Anime

A Importância e Influência de Akira. Um clássico dos anos 80.

10:47

Filme ganhou versão remasterizada recentemente. 

Sempre que alguém discute filmes clássicos, tem sempre aquele cara. Aquele cara que faz um som audível molhado quando fala e que tem um canal no YouTube só de tutoriais de vaping.

Você não pode achar qualquer outro Alien bom porque o Alien, o Oitavo Passageiro é muito superior. Não vale a pena assistir Avatar porque o filme é basicamente uma cópia de Dança Com Lobos com gatos azuis. Você não pode gostar de Deixe Me Entrar porque ele é baseado no Deixe Ela Entrar holandês, e quem manja mesmo de filmes sabe que todos os remakes de Hollywood são uma bosta.
Infelizmente, quando se trata do clássico anime de 1988 Akira, preciso concordar com esse cara. Sou tanto esse cara que quase não enxergo além da aba do meu fedora por causa da fumaça do vaping. Esse é o único filme que eu vou pagar pau descaradamente, e foda-se quantos amigos eu perder por causa disso.
Felizmente, não estou sozinho nessa. Setembro último foi comemorado o aniversário de 25 anos da Manga Entertainment — a distribuidora responsável por trazer várias animações japonesas para o Reino Unido e EUA — e Akira já ganhou três lançamentos no Reino Unido, e atualmente está passando em 70 cinemas do país.

Quem já viu o filme provavelmente já é fanático por Akira. Quem ainda não assistiu, eu aconselharia desmarcar qualquer coisa que você vá ver na Netflix hoje e ir assistir o filme (que ainda está no catálogo da Netflix.). Por quê? Porque o título é um dos mais influentes dos últimos 30 anos, e é um favor que você faz pra si mesmo. SIM!


Passada numa Neo-Tóquio depois da Terceira Guerra Mundial, a história segue uma gangue de motoqueiros adolescentes rebeldes, especificamente Kaneda e Tetsuo, enquanto ele cruzam acidentalmente com um projeto militar que planeja usar humanos com telecinese como armas. Tetsuo é capturado pelo governo e logo fica claro que ele tem poderes telecinéticos que rivalizam com a arma mais poderosa do projeto, um menino chamado Akira. Aí — bom não vou dar spoilers, mas basicamente a coisa toda explode da maneira mais foda possível.
Considerando como a cultura japonesa é parte do mainstream no mundo ocidental hoje, é difícil imaginar que antes do lançamento de Akira em 1989, o Japão e a sua arte, cozinha e animação eram alienígenas para a maioria do Ocidente. Tanto que quando ofereceram a Stephen Spielberg e George Lucas a chance de trazer Akira para os EUA em 1987, eles recusaram, dizendo que o desenho não atrairia o público ocidental.
Estranho, porque o diretor e roteirista do filme Katsuhiro Otomo emprestou muito do que era popular no cinema contemporâneo e clássico do Ocidente na época. Tematicamente, vários aspectos do filme lembram Juventude TransviadaVideodrome de David Cronemberg, Blade Runner de Ridley Scott e 2001: Uma Odisseia no Espaço. O filme até faz referências fortes a E.T. e Guerra nas Estrelas.


A combinação de distopia cyberpunk com influências do biopunk, alienação adolescente, ficção científica e bombas visuais de grande escala de Akira já era parte do gênero de sci-fi ocidental nos anos 80, e seu apelo ficou evidente quando o filme fez $ 49 milhões de dólares em bilheteria mundialmente quando foi lançado no cinema — uma quantia considerada muito dinheiro para qualquer filme na época.
Falando sobre como a empresa começou, o cocriador da Manga Entertainment Andy Frain contou para a Manga UK: "Comecei a achar que [Akira] era mais que um grande filme — ele poderia ser um fenômeno. Havia mais filmes assim no Japão? Se sim, poderíamos tratá-los em termos de música, como a Def Jam: um gênero em si".

Influência biopubk em Akira
Foi a primeira vez que o ocidente se envolveu com a cultura japonesa em massa, e isso causou um impacto considerável: a influência do filme ainda é óbvia por todo lado. Nas áreas de cinema e televisão, é fácil ver como o título moldou o sci-fi moderno como o conhecemos. Filmes como Destino EspecialPoder Sem Limites e A Origem pegam muito emprestado da temática e estilo de Akira. Dois desses três filmes até têm uma criança com poderes telecinéticos destrutivos central no enredo. Outro filme influenciado foi Looper: Assassinos do Futuro. O diretor Rian Johnson disse recentemente numa AMA do Reddit: "Você pode ver a gama de coisas onde me inspirei, de Exterminador do Futuro a Akira".
Na TV, o seriado da Netflix que é uma carta de aos anos 80, Stranger Things, se baseia na personagem Eleven, outra criança treinada por um grupo sombrio para usar seus poderes de telecinese como arma. O filme abriu caminho para Pokemon, Neon Genesis Evangelion, Sailor Moon, Digimon, Cavaleiros Do Zodíaco, Naruto e Dragonball se tornarem fenômenos culturais. Akita também é uma grande influência pra movimentos artísticos, como o V a p o r w a v e, uma das maiores influências aliás. Por resgatar aquele futuro nostálgico oitentista, que é a essência do vaporwave.

Cartaz de Akira em uma arte do movimento Vaporwave.

Fora o cinema e a TV, o filme também influenciou vários músicos. Kanye West já falou sobre seu amor por Akira e até baseou o clipe de "Stronger" em sua narrativa, basicamente interpretando um Kanye/Tetsuo como protagonista. O diretor Hype Williams disse sobre Ye e o clipe na época: "Ele sempre se inspirou em Akira. Em certo ponto, acabamos mergulhando de cabeça e filmamos partes do filme para o clipe, mas decidimos voltar um pouco atrás e fazer uma versão mais abstrata no final".


A musica do Kanye não é a única que recebe influência direta do grande clássico Akira. Gêneros resultantes da sensação nostálgica, assim como o vaporwave, usam e desusam a imagem e estética de Akira para fundir e dar uma sensação mais completa à sonoridade. Entre estes estilos estão o City Pop, Synthwave, Retrowave, Future funk e Retro Electro.



A trilha sonora revolucionária de Geinoh Yamashirogumi rendeu uma série de discos de remixes da Bwana ano passado, a Capsule's Pride.

Fica claro quanto o filme influenciou a cultura ocidental desde que foi lançado 28 anos atrás. Foi o primeiro caso de um filme japonês que logo de cara foi apreciado pelos críticos no EUA e Reino Unido. Akira abriu as comportas não só o anime, mas para que toda a cultura japonesa fosse aceita pelo público ocidental.

Então, se você não viu o filme, não perca a chance de assistir agora. Vou tentar não atrapalhar sua visão com o meu chapéu fedora.

Geek

Fantasia e seus subgêneros

09:49


Fala pessoal! Tudo beleza?

Assim como escrevi sobre a ficção científica e seus sub-gêneros, neste post partirei sobre o estudo que fiz a respeito de toda divisão da Literatura Fantástica.
A fantasia pode ser entendida como a presença do impossível ou do inexplicável, diferentemente da ficção científica que em algum nível de entendimento e conhecimento seu universo é passível de ser possível.
É óbvio que muitas obras literárias/artísticas, os gêneros(e até sub-gêneros) acabam-se por se entrelaçar, formando uma ficção nova,especulativa ou imaginária.  E por isso que é tão difícil classificar uma obra ficcional. O que podemos fazer é apontar traços característicos de um dado gênero na obra e correlacioná-lo com a teoria.
Um dos sub-gêneros que confronta a fantasia com a ficção científica é o sub-gênero Space Opera (atompunk) como escrevi no post sobre ficção científica. O motivo da controvérsia em relação a classificação deste tipo de literatura é que Space Opera viola as leis da física e da ciência introduzindo termos,personagens e situações fantasiosas como alienígenas falando inglês, “viagens-mais-rápidas-que-a-luz” e muitos outros exageros.O sub-gênero de ficção steam punk  também possui fortes características fantasiosas e acaba sendo tratado as vezes como fantasia e não ficção científica.
Sobre a fantasia:

A fantasia tem suas origens a milhares de anos atrás, com os mitos e lendas que fizeram parte da história ancestral. A própria Mitologia possui suas raízes na fantasia, trazendo a tona jovens guerreiros, profecias, sábios anciões e muitas criaturas mitológicas. Já no século XX, os sub-gêneros da fantasia se tornaram bem difundidos, popularizando seres fantásticos como elfos, orcstrolls, dragões e etc.
A fantasia nada mais é do que um dos gêneros da ficção. A presença de magia e formas sobrenaturais são constantes, cobrindo os mitos e lendas de todo um cenário imaginativo e fantasioso. A magia e formas sobrenaturais muitas vezes são explicados devido a participação de divindadesentidades e/ou da Natureza.
Diferentemente da ficção científica, as verdadeiras histórias fantásticas não se desenrolam da ciência e muito menos da tecnologia.
A seguir partirei para a dissertação dos sub-gêneros da fantasia. Encontramos na literatura diversas classificações como high fantasyepic fantasylow fantasy, dark fantasy e Sword and Sorcery, porém neste post só será abordado os sub-gêneros high fantasy e low fantasy.
Pessoal, vocês encontrarão muitas fontes/referências bibliográficas conflitantes a respeito da classificação das obras fantásticas devido ao fato de muitas apresentarem características de vários sub-gêneros. A classificação abaixo diz respeito as conclusões que eu tomei depois do estudo do tema.
High Fantasy é um sub-gênero da ficção fantástica e possui a alcunha de “fantasia séria“.É definida em cima de um mundo imaginário totalmente novo (Mundo Secundário) e distinto do nosso (chamado de Mundo Primário).
A alta fantasia possui forte desenvolvimento épico dos temas e personagens além de  não existir relação alguma entre o mundo primário e secundário. Em sua grande maioria não há a presença do mundo primário nas ficções high fantasy.
Além destas características, na high fantasy temos explícita a luta entre o “Bem” e o “Mal” com um forte plano de fundo político e/ou ético, com presença de poderes políticos, guerras, destruição de nações e a iminência do “fim do mundo”. O inimigo pode ser enxergado como o próprio mal encarnado e/ou personificado.
Como declarado anteriormente, a fronteira que define a classificação de uma obra fantasiosa é frágil e várias narrativas podem ser  enquadradas em outros sug-gêneros. The Lord of the Rings é um exemplo disso pois pode ser classificado como epic fantasy ou como high fantasy. A fantasia épica vem do caráter heróico dos personagens, a presença clara de um vilão fantasioso, um sistema de magia bem estabelecido além de lendas, mitos e um folclore bem vivo e atuante. Porém, não é difícil encontrar na literatura estudiosos considerando high fantasy e epic fantasy como sinônimos.
Exemplo de games com características high fantasy
Low Fantasy (ou fantasia baixa) é outro sub-gênero da ficção fantástica no qual é baseada, primariamente, na “colisão” entre o mundo fantástico e o nosso mundo. Este tipo afasta-se totalmente de pretensões éticas e políticas comum no universo extremamente fantasioso da high fantasy. O sistema e a presença de magias na “fantasia baixa” não é tão bem estabelecido e forte como na “fantasia alta”
Por mais difícil que possa imaginar, podemos entender a “fantasia baixa” como uma fantasia um pouco mais racional (menos fantasiosa) que a “fantasia alta”, com um certo grau de realismo mágico. Podemos entender também  como uma narrativa baseada em um plano de fundo realístico/mundano com pinceladas notórias de fantasia.
Um exemplo de obra de “fantasia baixa” no mundo das histórias em quadrinhos é “Fábulas” (Fables) escrita por Bill Willingham, no qual conta a história de personagens de contos de fadas humanizados vivendo em uma comunidade em Nova York. No mundo dos video-games podemos citar a série Persona 3 e 4 e na literatura a série “Harry Potter“.
Obras low fantasy
Links, referências e inspirações:

Ficção Cientifica

Precisamos Falar Sobre Steampunk

22:06



Quando li A bússola de ouro, na infância, queria muito entender aquele mundo paralelo criado por Philip Pullman, onde a tecnologia a vapor era mais avançada que a elétrica, as pessoas voavam de zepelins, e tudo era resumido a engrenagens, bugigangas e maravilhas mecânicas que podiam levar as pessoas longe e fazer coisas teoricamente impossíveis para a época. E foi então que eu descobri que o termo usado para classificar esse tipo de literatura era Steampunk. 

O termo Steampunk voltou a ser tratado na cultura pop, em especial nos games em 2007, com o lançamento de Bioshock, mas ainda hoje muitas pessoas ficam confusas sobre o que é e como identificar uma obra que tenha esta temática. Acompanhe agora nossa matéria e tenha estas respostas.


O Steampunk é um subgênero da ficção científica/ciência fantástica e esteticamente falando tem o seu visual inspirado no maquinário a vapor do final do Século XIX. Normalmente as histórias se passam em uma versão alternativa da realidade do Século XIX, com uma visão pós apocalíptica da Era Vitoriana ou Velho Oeste americano.


Também é muito comum a inclusão de tecnologias pós Século XIX ou que ainda não existem, como se tivessem sido inventadas nesta época, como por exemplo, computadores, robôs automatons e próteses mecânicas.

Embora não seja uma regra, a maioria das histórias nas quais esse tipo de ficção científica é explorado se passa na era vitoriana, período britânico do governo da Rainha Vitória (1837-1901), quando o vapor era o principal meio de produção. Graças a ele, houve avanços tecnológicos e criações incríveis para a época, como robôs a vapor, diligências turbinadas, além de cientistas “loucos” e por aí vai. Mas já vi também Steampunk em filmes de Velho Oeste, em épocas medievais e em histórias de terror e contos de fadas.





É bem sabido que Julio Verne (um dos melhores escritores de todos os tempos) foi um dos precursores desse tipo de ficção especulativa, mas o termo Steampunk só se estabeleceu como uma subcategoria da ficção científica no final dos anos 1980. Não é um produto e não começou apenas pelo autor francês. O que aconteceu foi que vários autores começaram a escrever ficção científica num universo futurista, embora a época fosse a que eles viviam (no século XIX); e aos poucos o gênero foi se consagrando.
E, assim como o Vintage, Art Déco e o Retrô, a cultura Steampunk também é uma reflexão com uma enorme influência nos gêneros literários e cinematográficos. Há obras baseadas completamente no gênero, como A Liga Extraordinária20 mil léguas submarinasViagem ao centro da Terra, e outras não necessariamente focadas nele, nas quais é possível identificar muito dessa estética, como O mágico de OzA bússola de ouro...



Por todo o mundo já é uma tradição os fãs de Steampunk se encontrarem para falar das obras que mais destacam esse universo, trocar ideias e questionar a sociedade atual, usando o Steampunk como ferramenta de crítica para avaliar e comparar os erros tecnológicos e as propostas disfuncionais. No Brasil, o gênero demorou um pouco mais a pegar, mas desde 2007 vem ganhando força. Aqui nós temos o Conselho Steampunk, que também promove encontros e bate-papos interessantes. Visite o site deles para se informar melhor!
Nos games

Um dos primeiros jogos a usar este universo como temática foi The Chaos Engine, em 1993. Um Shoot’em Up de visão panorâmica para até dois jogadores, mas de maneira geral, entre os anos 90 e 2000 muitos jogos se apropriaram de elementos do Steampunk, não sendo necessariamente jogos do gênero, como por exemplo a tecnologia presente em alguns games de Final Fantasy, o RPG Arcanum,  Myst III: Exile, e Rogue Galaxy.

Nos anos 2000 podemos citar como destaque Dark Cloud 2, um RPG de Playstation 2 e Biochosk (que também representa o universo Dieselpunk). Já nos anos de 2010 temos, Alice: Madness Returns, Thief (remake), Dishonored e The Order 1886.
Roupas
As roupas do Steampunk (na maioria das vezes) são baseadas na moda dos anos 1800 e isso se estende aos penteados e demais acessórios. Os homens, normalmente usam vestimentas formais,como ternos e sobretudos, já as mulheres usam longos vestidos, às vezes armados, espartilhos e babados em excesso. Cartolas, bengalas, óculos no estilo aviador, relógios de bolso e cores como marrom, bege, velho e dourado são elementos constantes nos personagens.

Existe muito conteúdo?
Sim. A cultura steampunk, embora não seja tão popular no Brasil faz muito sucesso nos Estados Unidos e Europa. Mesmo que os jogos com a temática tenham dado bastante certo, o subgênero da ficção ainda é mais explorado na literatura. Nos últimos os livros BoneshakerAgatha H and the Airship CityLady of Devices e Retribution Falls se destacaram.
Já nos cinemas temos obras bastante conhecidas (que provavelmente você já viu ou já ouviu falar) como Ladrão de Sonhos, 9 (Nine)Atlantis – O Reino PerdidoA Invenção de Hugo Cabret, Steamboy.
***

Geek

18 Vezes que a moda em "Sailor Moon" lacrou

22:50

Combatendo o mal a luz do luar. As Sailor Moons podem ter sido as heroínas dos anos 90, mas também eram rainhas de moda e acredite você ou não, elas pisavam. Vem dar uma conferida nos modelitos que ainda soam muito atuais.


1. Veja esses ícones de moda.


 Elas sabiam muito bem o que faziam, e não estavam pra brincadeira. Olhe estes modelitos que gracinhas.

2. Eles sabem como combinar roupas.



Elas sabiam. 


3. Balanceando o topo da safra!


Rei digna como sempre...


4. Olha hit da fada




Essa jardineira cor-de-rosa é a coisa mais linda que verás hoje. Estes sapatinhos devem ser muito confortáveis.



6. Falando de confortável, esta camisola parece INCRÍVEL.



Sério, essa camisola casa com qualquer coisa.



7. A coordenação de cores é forte neste grupo.




Olhem estas paletas. Corajosas e desteminas. Ami está uma graça combinando rosa a esta variação de amarelo. Olhem o Magenta da Minako combinando com um tom de lilás logo ali em baixo, aposto um unicórnio que você não teria coragem.

8. Ok, precisamos falar dessa cintura alta





9. Na verdade, praticamente todas estão sempre usando a cintura alta.


No entanto, está tudo bem, porque foi a década de 90 e elas ficam super fofas. E quem não gostaria de ter vivido essa era maravilhosa? 


10. E como sempre as vilãs sempre roubando a cena




Não odeie o jogador, odeie o jogo. E MENINAS OLHEM ESTE LEQUE QUE PISÃO!


11. Elas têm peças it girl




Há tanto o que fazer com esse visual. Ir a um shooping, um passeio com o boy no parque, um volta pelo lago, uma tarde no parque com a família, um pick nick com as suas garotas... Minako arrasou garota!!

12. Hotaru é provavelmente a pessoa mais elegante EVEEEEEER.


Para uma criança de 12 anos, ela pisou. Olhe toda essa áurea gótica, esse cosmo dark. A era Blackout chega para todas, manas. 


13. Sério, ela sabe o que está fazendo.



Quero dizer, seus pais devem ter ajudado e sua mãe deve ser uma fashionista? Onde uma garota de 12 anos tem esse guarda roupa maravilhoso?



14. Hotaru mesmo parecia incrível quando era má.


O estilo de Bad Girls deve ser uma nova tendência no próximo ano. E ela nem parece ter 12 anos aqui meninas.


15. Então, Chibiusa, sinceramente...



Gisele acaba de ser desbancada... Brincadeiras a parte olhem a pose dessa garota.



16. Jogo de sapato.


Além de arrasarem galáxias com esses tons pasteis atenuados formando esse gradiente de cores incrível pra essa paleta, elas ainda conseguem lacrar com sapatinhos incríveis. Minako apostou numa sapatilha bailarina com meias, isso é tão confortável. E o que falar do degradê da Ami? Ela deve ser virginiana, eu tenho certeza, sempre acerta.

17. Preciso ter esse armário


MAKOTO KINO que tiro foi esse que tá um arraso? Temos que concordar que essa gola alta tá escândalo, combinadas a esse cinto então? Luxo puro.


18. ROUPAS DE BANHOOO


  Eles poderiam ter tido excelentes carreiras na moda. Eu acho que salvar o mundo provavelmente é apenas uma diversão, um hobbie. Estilosas como ninguém. 

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