Divas Do Cinema: Marilyn Monroe

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Ganhadora do Premio Herrieta e do Globo de Ouro, considerada o maior ícone sexual do século 20, A sexta mulher mais bonita do mundo (Pela Ciência), a mulher mais influente da sua época, ao lado de Madonna e Britney Spears formam a trindade feminina que mais influenciou a cultura Pop e ainda hoje mesmo depois de sua morte continua sendo uma inspiração para uma legião mulheres, mas por de trás de toda essa audácia, carisma, sensualidade estava uma grande mulher e com grandes talentos. Hoje apresentamos Marilyn no Divas do Cinema. 



Com um documentário da Lifetime, outra da HBO, vários especiais e diversos outros investigando sua polêmica vida e misteriosa morte ela ainda tem um filme '' 7 dias com Marilyn''. Marilyn cada vez mais é lembrada, não alguém no mundo que não a conheça. Mesmo morrendo tão jovem deixou um legado eterno e concreto, hoje ela é a maior musa da cultura pop. Amparada por estratégias de Marketing dos estúdios de Hollywood, Marilyn conquistou tudo o que queria e mais um pouco. 

Marilyn Monroe não foi apenas uma atriz. Marcada pela sensualidade e pela personalidade forte e controversa, ela se tornou, acima de tudo, um dos maiores ícones da cultura pop produzidos pelo cinema em todos os tempos. Depois dela, muitas vieram inspiradas pela atitude e pelo sucesso de Monroe, mas nenhuma alcançou a dimensão da atriz que abalou Hollywood na década de 1950 e é cultuada até hoje. 



Nascida Norma Jeane Morteson, sob o signo de gêmeos, a musa adorava esbanjar uma vida de sexo, luxuria, álcool, mas a imagem de Norma vai além do esteriótipo machista de ''Loira Burra'' que conseguiu por causa de seus papeis. Além de ter dirigido algumas pontas, ela ainda amava escrever poemas.
Brilhou muito por pouco tempo, e foi muito mais do que apenas um rosto bonito. Na estante de sua casa, havia mais de 400 livros sobre arte, filosofia, poesia, psicologia, religião, além de centenas de romances. Ela era fã de James Joyce, Gustave Flaubert, Hemingway, Dostoievski e analisava Freud. Era amiga de Carl Sandburg e Truman Capote. Era tudo menos uma “loira burra” – como ficou mundialmente conhecida.

A atriz norte-americana que teve seu auge na década de 50, morrendo em 1962 com apenas 36 anos, passou por altos e baixos – e lutou para que fosse reconhecida pelo seu talento, além de sua beleza.

Sabendo disso, muitos já devem ter se perguntado: se ela queria ser vista além da sua beleza, por que escolhia interpretar justamente o papel de “loira burra” nos filmes? A questão é: ela não tinha escolha. Se atualmente as atrizes de Hollywood não têm poder de escolha, imagine nos anos 50. Marilyn era, realmente, muito bonita, o que ajudava no marketing dos filmes e claro, fomentava a indústria que era (e continua sendo) o star system. No entanto, a garota do Chanel n°5 que odiava azeitonas passava a maior parte do seu tempo dedicada a melhorar o seu desempenho como atriz, que não era o foco principal de seus produtores.




O Pecado mora ao lado, Os Homens Preferem as Loiras são uma das suas obras mais conhecidas, mas a mocinha já desempenhava papéis muito importantes mesmo na Broadway, além de ter frequentado aulas de teatro e tudo mais, tudo para que ela pudesse ter um melhor desenvolvimento em seus papeis. com seus lábios sensuais e inesquecíveis, o corpo escultural, seu olhar inocente e o ar aparentemente frágil, que incendeiam a imaginação masculina em todos os cantos do Planeta. 

Ela logo passou a integrar o panteão das deusas do cinema. Sua trajetória profissional iniciou-se em pequenas películas, mas sua veia cômica logo lhe conquistou espaço em filmes conhecidos, angariando fama e popularidade para a atriz na década de 50. Seu primeiro desempenho nas telas ocorreu no filme The Shocking Miss Pilgrim, em 1947. Sua atuação em Niagara, em 1953, a conduz ao estrelato. Aos 27 anos ela já era a diva loira mais adorada de Hollywood.



Em 1952, Monroe estrelava o suspense Don’t Bother to Knock, realizando o desejo de mostrar a sua real capacidade de atuação fora de uma comédia. Apesar das críticas positivas ao filme em geral, o longa-metragem não fez tanto sucesso quanto os outros nos quais a atriz havia atuado. Em 1954, Marilyn rompeu seu contrato com a 20th Century Fox, certa de que a partir dali não iria mais atuar em filmes de comédia. Ela se juntou ao seu amigo fotógrafo Milton Greene e anunciou a formação da Marilyn Monroe Productions. Assim, ela foi a terceira mulher na história a começar uma produtora. Infelizmente, seu desejo teve um prazo curto. Sua personalidade entre o público já havia sido concretizada e não tinha como Marilyn atuar em um papel que não exaltasse a sua beleza acima de qualquer outra qualidade. Assim, em 1955, The Seven Year Itch foi lançado e logo se tornou um grande sucesso. Dessa forma ela pôde voltar para a 20th Century Fox e realizar um novo contrato, mas agora com algumas vantagens: ela seria capaz de trabalhar para outros estúdios e tinha o direito de rejeitar qualquer roteiro, diretor ou cineasta que ela não aprovasse. De qualquer maneira, ela continuou fazendo filmes na linha da comédia (pois apesar da falsa liberdade citada acima, ainda sofria com a pressão de manter sua personalidade de sucesso) e seu estado psicológico – que já era conflituoso – só piorava.
Marilyn Monroe era uma pessoa muito sensível e de difícil compreensão e parte disso provavelmente era decorrente de sua infância complicada. Ela passou seus primeiros anos em lares adotivos, sua mãe biológica tinha problemas mentais e há uma grande confusão em saber quem era seu verdadeiro pai. Alguns livros afirmam que Monroe teve mais de 10 abortos espontâneos e consequentemente nunca pôde realizar o seu enorme desejo de ter um filho. Isso tudo e mais um pouco culminou em uma grave dependência alcóolica e um suicídio (embora oficialmente a causa de sua morte seja essa, há inúmeras teorias de conspiração levando até a suspeita de Marilyn ter sido assassinada).


Marilyn era uma mulher carente e sensível dos anos 50, querendo fama, dinheiro e reconhecimento. Apesar de ter tentado de todas as formas sair do padrão no qual se encontrava, não havia saída. O mundo todo havia se apaixonado pelos seus olhos azuis e cabelos loiros, não interessava mais se ela atuava bem, mal, nem se atuava. As pessoas queriam alimentar-se da sua beleza. Ela, no entanto, queria que vissem além da estética. A atriz foi destruída por quem a amava – seus fãs, admiradores, companheiros -, até por ela mesma. 




''
Eu também tenho sentimentos, ainda sou humana. Tudo o que eu quero é ser amada pelo meu talento''

 - Marilyn Monroe



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