livro de 2007 do escritor norte-americano Jay Asher, Th1rteen R3asons Why - com essa grafia mesmo! Em 2011, a obra alcançou o topo dos mais vendidos no New York Times, e quase seis anos anos volta ao centro das atenções pelas mãos da Netflix. A série trata de dois assuntos em pauta, ainda mais preocupante no âmbito adolescente - a depressão e o suicídio. A motivação, porém, ganha ares além da psicopatologia. Em "13 Reasons Why", há bullying, distanciamento dos pais, abusos sexuais e emocionais, questionando os papéis da família, amigos e escola.  A direção dos primeiros dois episódios é assinada por Tom McCarthy, responsável pelo vencedor do Oscar "Spotlight: Segredos Revelados". Os outros diretores também não deixam a desejar - temos Gregg Araki, do indie "Mistérios da Carne", Carl Franklin, da série "The Leftovers", e Jessica Yu, do sucesso "American Crime".  A atriz e cantora (e agora produtora) é responsável pela produção da série e isso faz todo o sentido. Para quem não sabe, a jovem Gomez passou um tempo afastada dos holofotes para tratar dos mesmos problemas abordados pela série. Isso significa que "13 Reasons Why" é toda conduzida por alguém que literalmente entende do assunto, deixando a série ainda mais sincera e real. 


07 -  Sense 8




Criada pelos irmãos Andy e Lana Wachowski, a série Sense8 Ã© uma ficção científica cheia de ação e mistério sobre oito pessoas que, de uma hora para a outra, têm suas mentes conectadas e começam a ser perseguidas como uma grande ameaça.

08 - Desaventuras em Série



Ao longo dos oito episódios da primeira temporada de Desventuras em Série, somos constantemente avisados para não olhar, trocar o canal, assistir a outra coisa, pois a história daquelas crianças é tão triste que vai estragar seu dia. Apesar de ser realmente muito triste, toda a trama da série entretém e diverte, trazendo algo novo para a TV, uma adaptação que cabe perfeitamente no formato proposto. 

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Da Pior Para A Melhor - UM RANKING COM TODAS AS TEMPORADAS DE 'AMERICAN HORROR STORY

21:16



Agora que a sétima temporada acabou, decidi que fazer um ranking para numerar da Pior à Melhor temporada de AHS seria super justo, eu sou super fã dessa série desde a primeira temporada, que aliás eu gosto muito. Muitos fãs da saga AHS reclamam sobre as temporadas, no meu gosto eu irei fazer este ranking.


6 - Hotel




Hotel tinha uma missão muito mais difícil que as temporadas anteriores: seguir em frente sem o rosto principal de suas quatro primeiras temporadas, a inquestionavelmente talentosa Jessica Lange ( E fracassou) Sim, mas não por causa da Jessica, mas por causa do tédio todo que essa temporada virou, levaram tão a sério o negócio de sombrio que ficou sem graça alguma. Quando a cantora Lady Gaga foi escalada como a protagonista do quinto ano, muitos viraram o rosto, mas a atriz acabou conseguindo se destacar no papel da Condessa – tendo melhorado consideravelmente sua performance com o passar dos episódios –, sendo um dos pontos positivos desta temporada. Seu rosto novo trouxe um frescor para a série, assim como algumas escalações mais inusitadas, como o papel do Evan Peters, que está completamente diferente de tudo o que vimos antes; deliciosamente psicótico. Infelizmente, a série volta a sofrer com o excesso de tramas e o destaque desnecessário para alguns núcleos que nunca se mostraram interessantes, como os crimes envolvendo os 10 mandamentos e todas as cenas com a família do policial. No entanto, este quinto ano, que volta a investir em um tom mais sombrio e surpreendentemente erótico, se destacando pelas várias conexões estabelecidas com as temporadas anteriores. Porém a temporada acaba ficando entediante com o passar dos capítulos e então já não vemos mais nada de interessante, tanto que quando chegou ao ultimo capítulo tudo que tivemos foi um imenso alívio.



5 - Coven




Coven veio logo depois de Asylum, que já havia superado as expectativas de muitas pessoas com o seu tom obscuro, e tratava de abordar um dos temas mais legais do gênero: bruxaria. Infelizmente, a temporada que tinha tudo para ser uma das mais sensacionais da série desandou na metade dos seus 13 episódios, tornando-se mais uma briga de divas do que uma "história de horror americana". Não me levem a mal, esta terceira temporada é bastante divertida, mas ninguém pode negar que a narrativa se tornou uma bagunça. Não dava para levar as mortes a sério porque os personagens voltavam à vida algumas semanas depois sem qualquer consequência, o que acabou banalizando um dos elementos mais importantes de qualquer narrativa. Além disso, plots foram abandonados (a redenção da personagem da Kathy Bates foi abruptamente deixada de lado) e outros sem pé nem cabeça foram introduzidos aleatoriamente (como a Fiona sem alma), indo de contramão com tudo o que vimos anteriormente. É como se os roteiristas estivessem escrevendo um roteiro por semana durante as filmagens, sem qualquer direção específica. Ainda assim, nos proporcionou algumas das falas mais icônicas da franquia.




4 -Freak Show 



A Temporada tinha tudo para ser o máximo, afinal Coven já tinha sido um horror (literalmente) O tema tinha tudo para arrasar e lacrar com tudo, porém, de repente umas coisas meio que sem pé nem cabeça e fundamento e braço e perna começaram a acontecer, como por exemplo a morte de Twisty e com ele foi se embora a série que tinha tudo pra ser... Aliás esse tema Circo sempre nos decepciona (Como Circus da Britney que não tem quase nada de circense lá) Quando anunciaram o tema imaginei um circo de aberrações assassinas ou até palhaços que fariam Pennywise de tapete, mas tudo que temos foi um choro sem fim, muito drama, histórias as vezes chatinhas ( A da Papper é a melhor) poucos ponto altos na temporada, Evan com um dos seus personagens mais chatos, Kathy Bates novamente não foi aproveitada como merecia e ainda tínhamos a certeza que Jéssica sumiria dali pra frente. Betty e Dot foram os destaques, Sara Paulson mais uma vez salvou o dia com o seu drama de separa não separa as irmãs, por fim a temporada ainda teve um dos finais mais frustantes de todos.



3 - Murder House



Murder House foi responsável por dar início a toda essa loucura! E foi um início maravilhoso. A trama seguia uma das premissas mais populares e clichês do gênero: casa mal-assombrada; mas a série consegue desenvolver sua própria identidade através de uma mitologia muito bem escrita, além de personagens altamente carismáticos. Em termos de enredo, é a temporada mais focada até o presente momento. Todas as subtramas criadas foram necessárias e estavam intimamente conectadas com o passado da casa. O roteiro não perde tempo com plots desnecessários, e dá o devido espaço na tela que cada personagem merece. Tate permanece sendo um dos personagens mais icônicos não só do ator Evan Peters como de toda a franquia em geral.



2 - My Roanoke NightMare


Nunca levei tanto sustos como nesta temporada, que até o capitulo 6 estava preguiçosa e parecia não nos contar nada, além de um documentário/reality show de uma casa assombrada. Mas a partir da segunda metade da temporada, os atores e o reais são jogados na casa para um reality que lhes custaria a vida e daí então não respiramos mais. Soberana e poderosa a temporada faz uma paródia de si mesma.

Asylum traduziu ansiedades sobre a banalidade do mal e a culpa católica; Frakshow era sobre rejeição, soberba, opressão e a ilusão de superioridade dos ditos “normais”; e Roanoke é uma sátira sobre a obsessão pela celebridade, a cultura da mídia alimentada por um ciclo de notícias de 24 horas.

É preciso parar para aplaudir a performance de Sarah Paulson nesse sentido: sua Shelby Miller era a perfeita e sutil paródia da personagem que Lily Rabe veio a interpretar (magnificamente) na segunda metade da temporada, mas é como a atriz Audrey Tindall que Paulson brilha em toda a glória de seu sotaque britânico exagerado, suas exclamações fora de hora (“Me deixem em paz! Não sou americana! Não estou acostumada com essa carnificina!”), seu entendimento perfeito do tom e mensagem da temporada.

Bates foi magnífica e desta vez sim pode mostrar todos os seus talentos se tornando uma das melhores personas dentro desta temporada.
A aparição de Paulson durante o episódio final, no papel de Lana Winters, a personagem que encarnou em Asylum, resume bem o espírito de Roanoke, que encontra na sua linguagem e formato uma forma de passar sua mensagem: Lana parece fascinada por Lee, mas extremamente entediada com toda a atenção que a mesma está recebendo


1 - Asylum



Não teria como ser diferente! Asylum sempre foi muita queridinha, e nenhum depois dela conseguiu chegar perto de destroná-la. É a temporada mais sombria de toda a série, trazendo uma atmosfera completamente opressora e palpável. Lily Rabe é o grande destaque desde segundo ano, divertindo-se horrores no papel da freira possuída, e entregando algumas de suas melhores cenas. Aslyum só não é perfeita porque o enredo faz questão de introduzir a trama dos alienígenas, que é desnecessária e destoa completamente da proposta desta segunda temporada. Ainda assim, são 13 episódios maravilhosos, tensos, sombrios e com muitas cenas e personagens memoráveis.


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