Cinema

Divas do Cinema: Sophia Loren

08:46



Nascida no dia 20 de setembro, sobre o signo de Virgem, Sophia é italiana, da província de Roma.
Quando ainda era muito pequena, sua família transferiu-se ao município napolitano de Pozzuoli, onde viveu até a adolescência em uma situação econômica muito difícil.
Descoberta num concurso de beleza pelo produtor de cinema Carlo Ponti, que posteriormente viria a se tornar seu marido, mesmo sendo 22 anos mais velho, e com quem viveria até a sua morte no ano de 2007. Com seu marido teve dois filhos, Carlo Jr. e Edoardo.

Depois de participar de cerca de 35 filmes italianos, Sophia estreou no cinema americano em "Orgulho e Paixão" (1957), ao lado de Cary Grant e Frank Sinatra. O filme abriu-lhe as portas do cinema hollywoodiano. Na seqüência fez mais alguns filmes de sucesso com grandes nomes do cinema como "A Chave" (1958), com William Holden e Trevor Howard, "A Orquídia Negra (que lhe valeu o Prêmio de Melhor Atriz a A Copa Volpi no Festival de Veneza e seu primeiro David di Donatello Awards na mesma categoria)" (1958), com Anthony Quinn, "Tentação Morena" (1958), com Gary Grant, "Começou em Nápoles (que lhe valeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz)" (1960), com Clark Gable e Vittorio De Sica; ''Com Milhões e Sem Carinho'', com Peter Sellers...

Seu primeiro Oscar veio com o filme "Duas Mulheres" (1962), de Vittorio De Sica, que também lhe deu em Cannes o Prêmio de Atriz, além do BAFTA; David di Donatello; Italian National Syndicate of Film Journalists; New York Film Critics Circle Awards; Sant Jordi Awards; entre outros do na mesma categoria. Três anos depois, foi mais uma vez indicada ao Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho em "Matrimônio à Italiana"; esse filme também lhe valeu o Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Moscow; além do David di Donatello e uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz.
Com o grande parceiro Marcello Mastroianni, fez um enorme sucesso de bilheteria ''Os Girassóis da Rússia''(1970), que lhe valeu outro David di Donatello de Atriz.
Seu último filme dirigido pelo grande amigo Vittorio De Sica foi ''A Viagem Proibida'' de (1974), que lhe valeu o Prêmio de Melhor Atriz no San Sebastián International Film Festival, além de mais um David di Donatello.

Depois de um grande sucesso de bilheteria ''A Travessia de Cassandra'' de (1976), fez um dos seus grandes papéis no aclamado ''Um Dia Muito Especial'' de (1977), que lhe valeu Golden Globes, Italy; David di Donatello; Italian National Syndicate of Film Journalists de Melhor Atriz do Ano.
Em 1994, trabalhou pela última vez com seu grande parceiro Marcello Mastroianni, o filme ''Prêt-à-Porter''; que lhe valeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante; além de um prêmio pelo National Board of Review, USA; pelo filme.
Em 1995 fez ''Dois Velhos Mais Rabugentos'' ao lado de Walter Matthau e Jack Lemmon, que foi seu maior sucesso nos E.U.A., desde 1976.

''Nine'' (2009) de Rob Marshall, lhe valeu um prêmio o Satellite Awards, além de uma indicação ao Screen Actors Guild Awards. Em 2014, dirigida pelo filho Edoardo Ponti, fez ''La Voce Umana'' que lhe valeu mais um David di Donatello pela sua performance.
Já nos anos 90, sua carreira foi reconhecida pelo cinema americano, recebendo da Academia o Oscar especial pelo conjunto de sua obra.
Trabalhou com grandes diretores como Vittorio De Sica, Charles Chaplin, Ettore Scola, Robert Altman, Lina Wertmüller, Sidney Lumet, entre outros.


Além do Oscar, ela ganhou um prêmio Grammy, quatro Globos de Ouro especiais, um BAFTA, um prêmio de Melhor Atriz em Cannes, melhor atriz do New York Film Critics Circle Awards, em 1961, um especial em Berlin, três vezes premiada no Festival de cinema de Veneza e dez vez foi premiada com David di Donatello (o Oscar italiano); além do Walk of Fame em 1994. Em 1995, ela recebeu o prêmio Cecil B. DeMille para realizações ao longo da vida, um de muitos desses prêmios.
Sophia foi eleita pelo American Film Institute (AFI), uma das lendas da história do cinema. A lista foi divulgada em 15 de junho de 1999, num especial da CBS apresentado por Shirley Temple.
Em Agosto de 2014, dos cinquenta artistas listados, apenas três ainda estão vivos: dois homens (Sidney Poitier e Kirk Douglas) e uma mulher (Sophia Loren).




Cinema

Divas do Cinema: Elizabeth Taylor

09:12


Antes de ser a lenda que Liz é, ela começou trabalhando com uma barraca de limonada na California, a talentosa mulher que nasceu com duas camadas de cílios, foi ganhadora de dois Oscar e mãe de 4 filhos.
Pode-se dizer, sem medo de exagero, que Elizabeth Taylor passou praticamente toda sua vida diante das câmeras. Nascida na Inglaterra, em 27 de fevereiro, sobre o signo de peixes, de pais americanos, ela começou a carreira em Hollywood aos 9 anos e, antes dos 30, já havia se tornado a primeira atriz da história a ganhar um milhão de dólares (por "Cleópatra")

Em 1959 a atriz se converteu ao judaísmo e e seu nome judeu era  Elisheba Rachel.




Seus casamentos, divórcios coleção de joias e extravagâncias angariaram atenção comparável ou maior do que a dedicada a seus filmes. Uma das maiores estrelas da "Era Dourada de Hollywood" (entre os anos 10 e 60), Taylor conquistou uma legião de fãs e foi um dos maiores nomes a ajudar na pesquisa do vírus HIV nos anos 80.

Com o crescente clima de tensão na Europa que antecedeu a Segunda Guerra, a família decidiu em 1939 voltar para os Estados Unidos, e se instalou em Los Angeles. Impressionada com a beleza de Elizabeth, uma amiga da família, Andrea Barens, arranjou para ela uma entrevista na Universal Pictures, através de seu noivo, Cheeder Cowden, que era um dos diretores e acionista da empresa O contrato durou menos de seis meses, mas rendeu à atriz-mirim seu primeiro filme, a comédia de erros "There's One Born Every Minute" (Harold Young, 1942)




A menina não ficou desempregada por muito tempo. Seu próximo trabalho, "Lassie e a Força do Coração" ("Lassie, Come Home", Fred Wilcox, 1943), primeiro da série sobre a cadela collie, garantiu a ela um contrato com duração e salárrio "de gente grande" com a Metro. "A Mocidade é Assim Mesmo" ("National Velvet", Clarence Brown, 1944), que trazia Mickey Rooney e Angela Lansbury no elenco, transformou Elizabeth numa estrela. O filme também marcaria a vida da  atriz, já que ela caiu de um cavalo, contraindo problemas na coluna que de posterior a fizeram ficar encadeirada por algum tempo.

Elizabeth Taylor Ao final dos anos 40, Liz contava já em seu currículo com uma série de filmes de sucesso, e chegou a contracenar, aos 16 anos, com Carmen Miranda, em um dos últimos filmes da estrela brasilera, "O Príncipe Encantado.



Após longos anos de um abuso cultivado, em 1983, a atriz deu entrada pela primeira vez na clínica Betty Ford, para tratamento de dependência de remédios e álcool. "Eles não sabiam como me tratar", ela contou após o temporada, "pois eles nunca tinham tido uma celebridade internada". Cinco anos mais tarde, ela retornaria ao instituto para uma nova desintoxicação de remédios.


Lindsay Lohan foi chamada em 2010 para atuar no filme biográfico da vida desta icônica lenda de Hollywood , morreu no ano seguinte, 2011.


Cinema

Divas Do Cinema: Marilyn Monroe

10:45




Ganhadora do Premio Herrieta e do Globo de Ouro, considerada o maior ícone sexual do século 20, A sexta mulher mais bonita do mundo (Pela Ciência), a mulher mais influente da sua época, ao lado de Madonna e Britney Spears formam a trindade feminina que mais influenciou a cultura Pop e ainda hoje mesmo depois de sua morte continua sendo uma inspiração para uma legião mulheres, mas por de trás de toda essa audácia, carisma, sensualidade estava uma grande mulher e com grandes talentos. Hoje apresentamos Marilyn no Divas do Cinema. 



Com um documentário da Lifetime, outra da HBO, vários especiais e diversos outros investigando sua polêmica vida e misteriosa morte ela ainda tem um filme '' 7 dias com Marilyn''. Marilyn cada vez mais é lembrada, não alguém no mundo que não a conheça. Mesmo morrendo tão jovem deixou um legado eterno e concreto, hoje ela é a maior musa da cultura pop. Amparada por estratégias de Marketing dos estúdios de Hollywood, Marilyn conquistou tudo o que queria e mais um pouco. 

Marilyn Monroe não foi apenas uma atriz. Marcada pela sensualidade e pela personalidade forte e controversa, ela se tornou, acima de tudo, um dos maiores ícones da cultura pop produzidos pelo cinema em todos os tempos. Depois dela, muitas vieram inspiradas pela atitude e pelo sucesso de Monroe, mas nenhuma alcançou a dimensão da atriz que abalou Hollywood na década de 1950 e é cultuada até hoje. 




Nascida Norma Jeane Morteson, sob o signo de gêmeos, a musa adorava esbanjar uma vida de sexo, luxuria, álcool, mas a imagem de Norma vai além do esteriótipo machista de ''Loira Burra'' que conseguiu por causa de seus papeis. Além de ter dirigido algumas pontas, ela ainda amava escrever poemas.
Brilhou muito por pouco tempo, e foi muito mais do que apenas um rosto bonito. Na estante de sua casa, havia mais de 400 livros sobre arte, filosofia, poesia, psicologia, religião, além de centenas de romances. Ela era fã de James Joyce, Gustave Flaubert, Hemingway, Dostoievski e analisava Freud. Era amiga de Carl Sandburg e Truman Capote. Era tudo menos uma “loira burra” – como ficou mundialmente conhecida.

A atriz norte-americana que teve seu auge na década de 50, morrendo em 1962 com apenas 36 anos, passou por altos e baixos – e lutou para que fosse reconhecida pelo seu talento, além de sua beleza.

Sabendo disso, muitos já devem ter se perguntado: se ela queria ser vista além da sua beleza, por que escolhia interpretar justamente o papel de “loira burra” nos filmes? A questão é: ela não tinha escolha. Se atualmente as atrizes de Hollywood não têm poder de escolha, imagine nos anos 50. Marilyn era, realmente, muito bonita, o que ajudava no marketing dos filmes e claro, fomentava a indústria que era (e continua sendo) o star system. No entanto, a garota do Chanel n°5 que odiava azeitonas passava a maior parte do seu tempo dedicada a melhorar o seu desempenho como atriz, que não era o foco principal de seus produtores.





O Pecado mora ao lado, Os Homens Preferem as Loiras são uma das suas obras mais conhecidas, mas a mocinha já desempenhava papéis muito importantes mesmo na Broadway, além de ter frequentado aulas de teatro e tudo mais, tudo para que ela pudesse ter um melhor desenvolvimento em seus papeis. com seus lábios sensuais e inesquecíveis, o corpo escultural, seu olhar inocente e o ar aparentemente frágil, que incendeiam a imaginação masculina em todos os cantos do Planeta. 

Ela logo passou a integrar o panteão das deusas do cinema. Sua trajetória profissional iniciou-se em pequenas películas, mas sua veia cômica logo lhe conquistou espaço em filmes conhecidos, angariando fama e popularidade para a atriz na década de 50. Seu primeiro desempenho nas telas ocorreu no filme The Shocking Miss Pilgrim, em 1947. Sua atuação em Niagara, em 1953, a conduz ao estrelato. Aos 27 anos ela já era a diva loira mais adorada de Hollywood.





Em 1952, Monroe estrelava o suspense Don’t Bother to Knock, realizando o desejo de mostrar a sua real capacidade de atuação fora de uma comédia. Apesar das críticas positivas ao filme em geral, o longa-metragem não fez tanto sucesso quanto os outros nos quais a atriz havia atuado. Em 1954, Marilyn rompeu seu contrato com a 20th Century Fox, certa de que a partir dali não iria mais atuar em filmes de comédia. Ela se juntou ao seu amigo fotógrafo Milton Greene e anunciou a formação da Marilyn Monroe Productions. Assim, ela foi a terceira mulher na história a começar uma produtora. Infelizmente, seu desejo teve um prazo curto. Sua personalidade entre o público já havia sido concretizada e não tinha como Marilyn atuar em um papel que não exaltasse a sua beleza acima de qualquer outra qualidade. Assim, em 1955, The Seven Year Itch foi lançado e logo se tornou um grande sucesso. Dessa forma ela pôde voltar para a 20th Century Fox e realizar um novo contrato, mas agora com algumas vantagens: ela seria capaz de trabalhar para outros estúdios e tinha o direito de rejeitar qualquer roteiro, diretor ou cineasta que ela não aprovasse. De qualquer maneira, ela continuou fazendo filmes na linha da comédia (pois apesar da falsa liberdade citada acima, ainda sofria com a pressão de manter sua personalidade de sucesso) e seu estado psicológico – que já era conflituoso – só piorava.
Marilyn Monroe era uma pessoa muito sensível e de difícil compreensão e parte disso provavelmente era decorrente de sua infância complicada. Ela passou seus primeiros anos em lares adotivos, sua mãe biológica tinha problemas mentais e há uma grande confusão em saber quem era seu verdadeiro pai. Alguns livros afirmam que Monroe teve mais de 10 abortos espontâneos e consequentemente nunca pôde realizar o seu enorme desejo de ter um filho. Isso tudo e mais um pouco culminou em uma grave dependência alcóolica e um suicídio (embora oficialmente a causa de sua morte seja essa, há inúmeras teorias de conspiração levando até a suspeita de Marilyn ter sido assassinada).


Marilyn era uma mulher carente e sensível dos anos 50, querendo fama, dinheiro e reconhecimento. Apesar de ter tentado de todas as formas sair do padrão no qual se encontrava, não havia saída. O mundo todo havia se apaixonado pelos seus olhos azuis e cabelos loiros, não interessava mais se ela atuava bem, mal, nem se atuava. As pessoas queriam alimentar-se da sua beleza. Ela, no entanto, queria que vissem além da estética. A atriz foi destruída por quem a amava – seus fãs, admiradores, companheiros -, até por ela mesma. 



''
Eu também tenho sentimentos, ainda sou humana. Tudo o que eu quero é ser amada pelo meu talento''

 - Marilyn Monroe


Cinema

Divas do Cinema : Audrey Hepburn

16:18



Pessoas vou começar um especial que visa falar sobre as Divas do Cinema de Hollywood e achei que nada mais justo nós começarmos pela Eterna Bonequinha de Luxo. 
Bom vamos lá, Audrey Kathleen Ruston, imortalizada sob o nome de Audrey Hepburn, é até hoje um dos maiores ícones da era do ouro de Hollywood! Desde o momento em que estreou nos Estados Unidos como protagonista de A Princesa e o Plebeu – pelo qual ganhou, de imediato, o Oscar de Melhor Atriz – até o adeus às telas, quase 40 anos depois, na fantasia Além da Eternidade, de Steven Spielberg, Audrey sempre foi um símbolo de elegância, bom gosto e glamour.


Indicada 5 vezes ao Oscar, ganhou também um honorário, o Prêmio Humanitário Jean Hersholt, em 1993, por sua ação como Embaixadora da UNICEF. A entrega foi feita ao filho Sean Ferrer, pois a cerimônia foi posterior ao falecimento da atriz, no dia 20 de janeiro daquele ano, aos 63 anos. Recebeu ainda 3 BAFTAs (o Oscar inglês), 3 David di Donatello (o Oscar italiano), um Emmy (o prêmio máximo da televisão norte-americana), 3 Globos de Ouro (entre 10 indicações!), dois prêmios dos Críticos de Nova York e um do Sindicato dos Atores dos EUA. É dona também de uma estrela na Calçada da Fama, em Los Angeles, no número 1652 da Vine Street.


Audrey Hepburn trabalhou ao lado dos atores mais badalados, nas produções mais prestigiadas e ao lado de mestres como Givenchy, Edith Head, Henry Mancini, Sean Connery, Gary Cooper, Gregory Peck, Humphrey Bogart, Blake Edwards, Willian Holden, Peter Sellers, Shirley MacLaine, Rex Harrison, Henry Fonda e Fred Astaire, entre tantos outros. 


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