Anime

El Hazard, uma viagem no tempo...

22:40


El Hazard é um anime criado por Hiroki Hayashi (mesmo criador de Tenchi Muyo) e Ryoe Tsukimura, com 26 episódios exibidos entre janeiro e março de 1998 e posteriormente ganhou uma adaptação em mangá desenhada por Hidetomo Tsubura e publicado no Brasil em 2006 pela JBC.

E tudo começa com…

Nosso protagonista, Makoto Mizuhara, um exemplo de bom menino, excelente aluno, ótimo atleta, bonito e querido pelas meninas (tão legal que chega a ser um pouquinho irritante…). Uma dessas fãs é Nanami Jinnai que tem vários empregos e uma queda enorme por Makoto o acompanhando pelos cantos. Já o irmão da garota, Katsuhiko Jinnai, morre de inveja de Makoto (com razão) e adora perturbar a vida do garoto se auto declarando seu inimigo número um.
Enquanto Makoto se preparava para a feira de ciências desenvolvendo uma gerigonça pra ser apresentada, Jinnai, com o coraçãozinho cheio de veneno, bagunça a máquina todinha para atrapalhar seu rival. Quando Makoto vai dar uma olhada no protótipo para mostrá-lo à Nanami e a Fujisawa (o professor de história do grupo que é tão chegado a uma cachaça quanto Buda era com comida) acaba acontecendo um acidente com a máquina desconfigurada enviando os quatro para um mundo paralelo chamado El Hazard – e era pra isso que servia a gerigonça (não, nem mesmo Makoto sabia o que raios ela fazia…)
Esse novo mundo vive uma guerra entre os humanos do Reino de Roshtaria, da princesa Rune (que não sabe pentear o cabelo, vide imagem mais abaixo, e desenvolve uma paixonite por Makoto) e os Bugrons, insetos controlados pela rainha Deeva. Jinnai, com sua imensa raiva de Makoto, vê na situação uma oportunidade de chutar literalmente a bunda de seu rival e se junta aos inimigos, já que ao chegar a El Hazard ele ganha a habilidade de entender a língua dos insetos. Já Makoto, Nanami e Fujisawa (que ganhou força sobre-humana) preferem o lado da princesa que os envia em uma jornada para descobrir uma forma de voltar pra casa e de ajudar o reino a conseguir uma poderosa arma para vencer os Bugrons.
E é nessa jornada que os peregrinos conhecem as três Sacerdotisas – primeiro Miz Mishtal, sacerdotisa da água que se apaixona perdidamente pelo professor Fujisawa, depois Afura Mann, sacerdotisa do vento e única que ainda tem todos os parafusos na cabeça, e por fim Shayla-Shayla, sacerdotisa do fogo que é impulsiva e (advinha) se apaixona por Makoto, já que mamãe passou açúcar nele o que esperar do mesmo autor de Tenchi Muyo né. Infelizmente para Shayla-Shayla, Nanami e o resto da parcela feminina da população, ao que parece a princesa Rune deve ser a ganhadora da loteria do Makoto, já que de uma forma ou de outra ele sempre acaba com o rosto enterrado (acidentalmente) entre os seios da governante! E os rumos da guerra pioram muito quando Jinnai, em suas peripécias maléficas, consegue despertar a deusa demônio Ifrita que acaba trazendo grandes dores de cabeça pra todo aquele mundo!

El Hazard foi exibido no Brasil nos primórdios divertidíssimos do programa Band Kids, que também exibia grandes produções como Dragon Ball Z e, olha só, Tenchi Muyo e muitos de nós que eram crianças no fim dos anos 90 começo dos 2000, costumavam assistir os episódios dublados nas tardes da emissora. O anime era um dos meus favoritos por ser um dos poucos que continha um enredo de aventura com personagens carismáticos e romance – principalmente o romance, aquele que mal é citado em Dragon Ball por exemplo. Como eu era uma criança que curtia aventura/romance e não pancadaria sem motivo eu nunca curti muito a obra do Toriyama e adorava acompanhar as aventuras do Makoto pra saber se no fim das contas ele ia ficar com a Rune ou não, ou seja eu já shippava o casal antes mesmo de saber o que era isso (ah, bons tempos de inocência…) .
Apesar de não ter o mesmo sucesso estrondoso da outra produção do HayashiEl Hazard foi bem popular em sua exibição, tanto no Japão quanto no Brasil, por ter um enredo bem desenvolvido que cai como uma luva com a personalidade dos personagens garantindo momentos de ação, de risos e algumas lágrimas ocasionais misturadas a um suspiro e outro. O anime e o mangá são bem diferentes, com muitas mudanças de roteiro, embora a arte de Tsubura seja fiel à da animação. Apesar de ser interessante, afinal quem já assistiu vai ter motivos pra ler e se surpreender, é meio complicado pra quem quer colocar a história toda em ordem, já que o roteiro é bem diferente e causa muita confusão na cabeça. Essa é uma prática muito comum no Japão onde as adaptações de mangás pra animes e vice-versa nem sempre seguem a obra original fielmente, afinal de contas, confundir a nossa cabecinha é mais legal.

Vale a pena?

El Hazard não é o tipo de história que agrada todo mundo, nem do tipo que se torna o mangá favorito de todos os tempos pra qualquer otaku, mas vale sim o tempo pra ler/assistir porque o enredo é gostoso e os personagens são impagáveis em suas cenas extremamente hilárias e em seus romancezinhos aqui e ali. Foi um prazer revisitar a obra pra fazer esse post, isso sem falar na estética da animação/desenhos que é clássica (vocês já repararam como a arte tem mudado nos mangás atuais?)
Deixo vocês com a nostálgica abertura em português que costumávamos assistir e até o próximo post!

Ciência

Como era a flora brasileira na época dos dinossauros?

20:38


Difícil saber exatamente, porque, é claro, o Brasil não existia. E nem estamos falando do Brasil como nação, criado depois de Cabral, dom Pedro etc. Mas do próprio território do país. É que todos os continentes atuais estavam unidos em uma única massa gigante de terra, a Pangeia. Nesse megacontinente, o Brasil ficava mais ao sul do planeta. Os dinossauros habitaram a Terra na era Mezosoica, que é dividida em três períodos: Triássico, Jurássico e Cretáceo. São 185 milhões de anos de evolução. Tempo demais (para comparar, os ancestrais do homem surgiram há cerca de 3 milhões de anos). Então, muita coisa mudou ao longo dessa era.
SAUNA TERRESTRE
A temperatura média era 3 ºC mais alta, o que é muito. Em todo o planeta, inclusive na área que correspondia ao Brasil, havia períodos de grandes cheias, alternados com secas, como nas savanas tropicais.
CADÊ O RIO QUE ESTAVA AQUI?
As estações do ano eram mais ou menos como no Brasil tropical de hoje: um grande verão chuvoso e um inverno seco. No verão, havia tanta água que se formavam rios temporários, que cortavam a Pangeia – na seca, eles evaporavam ou formavam áreas alagadas
PARQUES JURÁSSICOS
O período Jurássico foi o auge da vida dos dinossauros. Calcula-se que 80% deles viviam em regiões costeiras, fugindo das intensas secas do inverno. No período seguinte, o Cretáceo, a Pangeia se dividiu em dois continentes, Laurásia e Gondwana. Com isso, surgiram mais ambientes costeiros, os hábitats se diversificaram e as plantas com flores apareceram.
PAÍS DAS SAMAMBAIAS
Na transição do Jurássico para o Cretáceo (Juro-Cretáceo), a paleoflora da área correspondente ao sul do Brasil era semelhante ao atual Cerrado. A planta típica era o Dicroidium, grupo de gimnospermas primitivo, cuja folhagem se parecia com a da samambaia. O Sul é a região mais conhecida, porque era a mais habitada por dinossauros (no mundo, os principais registros foram encontrados nos EUA e na Argentina)
CAMPOS DE VÁRZEA
As plantas eram adaptadas para intensos períodos secos, com fecundação independente da água. Além disso, não havia grama (ela só surgiu no início da Era Cenozoica, há cerca de 65 milhões de anos). No Jurássico, surgiram os pinheiros de grande porte. Essa vegetação se estendia do Sul ao Nordeste, incluindo o Centro-Oeste. No Cretáceo, as regiões viveram um aumento de população animal, com abundância de aves e répteis. Fósseis foram encontrados em Minas Gerais, Ceará e Maranhão.
COMILANÇA
Os dinossauros herbívoros saurópodos (quadrúpedes pescoçudos e tricerátopos) se alimentavam principalmente de samambaias e cavalinhas, nas áreas mais úmidas. Na áreas secas, longe do litoral, comiam qualquer gimnosperma. Encaravam folhas, galhos e até cascas de árvores, que, embora pouco digestivas, eram tomadas por fungos e bactérias, que tornavam o alimento mais nutritivo.

NOVIDADES COLORIDAS
As plantas eram quase todas gimnospermas, ou seja, sem flores e frutos. O mais próximo de frutas que existiam eram os pinhos das coníferas, que serviam de comida a alguns dinos. No Cretáceo, as angiospermas se proliferaram, com frutas pouco carnosas e flores muitas vezes microscópicas. Ao fim do período, quando os dinossauros foram extintos, a Terra estava cheia de novas cores e perfumes.
UMA ÚLTIMA CURIOSIDADE A hipótese mais aceita pelos pesquisadores é a de que as primeiras flores nasceram em ambiente aquático: nenúfares e ninfeáceas são as mais antigas.

Fontes Levantamento de 2012 do Global Property Wakefield, The Guardian, BBC e Folha de S.Paulo

Natureza

Quais são as flores mais raras do mundo?

20:32

Conheça algumas orquídeas, petúnias e outras espécies incrivelmente raras - e nem sempre bonitas...




1. Bico de Papagaio
ESPÉCIE Lotus berthelotii
ONDE Ilhas Canárias
Apesar de conhecida no Brasil, é extremamente rara na natureza. Ela teria sido originalmente polinizada por pássaros já extintos das Ilhas Canárias, o que ajuda a explicar sua escassez
2. Petúnia Vermelha
ESPÉCIEPetunia exserta
ONDE Brasil
Descoberta apenas em 2007, ela é o único tipo de petúnia polinizado por beija-flores. Sua propagação é muito difícil, porque a espécie se reproduz mais facilmente com outras variações de petúnias do que com ela própria
3. Kokio
ESPÉCIEKokai cookei
ONDE EUA
Em 1978, a única sobrevivente da espécie foi destruída em um incêndio. Felizmente, um ramo foi salvo e enxertado em 23 árvores, que estão hoje espalhadas pelo Havaí
4. Sapatinhos de Senhora
ESPÉCIE Cypripedium calceolus
ONDE Europa e leste asiático
Existem muitos tipos dessa orquídea, mas a maioria está em extinção devido à contínua redução do seu habitat. Uma muda pode chegar a custar até cerca de US$ 5 mil nos EUA!
5. Vine Jade
ESPÉCIE Strongylodon macrobotrys
ONDE Filipinas
Como resultado da destruição do seu habitat e, consequentemente, dos seus polinizadores naturais, a espécie hoje é extremamente difícil de propagar e está em extinção
6. Orquídea Fantasma
ESPÉCIE Epipogium aphyllum
ONDE Inglaterra
Pode viver no subsolo por anos sem dar sinais de vida e florescer inesperadamente. A espécie não faz fotossíntese nem fabrica seu próprio alimento, precisando da ajuda de um fungo específico em contato com sua raiz para fornecer nutrientes
7. Franklin Tree
ESPÉCIE Franklinia alatamaha
ONDE EUA
Foi completamente extinta do seu habitat desde o início do século 19. Atualmente, é cultivada apenas por horticultores e criações comerciais
8. Chocolate Cosmos
ESPÉCIE Cosmos atrosanguineus
ONDE México
A espécie está extinta na natureza há mais de 100 anos. Em 1902, um clone foi reproduzido por propagação vegetativa e ela foi novamente introduzida ao cultivo
9. Gibraltar Campion
ESPÉCIE Tomentosa silene
ONDE Gibraltar
Até 1992, todos os vestígios da flor tinham desaparecido, até que, dois anos depois, um único exemplar foi descoberto na reserva natural de Gibraltar. Desde então, essa espécie, que só cresce em afloramentos rochosos, está sendo reintegrada ao meio ambiente
10. Middlemist Vermelha
ESPÉCIE Middlemist camelia
ONDE China
Foi trazida à Grã-Bretanha em 1804 e, desde então, totalmente dizimada no país de origem. No território britânico, permaneceu estéril durante anos e só começou a florescer recentemente
11. Flor-cadáver
ESPÉCIE Amorphophallus titanium
ONDE Sumatra
Famosa por ser a flor mais fedida (e alta) do mundo, ela é natural das florestas tropicais de baixa altitude da Indonésia. A planta, que na verdade é uma inflorescência (um talo com muitas flores), normalmente precisa de pelo menos sete anos para florescer, podendo demorar ainda mais tempo
12. Flor-Monstro
ESPÉCIE Rafflesia arnoldii
ONDE Indonésia
Não tem caule, folhas ou raízes, nem realiza fotossíntese. A sobrevivência da espécie depende de uma videira específica chamada tetrastigma, que oferece nutrientes e suporte

Ciência

Os terríveis experimentos japoneses com prisioneiros chineses

20:27

Entre 1935 e 1945, japoneses conduziram testes cruéis com mais de 200 mil pessoas no de prisioneiros na China conhecido como Unidade 731




De pernas para o ar
Situada na Manchúria, no nordeste da China, a Unidade 731 surgiu pouco antes da Guerra Sino-Japonesa (1937-1945) e continuou ativa na 2ª Guerra Mundial. Era comandada pelo general Shiro Ishii, que propunha os mais bizarros experimentos. Por exemplo: pendurar pessoas de cabeça para baixo até morrerem para ver quanto tempo aguentavam.
Picolé de pé
Os testes geralmente envolviam armas ou procedimentos que, depois, poderiam ser aplicados na guerra. Por exemplo: em câmaras refrigeradoras,prisioneiros eram submetidos a temperaturas de até 50 graus celsius negativos. Assim, os médicos podiam descobrir a melhor maneira de tratar soldados japoneses que tivessem membros congelados durante batalhas no frio.
Coisa de desenho animado
O que podia acontecer a pilotos japoneses caso os aviões dessem pane? Para descobrir, os cientistas colocavam prisioneiros em centrífugas superpoderosas, onde ficavam rodando até morrer. Para avaliar os efeitos da altitude, cobaias humanas eram submetidas a câmaras de altíssima pressão até seus olhos saltarem das órbitas.

Efeito bombástico
Para descobrir a qual distância era possível sobreviver à explosão de uma bomba, os funcionários da Unidade 731 tinham um teste simples, barato terrível. Espalhavam chineses a diferentes distâncias, detonavam o explosivo e avaliavam as consequências no corpo das vítimas. Claro que os mais próximos morriam na hora.
Crueldade microscópica
Outro tema estudado pela Unidade 731 foi a guerra bacteriológica. Como espalhar germes em uma vasta área de modo eficiente? Bombas com bactérias que causam disenteria ou com pulgas infectadas com peste bubônica ou febre tifoide foram jogadas sobre vilarejos chineses. Plantações e reservatórios de água foram contaminados e milhares de pessoas morreram.

Autópsia de ser vivo
Algumas cobaias sofriam vivissecção – ou seja, médicos cortavam seu corpo e examinavam suas entranhas enquanto ainda estavam vivas. E sem anestesia! Eles pretendiam compreender o avanço de certas doenças. Alguns órgãos eram extraídos para análise. Às vezes, eram reimplantados – mas do lado oposto, só para ver o que acontecia.
Segredos revelados
Não é à toa que o lugar foi apelidado de “Auschwitz asiática”. O general Ishii ordenava, por exemplo, que injetassem urina de cavalo no rim de humanos ou que prisioneiros comessem refeições com heroína. Tudo isso ficou em segredo até 1984, quando um estudante de jornalismo japonês descobriu, numa loja de livros usados em Tóquio, documentos que registravam as barbaridades.
Crueldade generalizada
Além de prisioneiros civis e militares chineses, a base secreta também usou como cobaias britânicos, australianos e norte-americanos capturados na 2ª Guerra Mundial. Em uma das experiências, retiraram o estômago de uma pessoa conectaram o esôfago diretamente ao intestino. Em outro, crianças de um vilarejo próximo receberam doces infectados com bactérias.

CONSULTORIA John Horgan, professor do Stevens Institute of Techonology, de New Jersey (EUA), e colunista da Scientific American
FONTES Revistas TimeScienceAmerican Journal of Psychiatry e New Scientist, livros Listomania, vários autores, e Dr. Josef Mengele, The Angel of Death, de Holly Cefrey, e sites LiveScience e Auschwitz.dk

Anime

10 fatos e curiosidades sobre Naruto

14:04



Naruto é um dos mangás mais influentes da história. As aventuras do ninja de cabelo amarelo que sonha em ser um Hokage habitaram o imaginário dos fãs por mais de uma década.
Mas você conhece as curiosidades por trás do personagem? Aqui estão algumas coisas que você talvez não saiba sobre Naruto!

A origem do nome!
Masashi Kishimoto teve algumas boas inspirações para o nome do protagonista da saga.
A primeira delas e mais conhecida, são os tradicionais rolinhos de peixe rosa que são consumidos junto com o Lámen. Eles são chamados de Naruto e possuem o mesmo padrão do logo da série.
Além disso, o sobrenome Uzumaki também está relacionado ao modo como a especiaria é preparada, já que significa Redemoinho.
A outra inspiração vem de uma cidade na província de Tokushima, chamada de Naruto.

Naruto não seria humano!
No roteiro inicial, que inclusive foi publicado pela revista Akamaru JumpNaruto seria uma raposa capaz de se disfarçar como humano.
Mais tarde, um editor convenceu Kishimito a transformá-lo em um humano. Assim, os fãs se identificariam mais facilmente com o personagem.

O Terceiro Hokage seria um cachorro!
A história original era, realmente, bizarra.
Terceiro Hokage seria o bichinho de estimação do Segundo Hokage.
Justamente por ter sido criado por um Shinobi, ele aprenderia técnicas poderosíssimas e acabaria sendo eleito para o posto.

Susanoo é um deus na religião xintoísta!
O famoso jutsu Susanoo, usado por alguns Uchihaque despertam o seu Mangekyou Sharingan, foi baseado no deus dos mares, das tormentas e das tempestades.
Ele é irmão de Amaterasu e Tsukuyomi, cujos nomes também são utilizados para identificar jutsus exclusivos do clã Uchiha.


A raposa de nove caudas foi baseada no folclore japonês!
Mas essa você já sabia!
A raposa de nove caudas foi baseada em Kitsune, um personagem bastante comum na mitologia japonesa.
Dizem as lendas que ela é muito inteligente e possui poderes sobrenaturais, como o de assumir a forma humana.
Uma das características físicas de uma Kitsune são suas caudas, dizem que a cada mil anos nasce uma nova cauda, que ao total são nove.
A lenda cita que a cada cauda que nasce, sua inteligência aumenta e sua cor muda para branco ou amarelo.

A dublagem brasileira do Naruto foi feita por uma mulher!
A dubladora é Úrsula Bezerra, que também havia dublado os personagens Goku (criança) na franquia “Dragon Ball” e Gerald de “Ei, Arnold!”.
Ela é irmã de Wendel Bezerra, o dublador de Goku e Jackie Chan, e Ulisses Bezerra, a voz do Shun em Cavaleiros do Zodíaco.
666 Satan!

Parece que ser mangaká é coisa de família!
Seishi Kishimoto, irmão gêmeo do criador de Naruto, escreveu o mangá 666 Satan.
Ambos são constantemente acusados de plagiar um ao outro.
Ao saber disso, Seishi Kishimoto se defendeu:
“Fãs me perguntam por que meus projetos eram muito similares ao do Kishimoto Masashi, o criador de Naruto em uma outra revista Shonen. E outros ainda usaram o termo Plágio!!! Isso por que eu sou seu irmão gêmeo e, desde que nós éramos pequenos, recebemos as mesmas influencias ... bem, nossos próprios rostos são parecidos...".

Pena de Ouro!
Naruto foi o primeiro mangá a receber o prêmio de Best Graphic Novel da Quill Awards, em 2006, instituição que premia as melhores publicações de ficção da literatura mundial.

Naruto é muito mais velho do que você imagina!
Masashi Kishimoto desenhou Naruto quando tinha 16 anos, em 1988. Ele gostou tanto do desenho, que o guardou em seu armário e ficou esquecido lá por longos anos.
O tempo passou e Kishimoto conseguiu publicar o seu primeiro mangá chamado “Karakuri”, que foi muito elogiado pela crítica.
Com isso, o mangaká teve a oportunidade de trabalhar em um novo projeto. No entanto, Kishimoto passou por um bloqueio criativo e não conseguiu desenvolver nenhuma nova história.
Foi então que ele se lembrou do desenho que havia feito na infância e decidiu trabalhar o conceito por trás do personagem.

A loja de Lámen favorita de Naruto existe na vida real!
Ichiraku é o nome de um pequeno restaurante localizado na cidade de Kyushu.
Enquanto frequentava a universidade, Masashi Kishimoto não tinha muito dinheiro, então frequentava a "Casa de Lámen" para comer muito e economizar.
O local foi mais uma das inspirações da vida real que o mangaká levou para sua criação.

Ciência

O que foi o Experimento Filadélfia?

13:41

No auge da 2ª Guerra Mundial, a Marinha dos EUA teria conseguido teleportar um navio (ou deixá-lo invisível). E ainda manteve a façanha em segredo!


1. Em 28 de outubro de 1943, a Marinha dos EUA supostamente teria conseguido deixar o destroier USS Eldridge invisível. E mais: a embarcação teria sido teleportada da Filadélfia para a base naval de Norfolk. O marinheiro Carl Allen estava em Norfolk, a bordo do Liberty USS Andrew Furuseth, e teria visto quando o navio militar surgiu, envolto numa névoa verde
2. Allen alegou ter sido a única testemunha, porque o fenômeno durou poucos instantes e vários tripulantes do Eldridge morreram ao se fundir com o navio no teleporte de retorno. Segundo conspirólogos, os sobreviventes foram enviados a centros psiquiátricos militares, onde sofreram lavagem cerebral para esquecer tudo, e declarados como “perdidos em missão”
3. A façanha seria uma aplicação da Teoria do Campo Unificado, de Albert Einstein. O físico realmente trabalhava para a Marinha. Em uma carta de junho de 1943, dizia ao tenente Stephen Bruneauer: “Tenho uma ideia de um aparato eletromagnético para esse propósito que gostaria de apresentar a vocês”. Em outra, afirmava que “o experimento me parece ser o único modo de confirmação”
4. Anos depois, Allen passou a mandar cartas para o astrônomo Morris K. Jessup, autor da ficção científica The Expanding Case for the UFO (1955). Allen enviou anonimamente às autoridades uma cópia desse livro, com anotações sobre a “experiência”. Essa versão “comentada” chegou a ser lançada por membros da Marinha e ficou conhecida como “Edição da Varo”
5. Interrogado pela Marinha, Jessup começou a investigar a história. Em 19 de abril de 1959, marcou um encontro com o dr. Manson Valentine para revelar uma importante descoberta. Mas, no dia seguinte, foi encontrado morto em seu carro, num estranho suicídio com monóxido de carbono.Teria sido uma queima de arquivo?
6. Em 1969, Allen finalmente veio a público. Apareceu no Escritório de Pesquisa de Fenômenos Aéreos, no Arizona, e confessou que a história tinha sido inventada. Dez anos depois, porém, voltou atrás e colaborou com os autores Moore & Berlitz em The Philadelphia Experiment: Project Invisibility, o livro que cristalizou essa teoria da conspiração na cultura pop. 
7. Em 1984, a história inspirou o filme Projeto Filadélfia, com Nancy Allen (estrela da trilogia RoboCop). A película fez surgir uma nova testemunha. Alfred Bielek, suposto responsável pelo setor eletrônico do USS Eldridge, alegou que havia sofrido lavagem cerebral e só relembrou tudo o que havia acontecido ao assistir ao longa-metragem.
8. Segundo Bielek, a experiência teria acontecido em 12 de agosto, e não em outubro. E havia sido muito mais que um teletransporte: ele havia viajado pelo tempo, de 1943 a 1983 (assim como havia sido descrito no filme). Além disso, a fenda temporal criada pelo campo magnético atraiu óvnis para a Terra e um deles tinha sido capturado pela Marinha dos EUA.
Curiosidade
Allen realmente existiu: segundo registros da Previdência Social, morreu em 1994, no Colorado.
Por outro lado…
Diversos registros não indicam nada de incomum na trajetória do USS Eldridge.
– O diário de bordo do Eldridge não relata nenhuma atividade anormal ao longo de 1943 e a Marinha nega ter realizado qualquer projeto.
– O Eldridge continuou navegando normalmente até 1951, quando foi entregue à Grécia. Suas viagens estão disponíveis para consulta no site da Marinha dos EUA.
– Os registros do USS Andrew Feruseth indicam que ele já não estava em Norfolk na data da suposta experiência.
– Einstein era consultor em outro projeto, que nada tinha a ver com invisibilidade ou teleporte. Ele desenvolvia um mecanismo magnético para repelir as minas submarinas alemãs, que só em 1942 afundaram mais de mil embarcações dos Aliados.
– Hoje existem várias pesquisas de sucesso envolvendo invisibilidade, mas todas funcionariam apenas para certos comprimentos de onda. Por exemplo, aviões podem ficar “invisíveis” para radares, mas não para a luz.
– Tudo o que se conhece sobre invisibilidade atualmente não tem relação com a Teoria do Campo Unificado de Einstein.
– A filha de Jessup acredita que o suicídio foi verídico, já que, segundo ela, o pai estava deprimido após passar por um divórcio recente e ter recebido críticas hostis a seu livro.

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