10 mulheres que entraram no crime organizado

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10 mulheres que entraram para a história do crime organizado
Com certeza você conheceu vários ícones masculinos do crime organizado que entraram para a história por causa de suas histórias incríveis, e muitas delas retratadas pelos diretores de Hollywood como John Dillinger, Al Capone e Bugsy Siegel. E apesar do tema ter sido considerado assunto de homens, as mulheres romperam esta barreira e decidiram entrar para o clube e até se destacando muito mais que diversos “machões” gangsteres e marginalizados pela sociedade. Eu li o post no Mega Curioso e resolvi compartilhar com vocês esta lista curiosa sobre 10 gangsteres femininas que se destacaram mundo do crime organizado, até então dominado por homens.Confira!

1. Bonnie Parker


Sem dúvida, a mulher mais famosa do universo gangster era Bonnie Parker. Afinal, quem não se lembra do ilustre casal Bonnie e Clyde, não é verdade? Virou até filme e seriado. Os dois eram assaltantes de bancos famosos entre os anos 1931 e 1934, se tornando celebridades do mundo do crime organizado.
Parker nasceu em Rowena, Texas, e conheceu Clyde Barrow em 1930, quando ainda era casada. Além de seus roubos mirabolantes e assassinatos, a lenda de Bonnie e Clyde cresceu principalmente por causa de uma sessão de fotos que eles fizeram perto de seu esconderijo em Joplin, Missouri.
Mas nem tudo é sonho, e o final do casal não foi feliz: eles morreram em um tiroteio com polícia em 1934. Ela tinha 23 anos e ele tinha 25.

2. Stephanie St. Clair


Também conhecida como “Queenie” em grande parte de Manhattan, ela era uma imigrante de ascendência francesa e africana e, depois de 10 anos que estava morando nos EUA, Stephanie se tornou a protetora oficial de sua vizinhança, no perigoso e temido Harlem.
Durante muitos anos, ela deixou inúmeros policiais e mafiosos concorrentes fora do poder em qualquer região de seu bairro e dava pulos de alegria ao saber que algum oponente tinha levado um tiro mortal ou algo do tipo. St. Clair foi imortalizada em dois filmes até omomento.

3. Opal “Mack Truck” Long


Long ganhou o apelido de “Mack Truck” no Texas por causa de seu tamanho. Ela era membro da gangue de John Dillinger e esposa de um mafioso bem famoso: Russell Clark. Opal era encarregada de limpar todos os esconderijos dos gangsteres de seu grupo, assim como cozinhar para a turma toda — e ela fazia isso com gosto.
As coisas azedaram quando seu marido foi preso em Tucson, Arizona, em 25 de janeiro de 1934. Na ocasião, ela atacou a polícia que efetuou a prisão, e mais tarde pediu uma grana emprestada para Dillinger, com o intuito de financiar um apelo para o caso de Clark. Contudo, devido as altas despesas, ela foi dispensada da gangue e também foi presa. A grandona “Mack Truck” viveu seus últimos dias em Chicago.

4. Helen Gillis


Aos 16 anos, Helen Wawrzyniak se casou com Lester Gillis, o homem que veio a ser conhecido como “Baby Face Nelson”. Ela tinha dois bebês e uma cadeira cativa no mundo dos gangsteres. Porém, devido às complicações que seu marido enroscava com policiais e outras gangues americanas, ela acabou pagando o preço por ser cúmplice de diversos crimes de que o maridão foi acusado.
Gillis ganhou seu lugar na lista de inimigos públicos por proteger, abrigar e lutar por “Baby Face Nelson” até ele morrer. Ela se rendeu no dia de Ação de Graças e, quando morreu (mais de 50 anos depois), Helen foi enterrada ao lado de seu maridão.

5. Ma Barker


Donnie Barker — também conhecida como Kate Barker — foi considerada uma matriarca totalmente impiedosa. Aos 19 anos, casou-se com George Clark e os dois tiveram quatro filhos: Herman, Lloyd, Arthur e Fred. Mas os Barkers não eram apenas uma família, mas sim uma família nascida no crime organizado, cometendo roubos violentos pelas estradas americanas já em 1910.
Com a crescida do número de assassinatos com a marca registrada dos Barkers, a família toda começou a ser fortemente perseguida. Em 1927, um de seus filhos, Herman, se suicidou para evitar a prisão. Contudo, pouco tempo depois, os outros três filhos também acabaram atrás das grades.
Depois disso, o casal foi à lona e levou um nocaute das autoridades: ambos foram mortos quando o FBI invadiu o esconderijo deles no Lago Weir, Flórida, em 08 de janeiro de 1935. De acordo com algumas opiniões na época, Ma Barker era o cérebro criminoso mais cruel, perigoso e cheio de recursos das últimas décadas. Ela também virou tema de uma série e de um filme.

6. Pearl Elliot


Ela era dona de um bordel em Kokomo, Indiana, que se gabava de proteção policial quando houvesse necessidade. Além disso, ela flertava constantemente com John Dillinger e Harry Pierpont, dois “peixes grandes” do crime organizado. Seu estabelecimento ilegal também serviu como esconderijo para a equipe de Pierpont após um assalto a banco em 1925.Mais tarde, o papel de Pearl como tesoureira de Dillinger lhe rendeu um lugar na lista dos inimigos públicos em 1933, fazendo com que os policiais tivessem ordem de “atirar para matar”. Apesar de ter participado de diversas operações perigosas e transações ilegais, Elliott não morreu em um tiroteio, muito menos na prisão. Ela faleceu em 10 de agosto de 1935, de câncer, quando tinha 47 anos de idade.
idade.

7. The Pretty Pants Bandit

Conhecida como Marie Baker e sempre carregando duas armas, essa morena ganhou as manchetes em 1933 por uma série de assaltos em lojas, em que, além de roubar tudo, ela ainda mandava que as balconistas tirassem as calças.
De acordo com o jornal Miami News, a queda de Baker aconteceu por causa de sua vaidade. Ao verificar a maquiagem durante um assalto a um açougue, o padeiro conseguiu fazer que um refém fugisse e pedisse socorro. Pouco tempo depois, ela foi presa.

8. Virginia Hill


Hill veio de uma família bastante pobre, e ela não tinha um par de sapatos para vestir até seus 17 aos de idade. Contudo, sua vida deu uma reviravolta e Virginia ganhou fama ao namorar um mafioso bem conhecido no Brooklyn: Bugsy Siegel.
Depois de trabalhar como contadora de Al Capone e juntar uma boa grana com outras atividades ilegais, ela resolveu investir em sua carreira de atriz. Porém, as coisas começaram a se complicar depois da morte de seu companheiro, em que ela foi fortemente acusada de tê-lo assassinado e ocultado tudo isso de outras gangues.
Em 1961, Hill foi encontrada morta em um monte de neve na Áustria, vítima de uma aparente overdose de pílulas para dormir. Ela não teve êxito em seu sonho de ser atriz, mas acabou virando tema de um filme em Hollywood.

9. Arlyne Brickman


Nascida em 1933 em uma família de tradição judaica na região de East Harlem, Brickman cresceu idolatrando o glamour e a emoção de Virginia Hill, trabalhando para a máfia como uma traficante de drogas, assim como agiota em alguns momentos, também.
No entanto, sua herança judaica era um forte obstáculo que impedia sua ascensão até as primeiras fileiras do universo do crime organizado. Anos mais tarde, depois de um agiota ameaçar sua filha, Arlyne se tornou informante. Sua espionagem e seu testemunho final levaram à condenação definitiva de Anthony Scarpati por extorsão.
Em 1992, Brickman contou sua história em Mob Girl: A vida da mulher no submundo.

10. Evelyn “Billie” Frechette


Com ascendência francesa e americana nativa através da tribo Menominee, Evelyn frequentou a escola católica e, em seguida, se formou no ensino médio — coisa rara na época. Mesmo com excelente educação, encontrar trabalho era difícil, o que levou Frechette para a cidade de Chicago, que era um verdadeiro reduto da máfia.Depois que seu primeiro marido foi preso por um roubo aos Correios, “Billie” acabou conhecendo o ícone mafioso John Dillinger, que era muito garanhão e conquistava muitas mulheres na época. Ela viajou com ele para diversos lugares, sempre cometendo assaltos em larga escala e alguns assassinatos — o casal sobreviveu a vários tiroteios.
Mais tarde, ela foi condenada por abrigar um fugitivo e cumpriu dois anos de prisão — durante os quais morreu Dillinger. Após a sua libertação em 1936, Frechette decidiu apagar seu passado e mudar sua vida completamente, resolvendo sair em uma turnê de palestras com o tema “crime não compensa”. Ela morreu de câncer 33 anos depois

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