Musica

Em entrevista Beyoncé fala que seu melhor Show foi em São Paulo

23:39

Após passar por todos os continentes, Beyoncé chegou a conclusão que foi no Brasil que encontrou o melhor show da sua carreira. A cantora elegeu sua apresentação no Estádio do Morumbi, em fevereiro, como a mais marcante.Em entrevista a esposa de Jay-Z, que acaba de lançar em DVD o registro da turnê, lembrou da experiência incrível que passou no Brasil. "60 mil pessoas no Brasil era algo que eu não esperava, porque eu não fazia ideia que tinha tantos fãs lá. Minha irmã e meus primos tem conta no Twitter e eles ficam dizendo, 'garota, se você não for ao Brasil, eles não vão nos deixar em paz, vamos ter que fechar a conta'.", disse ela rindo.

Beyoncé revelou também que ficou impressionada com o fanatismo dos brasileiros. "Quando eu cheguei lá, foi surreal. O entusianos e o quanto todo mundo sabia as letras das músicas, as coreografias, cada pequeno detalhe e coisas que eu disse, e alguns nem falavam inglês.", adicionou. "Foi inacreditável, meu melhor show, meu melhor show foi em São Paulo."
 
 
 
 

mulher

Madona a Falta de Educação em Pessoa e Maria Gabriela a Anta Viva

23:31

Maria Gabriela retardada o problema e que gabi entrevistou a madona usando perguntas com duplo sentido no brasil que o portugues se aplica de varias formas e madona não esta acostumada com essas perguntas.

Nossa, que desastre!
Nada contra a Gaby, mas ela nao tinha idéia do que estava fazendo!
Por isso que foi essa entrevista tão embaraçosa!

Gente fiquei horrorizada o povo do Brasil amando a Madonna (na época) ela dando essas carcadas na Maria Gabriela a vai ser feia essa Madonna tem razão de ter falido kakakaka essa sem educaçona.
Mas não defendam madonna não olha só isso que uma mulher postou no youtube

 "Ela foi arrogante sim, e como a Marília disse em uma entrevista, ela tinha feito 49 perguntas para Madonna responder pensativamente e ela respondeu tudo isso em menos de 30 minutos, só com patadas. O bom é que o tempo passou e Madonna deu uma leve amadurecida porque hora ou outra ela solta suas gentilezas. Talvez a enorme queda nos milhões e milhões de álbuns, nos Number Ones na Billboard, fez ela ver e pensar que não é bem assim."




Entrevista Sinistra

Décades

Moda nos anos 20

23:10

Uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas - mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.A sociedade dos anos 20, além da ópera ou do teatro, também frequentava os cinematógrafos, que exibiam os filmes de Hollywood e seus astros, como Rodolfo Valentino e Douglas Fairbanks. As mulheres copiavam as roupas e os trejeitos das atrizes famosas, como Gloria Swanson e Mary Pickford.
 


A cantora e dançarina Josephine Baker também provocava alvoroço em suas apresentações, sempre em trajes ousados
 
 
 


Livre dos espartilhos, usados até o final do século 19, a mulher começava a ter mais liberdade e já se permitia mostrar as pernas, o colo e usar maquilagem. A boca era carmim, pintada para parecer um arco de cupido ou um coração; os olhos eram bem marcados, as sobrancelhas tiradas e delineadas a lápis; a pele era branca, o que acentuava os tons escuros da maquiagem
 
 
 
A silhueta dos anos 20 era tubular, com os vestidos mais curtos, leves e elegantes, geralmente em seda, deixando braços e costas à mostra, o que facilitava os movimentos frenéticos exigidos pelo Charleston - dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o "cloche", enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a "la garçonne", como era chamado.






A mulher sensual era aquela sem curvas, seios e quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres - um verdadeiro escândalo aos mais conservadores.


A década de 20 foi da estilista Coco Chanel, com seus cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos. Durante toda a década Chanel lançou uma nova moda após a outra, sempre com muito sucesso.

 
 



Outro nome importante foi Jean Patou, estilista francês que se destacou na linha "sportswear", criando coleções inteiras para a estrela do tênis Suzanne Lenglen, que as usava dentro e fora das quadras. Suas roupas de banho também revolucionaram a moda praia.
Patou também criava roupas para atrizes famosas.
 
 


Os anos 20, em estilo art-déco, começou trazendo a arte construtivista - preocupada com a funcionalidade, além de lançamentos literários inovadores, como "Ulisses", de James Joyce. É o momento também de Scott Fitzgerald, o grande sucesso literário da época, com o seu "Contos da Era do Jazz".
 


No Brasil, em 1922, a Semana de Arte Moderna, realizada por intelectuais, como Mário de Andrade e Tarsila do Amaral, levou ao Teatro Municipal de São Paulo artistas plásticos, arquitetos, escritores, compositores e intérpretes para mostrar seus trabalhos, os quais foram recebidos, ao mesmo tempo, debaixo de palmas e vaias. A Semana de Arte Moderna foi o grande acontecimento cultural do período, que lançou as bases para a busca de uma forma de expressão tipicamente brasileira, que começou a surgir nos anos 30.
 

 
 
 
 
Em 1925, pela primeira vez, os surrealistas mostraram seus trabalhos em Paris. Entre os artistas estavam Joan Miró e Pablo Picasso.Foi a era das inovações tecnológicas, da eletricidade, da modernização das fábricas, do rádio e do início do cinema falado, que criaram, principalmente nos Estados Unidos, um clima de prosperidade sem precendentes, constituindo um dos pilares do chamado "american way of life" (o estilo de vida americano).Toda a euforia dos "felizes anos 20" acabou no dia 29 de outubro de 1929, quando a Bolsa de Valores de Nova York registrou a maior baixa de sua história. De um dia para o outro, os investidores perderam tudo, afetando toda a economia dos Estados Unidos, e, consequentemente, o resto do mundo. Os anos seguintes ficaram conhecidos como a Grande Depressão, marcados por falências, desemprego e desespero.
 
 

Coco Chanel
Livrou-nos do espartilho


 
 
Ela nos livrou do espartilho, das roupas apertadas e dos chapéus incômodos que mais pareciam grandes fruteiras - "Como pode um cérebro funcionar debaixo dessas coisas?", perguntou - e nos deu de presente o conforto e o luxo contido. As peças molengas de jérsei, a bolsa a tiracolo, o suéter folgado, o cardigã, o tailleur e o pretinho básico são algumas das inúmeras invenções da francesa Gabrielle Bonheur Chanel - ou simplesmente Coco Chanel (1883/1971).
 


 

Cultura

Marilyn Monroe X Audrey Hepburn

22:25

Duas importantes atrizes e ícones adotados da indústria cinematográfica e cultura, Audrey Hepburn e Marilyn Monroe não têm muito em comum, com exceção de uma infância difícil e de ambas terem cantado Happy Birthday Mr. President para John Kennedy, Marilyn em 1962, e Audrey em 1963, embora apenas a primeira seja lembrada.
Nascida Norma Jean Motherson e crescida Norma Jean Baker (até hoje não se sabe muito sobre o pai), em primeiro de junho de 1921, Marilyn era uma perfeita geminiana. Comunicativa, determinada, engraçada, esperançosa, linda e não expressava muito de seus sentimentos abertamente, característica que lhe acompanhou durante toda a sua carreira. Marilyn cresceu com uma mãe problemática, sem um pai, trocando constantemente de lares adotivos, até casar-se pela primeira vez, quando tinha apenas 17 anos. Marilyn trabalhava em uma fábrica quando foi descoberta por um fotógrafo. Até então, ela era morena. Daí para se tornar a atriz mais pop de Hollywood não demorou muito. O ápice de sua carreira se deu quando a Twentieth Century-Fox convidou 200 repórteres para fotografem a cena – gravada três vezes – em que seu vestido branco é erguido pelo vento, no filme O Pecado Mora ao Lado. Nessa época, era casada com o jogador de basquete Joe DiMaggio, embora a relação não tenha sido mais forte que os ciúmes de DiMaggio, estimulado pelas performances de Marilyn. Após atuar em uma porção de papéis coadjuvantes e principais estereotipados (o símbolo sexual sem nada na cabeça), Marilyn cansava de ser menosprezada como trunfo comercial da Fox e sustentava o desejo de ser uma atriz de verdade. Não queria ser uma estrela, apenas uma atriz com talento e essência, embora o estrelato quase sempre lhe agradasse. Em parceria com o fotógrafo Milton Greene, Marilyn montou sua própria produtora: a Marilyn Monroe. Ela também optou por sentar ao lado de atores iniciantes em uma escola de dramaturgia, queria estudar sobre o que fazia. Apenas nesse período, Marilyn parecia realmente satisfeita com seu trabalho e, mesmo com todas as dificuldades da produtora que não durou muito, de lá partiram as suas atuações mais elogiadas. 
 
O talento de Marilyn, até então subestimado, começava a vir à tona. Sedenta por conhecimento, Marilyn encontrou no dramaturgo Arthur Miller a parceria intelectual que queria para a vida: era “a beldade e o cérebro”. Contudo, esse relacionamento se mostrou ainda mais complicado que o anterior, com DiMaggio, Miller era possessivo e controlador e não trazia uma boa imagem para a carreira de Marilyn. Eles se separaram em 1961, um ano antes de Marilyn ser encontrada morta em sua casa. Embora episódios polêmicos (como o envolvimento com os irmãos Kennedy) envolvam a carreira da atriz, há um lado de Marilyn que poucos conhecem, por não ser estimulador da imagem que vinha sendo formada. Embora passasse a impressão de liberdade e independência, Marilyn foi controlada de todos os lados: pelas produtoras, por seus maridos, pela mídia. Por muitas vezes ela tentava sair educadamente de perguntas constrangedoras como “Por que você está usando esse vestido? É um novo estilo, uma nova Marilyn?”, ao que ela respondia: “É uma mesma Marilyn, só com um vestido diferente”. Ou: “Você vai ter filhos?”. Marilyn pensava, parecia um pouco confusa com a pergunta, e respondia, sempre com ar doce e gentil: “Mas eu ainda não casei.” Ao contrário do que pensa a maioria, Marilyn tinha muitos livros e era até bem conservadora. Tudo o que queria era fazer bem o seu trabalho, casar, ter filhos e uma família de verdade. Algo que ela não conseguiu concretizar em sua plenitude até os 36 anos.


 
 
Bailarina frustrada e atriz talentosa, Audrey Hepburn ficou famosa em todo o mundo por sua atuação no filme Bonequinha de Luxo, baseado no romance de Capote, que queria para a personagem Holly Golightly a atriz Marilyn Monroe e apenas cansou de criticar Audrey nas últimas cenas do filme. Ao contrário de Marilyn, Audrey sempre soube comedir sua carreira e não deixava que a imagem que passava em seus filmes fosse maior que aquela que representava o que ela verdadeiramente era: uma profissional dedicada, apaixonante e apaixonada, e humanitária. Audrey Kathleen Ruston nasceu em 1929, na Bélgica, passou a infância na Inglaterra, onde apaixonou-se por balé e, durante a adolescência, mudou-se para a Holanda, país que sua mãe previa, erroneamente, que pouco seria afetado pela Segunda Guerra Mundial. Audrey envolveu-se com a Resistência e perdeu, muito nova, alguns amigos e parentes, mortos na sua frente. Anos mais tarde recusou o papel de Anne Frank nos cinemas. Audrey foi oficialmente batizada em Hollywood em A Princesa e o Plebeu, em que atuou com Gregory Peck. Sua atuação lhe rendeu o Oscar de melhor atriz. Nas gravações de My Fair Lady, Audrey revela um ato de rebeldia: abandonou as gravações por um dia quando descobriu que nas cenas musicais seria dublada por uma cantora da Broadway. O filme também foi criticado por não ter optado por Julie Andrews para o papel principal, já que ela interpretava Eliza Doolittle na Broadway. Isso fez com que Audrey não fosse indicada ao Oscar naquele ano, o que é considerado uma injustiça até hoje. Embora tenha estado em grandes títulos do cinema clássico, a carreira não era bem prioridade na vida de Audrey Hepburn. Sempre se mostrou uma mulher preocupada com seus amigos e família. Cresceu longe do pai e aborrecida por julgar que ele havia abandonado a si e à mãe quando ela era uma criança. Contudo, depois de adulta, fez as pazes com ele. Foi mãe e esposa dedicada em seus dois casamentos (com Mel Ferrer e Andrea Dotti) e uma união estável, Robert Wolders, com quem ficou até a sua morte devido a um câncer, em 1993, aos 63 anos. Em 1987, Audrey deu início ao seu mais importante e notável trabalho: o de embaixatriz da Unicef, facilitado por seu domínio de línguas. Seu último filme, Além da Eternidade, foi rodado em 1989. Após isso, a atriz passou seus últimos anos atuando em trabalhos humanitários incansáveis.
 
 
 

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