Dinossauros

T.REX COBERTO DE PENAS E TRICERATOPS COLORIDO: CONHEÇA A VERDADEIRA APARÊNCIA DOS DINOSSAUROS

12:01


Já não é novidade para ninguém que a aparência dos dinossauros em Jurassic Park foi exagerada para que eles parecessem mais assustadores e mais reptilianos. O problema é que agora a imagem mental que todo tem é aquela, então precisamos atualizar esses dinossauros com as versões que são a mais científicas até agora.

T.Rex

Não temos evidências diretas de que o T.Rex tinha o corpo coberto de penas, porque nenhum dos fósseis já encontrados estava em tão boa condição a ponto de que pudéssemos analisar a parte de fora da pele deles.  Mas porque seus parentes evolutivos  tinham comprovadamente o corpo coberto por penas, e alguns pássaros modernos são parentes daqueles mesmos dinossauros que deram origem ao T.Rex, é extremamente provável que o T.Rex tivesse também o corpo coberto por penas. Os especialistas acreditam nisso porque os pássaros mantiveram suas penas mais de 80 milhões de anos e de evolução depois daquele parente em comum, então seria muito estranho que o T.Rex tivesse perdido todas as suas penas em menos de 1/3 desse tempo.
Outro fator a se levar em consideração é que os dinossauros tinham sangue quente, então as penas os ajudariam a se manterem aquecidos.
Recentemente conseguimos descobrir que um pequeno dinossauro voador tinha grossas penas pretas iridescentes. Provavelmente por isso o artista que desenhou essa versão do T.Rex escolheu a cor preta para representá-lo. Outro possível motivo para a escolha da cor preta é que os avestruzes são os parentes evolutivos mais próximos dos dinossauros, e eles têm penas pretas.
Confesso que essa descoberta me frustou um pouco, afinal, todo mundo imaginava um T-rex bem mais reptiliano, com essa nova imagem do mesmo, eu fiquei um pouco frustrado em relação ao poderio dele.
Tudo isso é explicado em um novo vídeo do paleontólogo Trey the Explainer, em inglês.

Triceratops

Sabe aquela coroa de chifres que o triceratops tinha na cabeça? Todo mundo automaticamente pensava que os chifres serviam para que os machos lutassem pelas fêmeas. Até que o paleontólogo Jack Horner, aquele mesmo que quer transformar uma galinha em um dinossauro, começou a analisar mais a fundo essas estruturas. Ele percebeu que os chifres dos adultos apontavam para baixo, o que dificultaria muito a briga, e seria um formato estranho se sua principal função fosse essa. Outro fator importante é que, ao contrário do crânio de outros dinossauros combativos, o crânio do Triceratops não era firme nem adaptado para fortes choques, como aconteceria se eles batessem as cabeças umas contra as outras.
A conclusão que a equipe de Horner apresenta em um novo documentário da National Geographic é que essa estrutura serviria para impressionar as fêmeas – assim como muitos pássaros têm uma estrutura de penas colorias que é usada para uma espécie de dança de acasalamento –  essa estrutura seria coberta por uma cutícula colorida, que servia para cortejar  e impressionar as fêmeas.
Não podemos esquecer que os pássaros são os parentes evolutivos mais próximos dos dinossauros. Essa constatação nos ajuda a entender a aparência real deles.

Dinossauros

Titanossauro, o Titã Pre-Histórico

08:12


Os seres pré-históricos viveram na terra por milhões de anos, sendo que a classe dominante por maior tempo foi a dos grandes répteis, terrestres e aquáticos.

No capitulo de hoje, vamos conhecer o grade titã do old time, Titanossaurus




Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Reptilia 

Ordem: Saurischia 

Subordem: Suaropoda



1) Quem é?

O Titanossauro, cujo nome significa "Lagarto titânico" foi um grande dinossauro herbívoro e quadrúpede, do grupo dos saurópodes,  media 12 metros de comprimento, A quantidade de fósseis de Titanossauro é pouca. Após sua descoberta, os cientistas depois de batizaram o tal dinossauro, eles fizeram mais pesquisas concluindo que os Tiranossauros pesava cerca de 9 à 12 toneladas. Aí eles nomearam sua família de "Titanosauridae" porque era um dinossauro muito pesado e nessa família incluía o mais pesado de todos os dinossauros do universo, o Agentinossauro.



Antes da nomeação de sua família, os especialistas pensaram que o Titanossauro era um Brachiosauridae ou um Diplodocidae, mas ele tinha um pouco dos 2. Podia até ter demorado bastante para nomear a família em que pertencia o Titanossauro. É sempre assim, eles ficam errando bastante até chegar a conclusão. Isso aconteceu também quando descobriam o famoso Tiranossauro Rex e o Triceratops.

Os dentes do Titanossauro era parecido com uma estaca ou um lápis, mas sempre foram muito pequenos já que sua cabeça também era. Seus ossos são nasais e suas narinas eram enormes. Sua cauda era longa.

As outras características do Titanossauro são surpreendentes, sua coluna era mais flexível, para que eles provavelmente fossem mais ágeis do que seus primos e melhor na criação dos filhotes. Seus membros dianteiros eram atarracados, mas seus membros traseiros eram mais longos como na maioria dos saurópodes mas o Braquiossauro tinha o tamanho das pernas ao contrário do Titanossauro.




2) De Onde Veio?

Viveu no fim do período Cretáceo entre 83 e 65 milhões de anos atrás. O Titanossauro foi identificado em 1877 pelo paleontólogo Richard Lydekker.

No Brasil, foram encontrados fósseis, dentes e ovos que evidenciam sua passagem por aqui. O mais provável é que o titanossauro tenha passado pelos estados de Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo. 





3) Comportamento

Por ser herbívoro, ele não representava ameaça a outros animais. Devido à sua altura, o titanossauro se alimentava de folhas no alto das árvores. Chegava a viver até 100 anos. Viviam todos em grupos e tinham comportamento pacífico, sem muitos inimigos naturais, foram grandes titãs do cretáceo. 


Ciência

Como era a flora brasileira na época dos dinossauros?

20:38


Difícil saber exatamente, porque, é claro, o Brasil não existia. E nem estamos falando do Brasil como nação, criado depois de Cabral, dom Pedro etc. Mas do próprio território do país. É que todos os continentes atuais estavam unidos em uma única massa gigante de terra, a Pangeia. Nesse megacontinente, o Brasil ficava mais ao sul do planeta. Os dinossauros habitaram a Terra na era Mezosoica, que é dividida em três períodos: Triássico, Jurássico e Cretáceo. São 185 milhões de anos de evolução. Tempo demais (para comparar, os ancestrais do homem surgiram há cerca de 3 milhões de anos). Então, muita coisa mudou ao longo dessa era.
SAUNA TERRESTRE
A temperatura média era 3 ºC mais alta, o que é muito. Em todo o planeta, inclusive na área que correspondia ao Brasil, havia períodos de grandes cheias, alternados com secas, como nas savanas tropicais.
CADÊ O RIO QUE ESTAVA AQUI?
As estações do ano eram mais ou menos como no Brasil tropical de hoje: um grande verão chuvoso e um inverno seco. No verão, havia tanta água que se formavam rios temporários, que cortavam a Pangeia – na seca, eles evaporavam ou formavam áreas alagadas
PARQUES JURÁSSICOS
O período Jurássico foi o auge da vida dos dinossauros. Calcula-se que 80% deles viviam em regiões costeiras, fugindo das intensas secas do inverno. No período seguinte, o Cretáceo, a Pangeia se dividiu em dois continentes, Laurásia e Gondwana. Com isso, surgiram mais ambientes costeiros, os hábitats se diversificaram e as plantas com flores apareceram.
PAÍS DAS SAMAMBAIAS
Na transição do Jurássico para o Cretáceo (Juro-Cretáceo), a paleoflora da área correspondente ao sul do Brasil era semelhante ao atual Cerrado. A planta típica era o Dicroidium, grupo de gimnospermas primitivo, cuja folhagem se parecia com a da samambaia. O Sul é a região mais conhecida, porque era a mais habitada por dinossauros (no mundo, os principais registros foram encontrados nos EUA e na Argentina)
CAMPOS DE VÁRZEA
As plantas eram adaptadas para intensos períodos secos, com fecundação independente da água. Além disso, não havia grama (ela só surgiu no início da Era Cenozoica, há cerca de 65 milhões de anos). No Jurássico, surgiram os pinheiros de grande porte. Essa vegetação se estendia do Sul ao Nordeste, incluindo o Centro-Oeste. No Cretáceo, as regiões viveram um aumento de população animal, com abundância de aves e répteis. Fósseis foram encontrados em Minas Gerais, Ceará e Maranhão.
COMILANÇA
Os dinossauros herbívoros saurópodos (quadrúpedes pescoçudos e tricerátopos) se alimentavam principalmente de samambaias e cavalinhas, nas áreas mais úmidas. Na áreas secas, longe do litoral, comiam qualquer gimnosperma. Encaravam folhas, galhos e até cascas de árvores, que, embora pouco digestivas, eram tomadas por fungos e bactérias, que tornavam o alimento mais nutritivo.

NOVIDADES COLORIDAS
As plantas eram quase todas gimnospermas, ou seja, sem flores e frutos. O mais próximo de frutas que existiam eram os pinhos das coníferas, que serviam de comida a alguns dinos. No Cretáceo, as angiospermas se proliferaram, com frutas pouco carnosas e flores muitas vezes microscópicas. Ao fim do período, quando os dinossauros foram extintos, a Terra estava cheia de novas cores e perfumes.
UMA ÚLTIMA CURIOSIDADE A hipótese mais aceita pelos pesquisadores é a de que as primeiras flores nasceram em ambiente aquático: nenúfares e ninfeáceas são as mais antigas.

Fontes Levantamento de 2012 do Global Property Wakefield, The Guardian, BBC e Folha de S.Paulo

Dinossauros

Velociraptor, O Vilão dos Parques Jurássicos

21:08



Os seres pré-históricos viveram na terra por milhões de anos, sendo que a classe dominante por maior tempo foi a dos grandes répteis, terrestres e aquáticos.

No capitulo de hoje, vamos conhecer o maior oportunista de todos, Velociraptors



Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Reptilia 

Ordem: Saurischia 

Subordem: Theropoda



1) Quem é?



De acordo com Henry, o nome da espécie foi resultado da junção de duas palavras em latim: “velox” (rápido) e “raptor” (ladrão), como uma breve descrição de sua agilidade e dieta carnívora. Além disso, antes de chegar ao nome final, o bicho iria ser chamado de Ovoraptor djadochtari, mas a ideia foi deixada de lado.
De acordo com os especialistas de plantão, existiram duas variações de Velociraptors: V. mongoliensis V. osmolskae, mas a segunda foi descoberta apenas em 2008, devido a um crânio encontrado em terras chinesas — precisamente na Mongólia.
A espécie era bem semelhante ao Deinonychus e Achillobator (Dromaeossaurídeos), mas com o tamanho menor, podendo chegar somente a dois metros de comprimento e 50 centímetros de altura. Com isso, seu peso não era enorme: variava entre sete e 15 kg — bem diferente da forma em que ele foi retratado nos estúdios de HolyWood.
Em 1999, pesquisas mostradas no jornal “Acta Palaeontologica Polonica” revelaram que o crânio da espécie era longo e baixo, medindo cerca de 25 cm de comprimento. Além disso, tinha uma superfície côncava e o fundo convexo, com o nariz voltado para cima — diferente de outros tipos de Dromaeossaurídeos que pisaram na Terra.
Velociraptors Atacando

A boca do Velociraptor era perigosa e ágil, e suas mandíbulas (inferior e superior) tinham cerca de 26 a 28 dentes cada uma. Como a borda de cada dente era bastante serrilhada e sua cauda trazia muita agilidade locomotora — especialmente na hora de pular ou correr em altas velocidades —, capturar presas rápidas não era problema nenhum para a criatura.
Por fim, de acordo com a revista PLOS ONE, as mãos da espécie traziam três garras curvas em cada uma, além de possuir uma garra em forma de foice no segundo dedo de cada pé — similar as aves modernas de rapina.
De acordo com alguns especialistas, os ancestrais do Velociraptor tinham penas e eram capazes de voar. Em setembro de 2007, pesquisadores descobriram alguns “pinos” de pena no antebraço de um raptor. Esses desníveis mostram onde as penas ficavam, indicando que a espécie também tinha penas.

2) De Onde Veio?

Só para você tomar nota, saiba que o primeiro fóssil da espécie foi encontrado por Peter Kaisen, em uma expedição do Museu Americano de História Natural ao deserto de Gobi — que encobre as regiões sul da Mongólia e a parte norte da China — em 1923. Já o tipo Velociraptor mongoliensis foi descoberto apenas em Djadochta (Djadokhta), na província de Ömnögovi, na Mongólia.


Velociraptor com penugem e penas desenvolvidas...


3) Comportamento

Como a dedução é de que a espécie tinha sangue quente, supõe-se que ele devia necessitar de grandes quantidades de carne para ter energia em suas caçadas. De acordo com David Hone, paleontólogo do Queen Mary University of London, eles também se alimentavam de insetos, anfíbios, répteis, mamíferos e dinossauros menores (Protoceratops e Pterossauro Azhdarchídeo eram alguns deles) — um banquete completo.

Dinossauros

Braquiossauro, O Dinossauro Girafa

18:44



Os seres pré-históricos viveram na terra por milhões de anos, sendo que a classe dominante por maior tempo foi a dos grandes répteis, terrestres e aquáticos.

No capitulo de hoje, vamos conhecer amigável pescoçudo, Braquiossaurus

Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Reptilia 

Ordem: Saurischia 

Subordem: Sauropoda 



1) Quem é?

Este grandalhão é o braquiossauro, palavra que significa "Lagarto com Braços", porque suas pernas dianteiras eram mais longas que as pernas traseiras.
Foi um dos maiores e mais pesados dinossauros que já existiu. Media 25m de comprimento, 12m de altura e chegava a pesar entre 56 e 62 toneladas. Possuía mandíbulas fortes e dentes afiados. As patas tinham dedos curtos e grossos. Suas pernas eram muito fortes para poder suportar seu peso.

Outra coisa que caracteriza esse tipo de dinossauro é o seu pescoço muito longo que faz com que ele se assemelhe a uma girafa. Os paleontólogos acreditaram por muitos anos que essa era a maior espécie de saurópode já existente. Hoje em dia, porém, existem provas de que outros animais eram bem maiores e mais pesados do que ele.



2) De Onde Veio?

Tentando achar mais fósseis para o esqueleto do seu brontossauro, o paleontólogo Othniel Marsh descobriu, em 1883, o primeiro crânio de um braquiossauro no Colorado, Estados Unidos. Ele sabia que o osso encontrado não era o que procurava, mas o guardou para que pudesse ser estudado e, posteriormente, ser classificado.

Em 1900, na mesma região, Elmer Riggs achou o primeiro esqueleto parcial de uma espécie até então desconhecida. Ele nomeou como Brachiosaurus três anos depois de sua descoberta. Então, em 1998, paleontólogos associaram o crânio encontrado por Marsh à espécie recém-vista. E foi assim que começaram os estudos sobre ela.
Depois disso, muitos outros restos mortais do tal dinossauro que se assemelhava a uma girafa foram encontrados em vários locais, principalmente na América do Norte. Utah, Oklahoma, Wyoming e Colorado são os estados norte-americanos nos quais existe uma grande probabilidade de se encontrar fósseis de braquiossauros.


3) Comportamento


Comia por dia 1500kg de folhas e brotos das partes mais altas das árvores, onde somente seu pescoço de 10m de altura era capaz de alcançar.

Para maior segurança, esses dóceis gigantes viviam em grupos enquanto se alimentavam pacificamente entre altas árvores.

Os paleontólogos acreditam que eles não conseguiam se elevar sobre os membros inferiores — como foi apresentado no filme "Jurassic Park".

Alguns paleontólogos acreditam que esse dinossauro vivia na água, principalmente por causa da sua narina que estava localizada no topo da sua cabeça. Outros dizem que, por causa das bolsas de ar encontradas em seu corpo, eles seriam bastante instáveis se ficassem em águas profundas, e tudo isso gera muito debate entre os especialistas.

Um estudo de 2014 publicado no Journal of Theoretical Biology afirmou que os braquiossauros e outros saurópodes preferiam terra plana e precisavam escalar montanhas e fazer longas caminhadas para gastar energia, segundo David Wilkinson, biológo da Liverpool John Moores University, no Reino Unido. E é nisso que os pesquisadores têm acreditado até agora.
Várias pesquisas e estudos sobre a alimentação dessa espécie de dinossauros foram feitos e um deles foi publicado, em 2008, na Proceeding of the Royal Society B, mostrando que os saurópodes adultos, incluindo os braquiossauros, se alimentavam principalmente de árvores coníferas, gingkoes e cicadáceas. Ou seja, eles eram herbívoros.

Essa mesma análise concluiu que esses animais tinham que comer aproximadamente 400 quilos de vegetação seca todos os dias para ter energia suficiente em seus corpos gigantes. Os seus dentes tinham o formato ideal — na forma de uma colher — para remover as folhas sem quebrar grandes pedaços de plantas.
Com o passar do tempo — e à medida que a vegetação de uma área específica ia ficando mais escassa — os braquiossauros costumavam viajar em grupos para outras áreas nas quais pudessem encontrar plantas em abundância. Assim sendo, se descobriu que esses dinossauros costumavam vivem em bandos para se defenderem o tempo todo.
Suas unhas afiadas faziam com que os dinossauros carnívoros mantivessem certa distância dos braquiossauros. Mas eles tinham tempo para se afastar: eles avistavam os predadores a muitos quilômetros de distância (graças à sua altura) e fugiam, já que não eram muito rápidos, se deslocavam de 19 a 31 quilômetros por hora.

Arte

Cenas incríveis e perturbadoras do mundo dos dinossauros

23:21



Uma das 14 imagens que aparecem como painéis (cerca de 1,22 metros de altura) no Salão de Paleontologia do Museu de Ciência Natural de Houston, esta ilustração descreve o encontro provavelmente raro, mas plausível entre o tubarão gigante Carcharodon megalodon [megalodonte] (diâmetro da mandíbula estimado em 3,35 metros) e um proboscídeo de tamanho médio, o platybelodon.

“The Paleoart of Julius Csotonyi” é uma coleção de obras de arte criadas por Julius Csotonyi. O livro, que só estará disponível para venda em 20 de maio, contém ilustrações premiadas desse artista cujo trabalho vive em museus e em trabalhos científicos.
Csotonyi, que é doutor em microbiologia, trabalha frequentemente com paleontólogos que precisam de sua ajuda para trazer seus achados fósseis de volta à vida. Às vezes, porém, ele desenha apenas o que vem à mente – o que pode ser algo belo, espetacular ou assustador.
Confira 10 ilustrações incríveis do “The Paleoart of Julius Csotonyi” com legendas feitas pelo autor: [Wired]


Uma cena do Cretáceo nigeriano descreve um jovem (e especulativamente portador de penas) abelisaurídeo chamado Kryptops perturbado enquanto bebe água pelo movimento causado por um suchomimo arrancando um jovem crocodilo imperador [espécie extinta de cocodrilomorfo neosuquio gigante] de seu habitat no rio


Esta imagem faz um esforço para restaurar alguns dos eventos que levaram à criação de um grande bloco de arenito altamente fossilífero (contendo utahráptors de uma gama de estádios ontogenéticos e [dinossauros do gênero] Hippodraco) do Cretáceo, no que é hoje Utah (EUA).


Uma das duas imagens de marketing criadas para a exposição da Gondwana Studios “Monstros do Permiano: A vida antes dos dinossauros”. Esta imagem mostra um dimetrodon solitário pronto para começar a tomar sol em uma manhã no início do Permiano.


Em uma praia em Laramidia durante o Cretáceo, no que hoje é Utah (EUA), um par de Lythronax argestes se move para investigar a carcaça encalhada de um grande tubarão [do gênero] Squalicorax, que já está sendo cutucado por um par de pássaros Enantiornithes.


Um dos onze murais criados para a exposição do Gondwana Studios. Esta imagem caracteriza a visão bizarra de um [inseto do gênero] Meganeuropsis transportando um Hylonomus [o mais antigo réptil encontrado até hoje], com um Eryops [anfíbio semiaquático] pulando atrás deles.


Esta peça – encomendada para ser vendida em pôsteres a fim de angariar fundos para a construção do mais novo museu paleontológico do Canadá, o Phillip J. Currie Dinosaur Museum, retrata o plesiossauro de pescoço extremamente comprido Albertonectes, caçando peixes no Mar Bearpaw.


Criada para a exposição do Gondwana Studios, esta imagem caracteriza um grupo de sinapsídeos [do gênero] Dicynodon cautelosamente encarando um dinossauro Archosaurus conforme ele fisga um Saurichthys, enquanto um Chroniosuchus sai de fininho pelo córrego.


Uma ilustração do primeiro espécime publicado do Mei long, dinossauro Troodontidae, um nome que em chinês significa “dragão adormecido”. Nesta reconstrução, quis ilustrar o conceito de coloração críptica, referindo-se aos padrões de cores de um animal correspondentes às do seu entorno, que é utilizado por animais modernos para se esconder de predadores ou presas.


Esta cena mostra o dinossauro recém-descrito Acrotholus audeti saindo do meio de folhas Gunnera gigantes e encontrando uma tartaruga Neurankylus apoiada em uma pegada deixada por um hadrossauro que havia passado por ali mais cedo.

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