11 costumes da idade média que vão te deixar com muito nojo

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Esqueça aquela visão romântica sobre a Idade Média que os filmes te contam. Aquelas mulheres elengantérrimas, com aqueles vestidos longos e os homens viris, usando cartolas e acendendo charutos. Saiba que você foi enganado. Os costumes daquela época eram muito mais nojentos do que os filmes te contam.
Começando pelas roupas sujas, usadas durante a semana inteira. O mau hálito, que devia ser terrível, por conta da total falta de higiene bucal…  Enfim, dizem por aí que “é preferível comer em qualquer botequim de hoje do que comer na cozinha ou à mesa de um nobre na Idade Média”. Descubra o porquê:

1 – As pessoas mantinham urina e fezes em uma caixa, embaixo da cama



Os “banheiros” costumavam ser buracos feitos no quintais das casas, logo, com a escuridão das madrugadas, ninguém encarava sair de casa. Por isso, na hora do aperto, as necessidades eram feitas em uma caixa que ficava no próprio quarto. Detalhe: A caixa servia também para os casais, que inclusive, a dividiam durante a noite. No dia seguinte, para esvaziá-la, era só jogar tudo pela janela (na rua).

2 – Todos tomavam banho na mesma água



Chuveiro ou água encanada eram uma realidade bem distante naquela época, assim, os banhos eram acontecimentos raros, nos quais se enchiam uma grande banheira com água e todos na casa a dividiam. Começando pelo patriarca da família, até chegar no mais jovem.

3 – Banhos eram raros, muitas vezes, uma vez por ano...



Muitas histórias rondam o tema “banho” na Idade Média. Muitos historiadores afirmam que os banhos eram tomados somente uma vez por ano, em maio, e que os casamentos da época eram realizados no mês de junho, para aproveitar que o cheiro dos noivos ainda estava “aceitável”.  Além disso, dizem também que os buquês de flores usados nos casamentos tinham o objetivo de aliviar o odor do ambiente.

4 – Independente do problema, o tratamento de dente era sempre arrancá-lo



Sabe aquele guerreiro sarado do sorriso perfeito que você vê nos filmes de época? Pois é, não era bem assim não. A maioria das pessoas naquela época era quase – ou completamente – banguela. Isso tupo por conta da falta de higiene, qualquer problema que aparecesse nos dentes era motivo para arrancá-los. E por falar nisso, você acha que isso era trabalho para os dentistas? Mas um ledo engano. Eles nem mesmo existiam na época, e quem fazia o trabalho era qualquer um que tivesse um alicate enferrujado para executar o serviço.

5 – O rei tinha um criado só para limpar sua b%nd@



Um dos nobres serviços daquela época era assistir a Sua Majestade fazer suas necessidades e depois limpar o ânus do rei.

6 – Folhas como papel higiênico


Bom, como é de se imaginar, o papel higiênico não era algo inventado na Idade Média, e fazendo uso da tecnologia da época, a única coisa que sobrava para desempenhar seu papel (literalmente), eram as folhas ou lã de ovelha (mas essa opção era só para a realeza).

7 – Sachês e buquês de flores para aliviar o mau cheiro


Aquela história do banho uma vez por ano, embora seja bem nojenta, ainda sim era um costume dos nobres da época. Os camponeses de situação precária, nem mesmo se preocupavam com isso. Com isso, quando os nobres saiam as ruas, costumavam levar consigo sachês aromatizantes ou pequenos buquês para aliviar o mal cheiro dos outros homens.

8 – Sanguessugas como tratamento medicinal


Como cirurgias eram algo deveras perigoso, na época, para tratamentos de longo prazo eram usados os bichinhos (um tanto quanto nojentos) para ajudar na cura dos pacientes. Esse tipo de tratamento era feio principalmente para resolver problemas de circulação sanguínea.

9 – O pão podia matá-lo



 pão era uma das comidas mais perigosas da época, pois, na maioria das vezes era fabricado com cereais velhos. E como o estoque também não era algo confiável, o alimento muitas vezes fermentava e apodrecia.
Não era raro que as pessoas sofressem com gangrena até a morte por causa da má alimentação. Além disso, o esporão-do-centeio, um fungo muito comum nos grãos velhos, costumava deixar as pessoas tão “doidonas” quanto ficam hoje, com LSD.

10 – Absorventes de musgos



As mulheres da época precisavam ser criativas, pois os absorventes que conhecemos hoje eram algo beeeeem distante. Enquanto umas não se incomodavam com o sangue da menstruação escorrendo pelas pernas, outras improvisavam com musgos envoltos em pedaços de pano. Claro que, as infecções na época eram extremamente comuns.

11 – Perucas infestadas de piolhos


Um artigo básico de beleza para os nobres eram as pomposas perucas. Ser careca na época era o mesmo que ser um doente. As pessoas jamais saíam as ruas exibindo suas careca. Jamais! O problema, no entanto, era que a limpeza do povo era precária e as perucas, muitas vezes, além de empoeiradas, ficavam infestadas de piolho. Para resolver o problema, quando estavam muito cheias com a praga, as perucas eram fervidas e, em seguida, tirava-se as lêndeas mais teimosas. Mas essa prática era luxo dos membros da realeza mais “frescos”, a maioria dos donos de peruca não se importavam com os piolhos caindo em suas testas.

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